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Não literalmente. Isso, só no sábado! ;o)

Mas hoje, quando li que Ronnie James Dio, com 67 anos, morreu hoje pela manhã por conta de um câncer de estômago, foi assim que me senti. Tudo bem que ele tinha 30 anos a mais que eu, mas e daí? Dio era uma referência do heavy metal. E mais um dos que me ensinou a gostar desse tipo de música. Já cansei de dizer, Iron Maiden e AC/DC foram as primeiras bandas que me lembro de ouvir e gostar. Depois acho que Scorpions, Twisted Sister (quem não gostava de Twisted Sister?), Ozzy e vamos que vamos.

Holy Diver

Holy Diver

E um dia um amigo me emprestou o primeiro disco que ouvi do Dio. Esse aí do lado. Holy Diver. Que discão. E mais, que baita música. Lembro que a primeira impressão que eu tive, ao olhar a cara do Dio na contracapa do disco (sim, era vinil, ainda não existiam os CDs) eu achei o cara muito bizarro. Achei que o cara tentava imitar o Ozzy, pensei, do alto da minha sabedoria dos 13 anos de idade, “não sei prá que me emprestou isso, deve ser uma merda”. E é claro que não era.

Ouvi Holy Diver quase até furar o vinil do meu amigo. O tal do Dio catava prá cacete. E mais, fiquei hipnotizado nessa capa. Ouvia a música e olhava para a capa, pensando quem teria criado uma coisa tão do mal que nem aquilo. Porra, um capeta gigante ia chicotear um padre com uma corrente!!!! E o Dio cantando, nem aí! Mas ainda assim, sempre achei que essa capa tem uma certa beleza. E é bem poderosa, isso eu não tenho dúvida.

Como sempre fiz, como sempre faço, fui tentar conhecer melhor o cara. Ouvi o que ele cantou com o Sabbath, a carreira solo e fui acompanhando, desde então. Nunca fui um fãzaço do cara, mas a história e a importância dele para o heavy metal eu não preciso nem falar. Mas confesso que acho mais natural Dio ter partido com 67 anos do que o Kurt Cobain com 27…

Minha última lembrança do Dio é ele no Tenacious D, quando o jovem JB olha para o poster dele na parede, junta as mãos e faz sua prece musical:

“Dio can you hear me?
I am lost and so alone…
I’m askin’ for your guidance,
Won’t you come down from your throne?”

Não sei o que acontece quando a gente vai, mas onde quer que Dio tenha chegado hoje, a Jam vai ser animada.

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Nasci, cresci e vivo em São Paulo, o que não é novidade para ninguém que vem aqui. Morei fora da cidade duas vezes, mas ela parece que me chama de volta, sempre. Estou mais do que acostumado com as coisas daqui, sejam elas boas ou ruins. Quem vive aqui aprende que horário marcado é mais uma referência do que uma obrigação, porque sempre acontece alguma coisa prá te atrasar ou adiantar no caminho. Sabe que tem que tomar cuidado sempre, porque sempre tem alguém te vigiando com intenções duvidosas. E sabe que qualquer coisa que você quiser fazer na cidade, você faz, seja correr de kart terça feira de tarde, seja comer cachorro quente na rua às 4 da manhã.

Mas uma coisa que eu não consigo me acostumar é a quantidade de gente que a gente não conhece, mas vê sempre, a ponto de criar um certo relacionamento, mesmo sem nunca trocar uma palavra. As pessoas que a gente não conhece, não sabe o nome, não sabe onde mora e nem o que faz, mas que sempre vê por São Paulo. Uma hora vê no ponto de ônibus, outra passeando no Shopping, outra caminhando no parque, às vezes simplesmente andando pela rua, perto da sua casa.

E não são, essas pessoas, aqueles com quem rotineiramente você tem contato, como o cobrador do ônibus, o porteiro de algum prédio. São pessoas aleatórias, que por algum motivo, a cidade coloca no seu caminho (ou você no dela). Eu tenho alguns exemplos que me lembro sempre.

Uma senhora, que aparenta ter por volta de 50 anos, sempre de tranças como maria-chiquinhas, que sempre vejo andando pelas calçadas, seja perto de casa ou perto de onde trabalho. Quando está frio, além das tranças-maria-chiquinhas, ela coloca um gorro rosa. Uma menina, que deve ter uns 25 anos (prá mim já é menina, rapaz) e que já encontrei em boteco podrão, restaurante mais ou menos e em livrarias. Lembro dela e sei que é sempre a mesma menina por causa de uma tatuagem de gato siamês que ela tem no braço direito. Um cara, mais ou menos da minha idade, que sempre que me vê fica me olhando intrigado. Como eu, deve pensar “eu sempre vejo esse cara e não sei quem é”. Já encontrei na Paulista, no Eldorado, em Pinheiros…

Acho que em qualquer outra cidade do país, em algum momento essas pessoas parariam e diriam “escuta, já reparou que a gente vive se encontrando?”, bateriam um papo e passarariam a ser, se não amigos, pelo menos, conhecidos. Em São Paulo, por algum motivo que ainda não entendo, são apenas rostos sem nomes. Parte do cenário. Aquele figurante que não pode ohar para a câmera. Parece que é mais divertido a gente simplesmente imaginar quem são aquelas pessoas, o que fazem, do que gostam, como vivem, do que efetivamente saber essas coisas.

A fantasia é um alívio, nessa cidade linda e cruel, onde a realidade nos atropela todo dia.

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De novo, o que não é lá nenhuma novidade, eu dei uma sumida do Esblogo. Muita coisa prá fazer, pouca disposição para escrever. Ainda mais para ficar se lamuriando que tem muita coisa prá fazer e pouca disposição para escrever, mas vá lá.

Mas ultimamente a coisa tem andado muito preta e branca na vida. Muito zeros e uns, poucas tonalidades, poucas variações. A cabeça muito cheia e não ter (ou não saber) onde despejar tanta coisa acaba dando aquela sensação de estar correndo atrás do próprio rabo. A impressão horrorosa de que fez, fez, fez e não fez nada, mesmo sabendo que fez para caralho. Saber demais e falar de menos, coisa que deixa a gente diferente.

Aliás, falar de menos. Quem me conhece sabe o quanto isso é difícil. E se está acontecendo, o quanto está difícil para mim. Mas é uma decisão que eu tomei e estou penando para seguir. Mas vou seguir. Me parece que às vezes eu passo a impressão errada. Meu jeito meio estabanado, brincalhão demais, se abre muitas portas e facilita muitas coisas, tem fechado outras e dificultado ainda mais para coisas importantes. Tem gente demais que confunde as coisas. Tem gente demais que acha que, por ser feliz, eu não sou sério. Não importa o quanto eu faça, o quanto eu trabalhe, o quanto eu me esforce, o quanto eu entregue, sou sempre visto, antes de tudo, como o cara legal, engraçadinho, dispensável. Infelizmente, vivo num mundo em que seriedade é sinônimo de chatisse.

O mundo (chato) em que vivo me deixou chato.

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O primeiro Final Fantasy que eu joguei foi o X. Depois de anos ouvindo todo mundo falar de Final Fantasy, filme e tudo mais, resolvi ver como era o negócio. E comecei pelo que eu, honestamente, acho ser o melhor FF de todos os que eu joguei. Tem uma história espetacular, personagens envolventes, jogabilidade de RPG de verdade e um final verdadeiramente surpreendente. A primeira cena do jogo, com o Tidus relaxando antes de um jogo de Blitz Ball me assustou. Nunca eu tinha visto “água” em um jogo que parecesse água, como nesse. E os Aeons, pelamor, o que era aquilo? Overdrive do Anima, Oblivion. Quem jogou sabe.

Depois tentei jogar o VII, VIII e IX, mas não rolou. Joguei o X-II, mas também não era nada demais. Apenas OK. O XI, online, nem vi. O XII eu gostei, mas acho que o principal, que é a história, não funcionou. Para um jogo desses você tem que se envolver com os personagens, afinal, vai passar algumas horas ali com eles. No FFX, por exemplo, joguei duas vezes. Uma deu 80 horas e outra 120.

Eis que esse final de semana comecei a jogar o Final Fantasy XIII, o primeiro para essa geração de vídeo games, o primeiro em HD. E nunca vi nada mais HD na minha TV. É algo tão completamente superior a qualquer outra animação que não sei nem com o quê comparar. A primeira impressão, até por causa disso, é ótima. O jogo começa e, como sempre, leva tempo para enteder a história e os novos termos relativos à ela e ao mundo onde se passa a trama toda. Em pouco mais de uma hora de jogo, somos apresentados mais a alguns dos personagens e menos à história.

Como sempre, o sistema de batalha é controverso. É uma mistura do ATB, conhecido da série, com o que se usava em Kingdon Hearts, em que você controla diretamente as ações do líder e apenas programa o comportamento dos demais. Achei bem interessante, mas até encarar algum BOSS prá valer e entender como dá prá combinar a estratégia das coisas, ainda é cedo para dar um parecer concreto sobre o sistema.

Até agora, está tudo lindo. Os personagens são carismáticos, a história parece ser engajante e o sistema de batalha, por mais que ainda novo, não é nenhum absurdo. E o visual é impecável. A Square sabe como criar um mundo como poucos por aí.

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E a Sony acabou de postar no blog oficial do PS3.

Para quem está com o inglês enferrujado:

“Como vocês devem estar sabendo, alguns usuários não estão conseguindo conectar à Playstation Network hoje. O problema está afetando os modelos que não o novo PS3 Slim.

Acreditamos ter identificado o problema e é causado por um bug na funcionalidade do relógio incorporado ao sistema.

Os erros incluem:

  • A data do sistema do PS3 pode ter sido alterada para 1 de janeiro de 2000.
  • Quando o usuário tenta logar na PlayStationNetwork, a seguinte mensagem é mostrada:  “An error has occurred. You have been
    signed out of PlayStation Network (8001050F)”.
  • Quando o usuário tenta iniciar um jogo, a seguinte mensagem de erro aparece na tela, e os dados sobre troféus porem desaparecer:  “Failed to install trophies. Please exit your game.”
  • Quando o usuário tenta ajustar data e hora do sistema pela internet, a seguinte mensagem aparece na tela: “The current date
    and time could not be obtained. (8001050F)”
  • usuários não estão conseguindo assisitir certos vídeos alugados na PlayStation Store antes de sua data de expiração.
Esperamos resolver esse problema nas próximas 24 horas. Enquanto isso, se você tem algum modelo que não seja o Slim, aconselhamos a não tentar usar seu PS3, porque isso pode resultar em erros em alguma funcionalidade, como a gravação de troféus e não conseguir recuperar certo tipo de dados.
Como mencionado acima, por favor esteja avisado de que o novo PS3 Slim não está sendo afetado pelo erro. Estamos fazendo o melhor para resolver o problema e nos desculpamos por qualquer inconveniência causada.

Para as últimas notícias sobre esse assunto, continue lendo o PlayStation.Blog ou PlayStation.com.”

Pois é. Agora é oficial. Foi o bug do ano bissexto no PS3.

Ou como diria o Marcelão, o estigário que programou o clock do PS3 está apanhando.

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Inúmeras são as teorias conspiratórias sobre o maldito erro 8001050F que os PS3 do mundo inteiro começaram a ter na noite passada.

A teoria mais aceita até agora é que o PS3 foi lançado em 2006 e esse é o quarto “28/02″ dele. Logo, interpretou como ano bissexto e ferrou tudo. O conflito de datas PS3/servers de troféus, DRM e PSN teriam causado o problema.

Mas ainda é tudo especulação. A Sony só se pronunciou oficialmente pelo Playstation Blog, mas não disse nada além do que a gente já sabia. PS3 “gordos” não funcionam, os Slim de 180 e 250 giga não estão sendo afetados.

Acredita-se que um update para arrumar o problema sairá essa semana, mas deverá ser baixado em um PC e instalado no PS3 através de um HD externo ou Pen Drive, visto que o bicho não consegue conexão com a PSN.

A boa notícia: no site da Sony ainda aparecem os troféus que sumiram do meu PS3. Pelo jeito, todo mundo que perdeu algum arquivo da PSN vai conseguir reavê-lo. Só troféus que não sincronizaram, aí ferrou, mesmo.

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Parece que um erro bizarro está zuando todos os PS3 “gordinhos” do mundo. Quando o meu parou de conectar na PSN e vi que o erro vinha muito rápido, dei uma gugada no nome do erro prá ver o que acontecia. Fui parar no fórum da gamespot.com, que não parava de brotar mensagem.

Usuários do mundo inteiro reportavam os mesmos sintomas que o meu PS3 tinha: não conectava na PSN, não inicializava jogos mais novos com suporte a troféus, alguns troféus sumiram (no meu caso, todos os do Uncharted 1) e a data do sistema voltou para 31/12/1999. E o mais bizarro: consoles de 20, 40, 60 e 80 giga, do modelo original são afetados, mas os “slim”, não.

Além de várias piadas (como Bill Gates estar atacando para a galera migrar para a Live e uma idéia maluca da Sony para a galera comprar um PS3 Slim novo), algumas coisas começaram a surgir. Em um post, um usuário disse que tinha lido alguma coisa no Google News, mas que duas matérias já tinham sumido de lá. Um pouco depois, um usuário postou um link para o twitter oficial do PS3, avisando que já estavam cientes do problema e trabalhando nele.

Usuários do mundo inteiro continuaram a reportar o problema até que um perfil criado hoje mesmo, de um usuário DavePS entou no fórum e postou:

“Sosseguem e fiquem frios um pouco. Estamos vendo o que é. Sugiro que façam algo diferente pelos próximos dias. Fiquem de olho no twitter.com/SonyPlaystation para updates. Estarei vigiando esse tópico”. Depois disso, ninguém mais postou nada. Quando eu tentei postar, o tópico tinha sido removido. Não seu se a Sony, anunciante usual do gamespot, pediu para que fizessem isso, mas que o tópico foi fechado, isso foi.

Já que não podia nem jogar, nem reclamar de não pode jogar e nem rir com os nerds conspirando sobre o que estava causando o negócio, resolvi informar o pessoal do problema, através de uma matéria que escrevi para o portal da Band.

Por enquanto, sigo o conselho do tal DavePS: Sit tigh, shill out, and do something else for a couple of days.

Só espero que meus troféus do Uncharted voltem.

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Parece que tudo que tinha para ser dito sobre Avatar já foi. Dito, escrito e filosofado. Mas ainda assim, vou escrever o que eu achei. Afinal, o Esblogo está aqui para isso.

Confesso que, depois de tudo que li e ouvi, fui esperando um show visual numa história medíocre.

O show estava lá. O tal planeta Pandora é tudo que já escreveram e um pouco mais. Perfeito é pouco. Tem horas que você fica imaginando o que daquilo que vê é real, o que pode ser real e como pode nada daquilo de fato sê-lo. Animais, vegetação, montanhas, cachoeiras, montanhas flutuantes e, claro, os Na’vi. Tudo é perfeito e harmônico de tal forma que o exagero visual fica equilibrado e deslumbrante. O 3D não é mais um exagero, é só um complemento. Não foram poucas as vezes que quis esticar as mãos e tocar as plantas de Pandora.

Mas a história medíocre, bem, sei lá. Acho que analisar a história por um prisma isolado e fora do contexto visual e do universo criado pelo filme é uma bobagem sem tamanho. Qualquer história fica ruim se analisada desse jeito. Pense no seguinte roteiro:

“Jovem solitário descobre que possui grande poder e, enquanto é guiado por um grande mestre, descobre que deve salvar o mundo de uma grande mal. Tudo piora quando o mestre é morto por seu inimigo, mas o jovem, resoluto, salva o mundo e vinga seu mestre”.

Quem não pensar em pelo menos 5 filmes, daqueles que os nerds mais gostam, com um argumento desses, pode me dizer que o roteiro de Avatar é zuado. E azar de quem achou isso, na verdade.

A verdade é que Avatar é um deleite. Entretenimento no melhor sentido da palavra. É apaixonante, é uma delícia e vai ser lembrado para sempre. Já está na história do cinema, seja por quanto custou, quanto tempo demorou, pela tecnologia que desenvolveu ou pelo tanto de gente que arrastou para os cinemas.

Sinceramente, esqueça o hype, livre-se de qualquer preconceito e veja o filme.

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Hoje, se seu paradeiro fosse conhecido, Elvis faria a sua festa de 75 anos.

Digo isso porque é mais do que sabido que ele não morreu, apenas voltou para seu planeta de origem.

Elvis é a figura mais importante do Rock’n'Roll no mundo. Se não fosse por ele, branco, bonito e com um carisma gigantesco, muito provavelmente o rock seria uma coisa marginal, tocada por negros no interior dos Estados Unidos e sabe-se lá como seria sua evolução pelo mundo. Entre os muitos artistas que Elvis inspirou, estão ZZ Top e os Beatles, por exemplo. Dá prá imaginar um mundo sem Elvis e sem os Beatles?

Claro que ser branco e bonito, há mais de 50 anos atrás, ajudou o sucesso dele. Mas não seria nada se não fosse sua voz e seu carisma. A voz é inconfundível, largamente imitada pelo mundo todo. E, já falei isso antes, até hoje me impressiona quando vejo imagens do Elvis, já gordo, inchado de remédios e bebidas, com sua clássica roupa branca brilhante, fazendo shows em Vegas e as mulheres, suas fãs desde sempre, fazendo fila na frente do palco para beijá-lo na boca. É o mesmo carisma que faz com que ele tenha fãs até hoje, mesmo os que nunca sequer o viram vivo. Quando Elvis (dizem) esticou as canelas, eu tinha só 4 anos, não tinha a menor condição de entender o que ele era ou o que significava.

Comecei a ouvir Elvis quando tinha uns 14 ou 15 anos, quando comecei a minha busca pelo rock de raíz, prá entender melhor o que eu ouvia na época. Algo tipo “arqueologia musical”, por assim dizer. E é muito difícil escolher uma música dele como a minha favorita. Hound Dog, Jailhouse Rock, Heartbreak Hotel, a versão de Elvis para My Way, Always on my Mind, Don’t be Cruel, Love Me Tender, enfim, é muita música boa. Mas acho que se me apontarem uma arma e perguntar, eu diria é All Shook Up, que até onde sei, não é nem das mais conhecidas por aí.

Mas que um cantor, performer, artista, Elvis virou um ícone. Símbolo de um estilo, a cara de uma geração, o primeiro fenômeno da história do Rock.

Sou fã declarado.

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É isso que dá falar que alguma coisa é o mais legal do ano antes do ano acabar. Depois você vê que outra coisa é mais legal e queima a língua.

E é óbvio que isso aconteceu comigo. É só ver que escrevi que o jogo do ano para o PS3 era o Batman e PIMBA! Lá vem o Uncharted 2 e me ferra.

Uma das minhas maiores vergonhas no PS3 é não ter jogado o primeiro Uncharted, que alguns amigos sempre me falaram que é muito bom. O problema é que eu não gostei do demo que estava na PSN, aí não empolguei com o jogo. Mas depois de jogar o segundo, descobri vários motivos para tentar jogar o primeiro.

Começando pelo carisma do personagem principal. Drake é o cara. Engraçado, briguento e extremamente azarado, ele conquista de cara, sempre com alguma frase irônica sobre a pessoa ou situação em que está envolvido. Mas um bom personagem não é nada sem outros bons personagens e uma história bacana. E os outros personagens também são bem legais. Chloe (ahhh…), Elena e Sullivan são cativantes, engraçado e até misteriosos. E como um herói não é nada sem um vilão, Lavazeric não deixa nada a desejar. Até o Flynn tem lá seu valor.

A história, basicamente, é: Marco Polo descobriu o caminho para Shambala, mais conhecida como Shangrilá. E Drake é convidado para descobrir o caminho para esse paraíso perdido, que guarda um segredo muito maior que somente sua localização. Durante a históra, Drake, seus amigos e seus inimigos vão descobrindo quais são esses segredos e cabe ao nosso herói descobrir como impedir que o vilão badass módafóca chegue em Shambala e complete seu plano de dominação mundial (UIA).

E para completar, a jogabilidade é muito boa. Tem umas falhas e algumas coisas que acabam enchendo um pouco o saco, mas no geral a experiência é muito satisfatória. Entre os desafios, puzzles, batalhas, muita escalada e a busca pelos tesouros escondidos em cada fase. O replay é quase que obrigatório, porque além do jogo ser bom, tem troféu a rodo para ganhar, e acho que pegar todos logo de cara é meio difícil.

Mas mesmo se você for ratão e pegar todos os troféus na primeira jogada, ainda tem o modo online! Rá! Vários modos de competição ou colaboração, bem divertidos mesmo com os estranhos na PSN, e muito mais legal quando joga com seus amigos conhecidos.

Se eu disse que o Batman era o jogo do ano (de 2009, claro), ele perdeu o posto para o Uncharted 2 aos 48 do segundo tempo. Altamente recomendável, ainda mais para jogar online comigo. E faltam só 4 troféus para eu ganhar o de platina! Go Pato!

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