Não tinha assistido ainda. Vi esse feriado. Não é o melhor filme da série, porque não é melhor que o Prisioneiro de Askaban, mas depois do Cálice de Fogo e da Ordem da Fênix, é um alívio ver que voltaram a fazer um filme, e não filmar um livro. É também um filme para quem conhece a história do livro e está com a cabeça aberta para aceitar que o filme é uma adaptação do que está escrito para outra linguagem.

Todos os elementos principais do livro estão no filme, menos um, que considero um dos mais importantes: a angústia de Harry, de saber que tem pela frente a maior de todas as obrigações, saber que vai ao menos tentar, mesmo que possa morrer por isso e que esse é o seu destino mais provável, já que seu adversário é mais experiente, mais poderoso e não tem o menor problema em matar quem quer que seja, inimigo ou aliado, para conseguir o que quer.

É o mais sombrio de todos os filmes da série, mas ainda é recheado de “alívios cômicos”, para não perder as crianças que acompanham. Isso quebra o ritmo e tira muito do clima pesado que a série deveria ter no final.

E o pior de tudo, que é uma coisa que eu não consigo entender: por que nos filmes o Dumbledore não usa óculos? A descrição favorita da autora (pelo menos acho que é, pelo tanto que ela repete isso) é “bondosos olhos azuis atrás dos óclinhos de meia-lua”.

Mas a rápida constatação, depois de assistir Twilight é que Harry Potter é muito melhor.

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Eu sei que faz tempo que saiu e faz tempo que eu tenho, mas acredite, só agora consegui jogar o Rock Band dos Beatles prá valer. Primeiro por causa da minha TV, que pifou e fiquei uma semana no limbo televisivo e gamístico (gay místico é a mãe), e depois por causa do Pedro. Sim, é impossível jogar perto dele. Ele alucina e vira um pequeno Kurt Kobain, quer pegar a guitarra e sair batendo em tudo que tem por perto. Que continue assim! :o )

Peripécias à parte, o que importa é o que interessa, já dizia a Lilica, e o que importa é o jogo. Primeiro, a mais óbvias das constatações. Se você não gosta de Beatles, não vai gostar do jogo. É óbvio, mas sabe como é, né? É que nem tentar ver aquele filme com o cara que você odeia, prá ver se dessa vez ele acertou, mas ele nunca acerta. Então, se não gosta de Beatles, vá de Rock Band 1, 2, ACDC, qualquer coisa, menos esse.

Como eu gosto de Beatles, o jogo é uma delícia. É a melhor direção de arte que já vi em um vídeo game, e isso vale para qualquer título ou gênero. O jogo é lindo visualmente. Não foram poucas as vezes que eu errei notas nas músicas porque estava distraído com o que acontecia no background. As partes em que o cenário é Abbey Road e começam as viagens são estonteantes. Multicoloridas, psicodélicas, anos 60 e LSD total. As representações digitais dos Beatles e seus diferentes visuais também são ótimas. Ainda moleques tocando no Cavern, nas TVs em preto e branco, bigodudos, barbudos, cabeludos, devem dar orgulho aos que se vêem e aos descendentes dos que já se foram.

O jogo é mais bonito que o Rock Band normal. Claro, tem a evolução natural de quem está programando e aprendendo a usar o poder dos consoles, mas o cuidado com os detalhes é mais aparente. Entre as evoluções, para o PS3, estão os troféus, que no meu primeiro RB não tem, extras como fotos e vídeos históricos dos Beatles e, o mais importante, a harmonização dos vocais. Tem algumas coisas a menos, também, já que você não customiza um personagem para ser um Beatle, mas essa realmente não é a proposta do jogo.

Uma das críticas que eu ouvi sobre o jogo que é faltam muitas músicas dos Beatles. Sim, faltam. Mas isso é o de menos, porque é claro que vai rolar DLC a dar com pau. Aliás, o próprio jogo já tem a Music Store. Totalmente previsível. Mas as originais do jogo já dão bem para o gasto. Cobrem todas as fases da banda, além de serem alguns dos maiores hits deles. Senti falta de Help!, Let it Be e Yesterday, algumas das minhas preferidas, mas Ticket To Ride, Revolution e Twist and Shout estão lá.

E não vai achando que porque é Beatles é fácil, não. Nos níveis de dificuldade Hard e Expert tem música que dá nó nos dedos. Aqui, rola uma característica igual à do Rock Band original. Nem sempre as músicas mais fáceis de tocar de verdade são as mais fáceis no jogo. E me parece que o pessoal deixou o baixo e os vocais mais difíceis que a guitarra na maioria das músicas. E falando em vocais, tocar e cantar ao mesmo tempo é uma das evoluções mais legais que o jogo trouxe para a série. Não que antes você não pudesse, mas nesse jogo é mais ou menos obrigado a fazer isso. A menos que tenha uma big band de amigos, para tocarem baixo, guitarra, bateria e três pessoas pelo menos para cantar!

Sobre o primeiro Rock Band lembro de ter escrito que é o multiplayer local mais divertido já lançado. E se brincar de ser uma banda de rock é divertido, brincar de ser os Beatles é uma diversão histórica. Dá prá ver que o jogo foi desenvolvido com muito carinho por fãs da banda, e isso faz muita diferença no produto final.

A única coisa que eu não tenho do jogo são os instrumentos imitando os da banda. Como já tinha o outro RB, fiquei com meus instrumentos “originais”. Mas se aparecer uma barganha no baixo do Paul, tamos aí! :o )

Como veredicto, fica o que escrevi no começo. Se é fã dos Beatles, é jogo para ter. Se não gosta, passe longe.

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Esses dias eu estava pensando nas minhas guitarras. Taí uma coisa que eu gosto muito. Não só das que eu tenho, mas das que já tive e das que sei que ainda terei.

A minha primeira guitarra foi uma Gianinni vermelhinha, com uma alavanca tipo das strato da Fender. Bonitinha, mas ordinária. Adorava a danada. Desafinava a cada tocada, mas ganhei de presente do véio, sem esperar, lá em Aguaí. Veio do nada, até hoje não sei porque, mas acho que essa chegada “inesperada” fez com que eu gostasse tanto dela. A segunda também foi uma Gianinni, que não me lembro bem como veio parar na minha mão. Se não me engano, troquei com uma mina. Dei um baixo (também Gianinni) e fiquei com a guita. Também era safada de ruim, mas foi legal porque eu dei uma reformada nela, pintei de branco e sei lá como eu acabei vendendo aquele traste. A minha Gianinni vermelhinha eu até hoje não sei que fim levou.

Aí ganhei um Dolphin Trash, vinho metalizado, ponte floyd rose, coisa fina. Essa era bacana. Levei até no luthier da Dolphin para regular, era o bicho. Gostosa de tocar, bonita, adorava aquela guitarra. Antes de contar o fim que ela levou, um interlúdio para contar da guitarra que eu tenho até hoje.

Lá pelos idos de 92, resolvi começar uma poupança para comprar a guitarra que eu quisesse. Na época, era uma Jackson, provavelmente uma Flying V. E comecei mesmo. Fiz um plano de capitalização qualquer no banco e vamos que vamos. Lá para junho ou julho de 1994, consultei o saldo e ACHEI que dava para comprar. Tudo isso foi pré-real. A moeda corrente na época era o Cruzeiro Real, com uma unidade de conversão, a URV. Tá vendo, minhas guitarras fazem parte da história econômica do país. Fui para a Teodoro Sampaio, tradicional ponto de compras musicais de SP e peguei a Flying V da Jackson. Na hora, decidi que não era o melhor modelo para ser ter. Que era melhor uma mais tradicional. E comprei um modelo strato, mesmo, azul metálico escuro. Linda. Minha cara. Tenho até hoje. Depois ela foi para luthieria, blindou captadores, ajustou altura de cordas, é uma delícia de guitarra, para tocar qualquer coisa.

Voltemos à Dolphin: depois que comprei a Jackson, sei lá porque, minha mãe deu a minha Dolphin para o meu primo, que estava aprendendo a tocar. Deve ter achado que ter duas guitarras é muito. Em algum momento, me lembro de ter concordado com essa doação. Mas daquele jeito que os filhos concordam com os pais, sabe? Você está comunicado, logo você concordou! Aliás, Bruno, seu viadão, se não levou a danada para a Austrália e ela está jogada por aí, manda alguém me devolver! ;o)

Mas a guita que eu acho a mais bonita eu ainda não tinha. Só no ano passado que eu comprei a Les Paul. Aí mais uma história batuta: Eu tava pensando em comprar uma Custom, preta, coisa linda. Fui para a loja e pedi a Custom, toquei, olhei, fucei, mas a mágica não rolou. Aí olha Les Paul daqui, dali, peguei uma Gold Top. Pronto, rolou a mágica. Qualquer guitarra pode ser preta, mas dourada e ainda assim linda, só a Gold Top. Essa é outra para a vida toda.

Ainda faltam algumas: a Stratocaster que ainda tem que rolar, a Ernie Ball Musicman EVH, que é sonho de moleque, e uma outra Les Paul, provavelmente a Standart. Mas acho que só depois que eu montar meu estúdiozinho em casa para isso tudo…

Um dia falo dos baixos e dos violões e afins.

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Sábado eu formatei o meu micro e aproveitei para instalar o Mac OS X novo, o Snow Leopard. A decisão de formatar o bicho foi um tanto quanto radical, mas a verdade é que, independente de Mac ou PC, de vez em quando os micros precisam de uma limpeza geral para voltar a funcionar direitinho. É tipo Virgin Again, só que em zeros e uns.

Desde que tenho meu MacBook, essa é a segunda vez que formato. A primeira vez foi porque instalei o Windows XP usando o Boot Camp e o micro nunca mais foi o mesmo. Bem feito. Dessa vez, não tinha nada muito grave rolando, tirando que o Excel só funfava quando eu tava dentro da Band. Vai entender a doideira. Aí aproveitei que compraram o Snow Leopard, peguei o DVD, meu HD externo e pau no gato.

Verdade seja dita, fazer back up, formatar e instalar o OS num Mac é BEM mais simples que num PC tendo que instalar o Windows. Como tá tudo nas libraries, fica bem sussa de guardar tudo que interessa e depois colocar de volta. E como eu tenho os programas que preciso, porque comprei, também facilita a vida.

Tudo backupeado, micro formatado, Snow Leopard instalado, e aí? Bom, na verdade, ele não é tão diferente assim do Leopard normal. Se ninguém te avisar que é ele que está rodando, é capaz de você nem perceber. Quando eu comprei esse Mac, ele veio com o OS X Tiger. Do Tiger para o Leopard as diferenças eram bem mais “notáveis” que do Leopard para o Snow Leopard, que me pareceu mais um “pack” do que um OS novo. Algumas melhorias na parte de rede, suporte para o Exchange, algumas gracinhas gráficas a mais, mas no geral, é o mesmo Leopard que eu já estava acostumado.

A mudança que eu reparei mais rápido, para falar a verdade, é que agora o lay out US International para o teclado já vem na instalação. Não tem que procurar na internet e fazer o gato para funcionar. O que é um alívio, porque até hoje eu não sei como funfam os esquemas de maçã isso para acento tal, maçã aquilo para acento sei lá o quê.

Me parece, honestamente, que o Mac está mais rápido, também. Mas isso não sei se é do Snow Leopard ou se é da formatação. Porque todo micro formatado fica mais rapidinho.

No geral, para quem não tem o disco de instalação do OS, como eu, vale a pena ter o Snow Leopard à mão, para o caso de dar um pau qualquer e ter que reinstalar tudo. Para quem tem os discos do Leopard normal, não faz tanta falta assim. Nos comunicados da Apple sobre o Snow Leopard eles falam muito que é o mesmo bom e velho OS que todos nós gostamos, redefinido. Por enquanto, só confirmei que é o bom e velho OS que gostamos. O que para mim está ótimo, diga-se de passagem.

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Tava eu reclamando que a minha TV foi para o conserto (sim, minha LCD pifou) e tava vivendo dos filmes e séries no micro, quando a Anacris que trabalha comigo falou: “Tu já viste Flash Forward?” Já tinha ouvido falar, lido uns tweets a respeito, mas não estava curioso de ver. Já ela falou e eu estou mesmo precisando de conteúdo, bora lá.

Puta que pariu, é muito bom. Vi o primeiro episódio e é um espetáculo. Claro que para o resto da temporada eu já baixei a expectativa, por um motivo muito simples: série nenhuma, nem Lost, nem Bg Bang Theory nem nenhuma, tem todos os episódios espetaculares. É estranho falar isso, mas não tinha como melhorar esse primeiro episódio. Ficou na cara que os episódios depois iam dar uma caída.

Pois é. Hoje assisti o segundo episódio e, mesmo com a queda, já esperada, é bom demais. É uma série que promete, daquelas para gerar teorias e discussões, mas ainda acho que não dá prá comparar com Lost. Claro que é esperada uma comparação, porque se não me engano, o próprio termo “Flash Forward” nasceu no Lost, para dar uma dinâmica narrativa diferente do que a série tinha até então, baseada em flash backs. Mas felizmente a história não tem absolutamente nada a ver e, o único ponto em comum nas duas séries, além do termo, é que uma das protagonistas do Flash Forward, a Olivia (mesmo nome da mina do Fringe, do JJ Abrams, do Lost) é interpretada pela mesma atriz que faz a Penny Widmore, do Desmond, do Lost.

Pois é. Mais uma série para o caderninho de vícios. Depois de ter desistido de algumas, tipo Heroes e Prison Break, Flash Forward veio em boa hora. Juntou com The Big Bang Theory, Two and a Half Men, Fringe e Lost, minha preferidas.

Aliás, no meu Flash Forward, eu tava com uma camiseta vermelha, preta e branca, que trazia uma inscrição misteriosa: 7-3-3 ;o)

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Faz tempo que eu não invento nenhuma história por aqui. Ultimamente tenho andado com muito vontade de escrever um daqueles meus contos malucos, mas tá um negócio estranho. Manja quando você sente a cabeça trabalhando, mas não sabe dizer exatamente em quê? É o que está acontecendo comigo. Parece que estou “dissipando” a energia da cabeça e não estou conseguindo canalizar para o que eu quero.

Também tenho ouvido muito mais música do que o normal, uma vontade de juntar uma galera para tocar e fazer muito barulho. Hora boa de agitar isso, para fazer uma graça no final do ano.

Preciso só canalizar a inspiração para as coisas certas. E relaxar um pouco, que acho que vai sair alguma coisa legal.

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Quando eu mudei o esblogo para o Wordpress, achando que ia tascar um tema e tudo bem, estava achando que não ia ser bem assim. E não foi mesmo.

Em uma semana eu já achei um tema mais a minha cara ainda. O outro era bacana, mas tinha duas coisas que tavam me incomodando. Primeiro, o violão da foto não é igual o meu. Isso faz muita diferença, acreditem. A outra, é fonte branca em fundo preto. Na boa, nem eu gosto de ler em sites assim, gosto de fonte escura e fundo claro. Parece que cansa menos a vista. Ainda mais de quem não enxerga lá essas coisas, que nem eu.

Aí fuça daqui, dali, acho um template de Les Paul, com duas opções: vermelho, Les Paul Standart e um cinza, com uma Gold Top igualzinha a minha. Se não acredita, dá uma olhada nas fotos! Aí, ferrou. Template novo, primeira mudança do Esblogo depois da migração para o domínio e o Wordpress. Sem contar que é tão fácil mudar que dá vontade de fazer toda semana.

Espero que gostem e que também achem que está mais fácil de ler as minhas bobagens.

Daqui a pouco eu dou um jeito de ficar mudando o modelo da Lespa ali em cima, vamos ver…

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Sim, sei que já não é mais novidades para ninguém que o Batman: Arkham Asylum é um puta jogão. Mas agora que eu terminei a história e já joguei boa parte dos Challenge Modes, resolvi postar o meu review do jogo.

A primeira coisa a se destacar é que a história do jogo é animal, algo que faltava em jogos que são adaptações de quadrinhos ou filmes de super heróis. Inclusive, porque trás personagens novos, criados para o jogo, mas que se encaixam perfeitamente à mitologia do personagem. Resumindo, o Coringa foi preso (de novo) pelo Batman e está sendo levado de Batmóvel para o Asilo Arkham, o reformatório para os bandidos malucos que habitam a pobre Gotham City. Chegando lá, supresa! O Coringa se deixou prender para levar Batman até o Arkham, que está especialmente preparado com uma série de armadilhas e emboscadas para o Morcego, com vários de seus inimigos doidos por uma chance de ter a vingança por estarem ali.

Se o argumento é bom, o desenvolvimento é melhor ainda e vamos descobrindo que o plano do Coringa vai muito além de simplesmente dar uma coça no Cavaleiro das Trevas. A essência dos personagens também está toda ali. O comportamento sombrio e solitário do Batman, o senso de humor doentio do Coringa, a paixão maluca de Harley Quinn pelo palhaço e por aí vai. Além de encontrar inimigos e aliados no jogo, você também coleciona os perfis dos personagens e, no caso de alguns “habitantes” do Arkham, as fitas das entrevistas com os pobres psicólogos da instituição, que tentam dar jeito nas cabeças desses malucos. O que torna, aliás, a história ainda melhor.

O jogo tem, além da história principal, pequenas side quests, sendo que a solução das 240 charadas espalhadas através do jogo pelo (guess who?) Charada é fácil a mais divertida. Simplesmente não dá prá resistir em procurar as pistas espalhadas pelo jogo, até desvendar todas, que além de aumentar a porcentagem de jogo completa, ainda libera mais segredos e novos desafios. Alguns dos Challenge Modes só são destravados quando se encontra determinada pista ou charada.

O sistema de combate, as armas e os gadgets vão tendo up grades durante o jogo. Do Batarangue normal, por exemplo, você chega ao Batarangue com controle remoto, além de Bat Ganchos e até Bat Decrypters, para abrir portas eletrônicas criptografadas. Mas a porradaria é legal e os movimentos durante os combates são alucinantes. Tem soco, pontapé, contra golpes, saltos, rolamentos, enfim, Batman mostra que está pronto para a briga.

Mas nem só de briga vive o Morcego. Determinados momentos o melhor é ir na surdina, como Snake de Metal Gear Solid, e tranquilamente detonar os inimigos com take downs estratégicos, seja se aproximando sorrateiramente dos inimigos ou se pendurando em gárgulas, cercas ou escadas. As reações dos inimigos também são bem engraçadas, ainda mais quando vão vendo que os comparsas estão sumindo e eles vão ficando mais nervosos.

Aliás, para analisar inimigos e ambientes, Batman tem o Detective Mode, em que descobre paredes que estão a ponto de cair, dutos para se esconder, inimigos espalhados pelo cenário e, claro, para desvendar algumas pistas do Charada.

Depois de terminar a história (ou enquanto a faz), o negócio é cair nos Challenge Modes. São dois tipos: porradaria, em que o objetivo é derrubar seus inimigos com os maiores combos possíveis e fazendo muitos pontos com isso, e os Stealth, em que o negócio é detonar os capangas do coringa sem ser visto e de diferentes maneiras. O conteúdo disponível para download inclui fases como o Challenge Mode, além da possbilidade de jogá-los como o Coringa, não como Batman.

Por fim, para quem joga no PS3, tem os troféus que o jogo dá. Alguns são moleza, vão sendo ganhos conforme se avança na história. Outros são bem pentelhos, como fazer um combo de 40 hits ou um que envolva todos os movimentos de combate possíveis.

Enfim, é um jogão. Uma mistura de ação, stealth e uma pitada de Resident Evil, até. Um jogo daqueles que vale a pena detonar e mais de uma vez. Dos melhores do console e, certamente, o melhor já feito para um personagem que merece um jogo desse nível.

Agora que terminei o danado, posso dar mais atenção ao The Beatles: Rock Band. Logo dou uma idéia dele por aqui.

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O esporte favorito do brasileiro não é futebol, nem vôley e nem F1.O esporte favorito do brasileiro é cornetar o próximo. Seja porque o time dele perdeu, porque o pneu furou ou simplesmente porque tem inveja do que está sendo cornetado.

O cara mais cornetado do Brasil, faz tempo, é o Rubinho Barrichello. Injustamente, diga-se de passagem. Pense uma infinidade de brasileiros que passaram pela F1 e não fizeram metade do que ele fez. Há quem dirá que é porque não tiveram tempo, que é porque o Barrichello tá lá há dez anos e por aí vai. Bom, então, primeiro ponto favorável a ele. Ninguém fica mais de 1o anos numa categoria como a F1, e vivo, sendo ruim. Se ele está lá esse tempo todo, tem méritos. Não foi campeão, é verdade, mas pode ser um baita acertador de carros, se entenda com os engenheiros do time, enfim, sabe o que fazer para a equipe ter um carro legal. E que eu me lembre, só três brasileiros foram campeões do mundo e, sem demérito nenhum ao Barrichello, os três eram pontos fora da curva mesmo.

E não adianta falar que ele cagou tudo ontem e tudo mais, porque ele não perdeu o campeonato ontem. Lembremos que nas 7 primeiras corridas, o Button ganhou 6. E ele, no resto da temporada, ganhou duas. Das duas uma: ou ele tinha que ter ganho também 6 corridas, ou o Button não ter mais feito ponto nenhum o resto da temporada.

Agora, o mais engraçado, é que muito dos corneteiros gostaria de estar no lugar dele. Ou será que ganhar a vida viajando o mundo dirigindo um F1 é um trabalho tão ruim que mais ninguém quer. Sei que muita gente toparia e ainda faria uma ressalva, que é “ah, mas eu seria campeão”. Rá! Então tá, porque será que ele está lá e você não?

Outro cornetado, o Joel Santana, foi demitido do cargo de treinador da Seleção da África do Sul. Esse é outro que foi cornetado por conta da entrevista em “inglês” na copa das confederações. Aposto que metade (para ser modesto) da galera que riu do inglês dele, não entendeu a piada. Ou será que a população brasileira resolveu aprender inglês e eu nem percebi?

Cornetar é legal? Até é. Sempre saem piadas boas. O que não é legal é ser injusto. E nesse final de semana, que São Paulo, Corinthians e Santos, todos perderam, pelo menos não tem muito corneteiro à solta por aqui…

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Pois é. Depois de 8 anos de blogger, me rendi ao wordpress. O Esblogo original continua por aqui, por tempo indeterminado, mas as atualizações só serão feitas no endereço novo.

Então, atualizem aí os bookmarks, RSSs ou sei lá o que vocês tem aí. O novo Esblogo novo está aqui. Como diria o Yabu, NÃO PERDA!

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