Como já é tradição por aqui…

Viva eu, viva tudo, viva o Chico Barrigudo! Até porque, barrigudo eu também sou.

37 anos, com corpinho de 36.

Parabéns para mim, porque eu sou legal.

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Eu era adolescente quando a MTV começou a transmitir em São Paulo. E era uma MTV diferente, que passava coisa com música o dia inteiro, não ficava inventando moda e tentando ser uma “lançadora de tendências”, como é hoje. E acho que foi na MTV desse tempo a primeira vez que eu vi o ZZ Top. Gimme All Your Lovin. Clipe bacana, carrão do ZZ, mulherão, gracinhas, historinha. E rock’n'roll prá caralho!

Quando fui para a faculdade, tinha uma locadora de CDs lá dentro. Lembrando da MTV, aluguei um monte de CDs do ZZTop. Ouvi todos, gostei de todos, comprei todos. Ganhei um DiscMan (vai vendo a velharia) e ia viajar para Aguaí geralmente ouvindo o Eliminator, até hoje, um dos meus preferidos deles. Era eu no ônibus, pegando a estrada e ouvindo ZZ no volume estoura-tímpano até lá. Rotina repetida por anos, quase sempre com eles, quase sempre com um dos quatro CDs que eu mais gostava: Eliminator, Afterburner, The Best of e One Foot in the Blues.

O tempo passa, o tempo voa, o DiscMan virou iPod, de um CD no aparelho passaram a ser todos os que eles lançaram na carreira, e vamos que vamos. Da primeira vez que ouvi até ontem, pelo menos 20 anos.

Fiquei sabendo que eles vinham tocar no Brasil. Eu vou! Tenho que ir. É o ZZ Top, cacete. Quando vi um dos jornalistas que trabalham comigo na Band conversando com o Hudson, que ia abrir o show deles aqui, fui conversar com os caras. Resultado: o Hudson, gente fina prá cacete, me convidou para ir no show. E eu fui. Como convidado dele, com credencial All Access.

Era mais ou menos oito da noite quando eu cheguei no Via Funchal. Depois de um pequeno perrengue para entrar, lá vou eu, devidamente credenciado, para dentro da casa. Dei umas voltas, chequei o backstage, fui para a pista e assisti o show do Hudson. Confesso que estava com medo do show dele. O cara era de uma dupla sertaneja, abrindo o show de uma lenda do rock… Mas o cara mandou muito! Toca muita guitarra, arrepiou nos covers de Dio, Purple, Guns, Beatles e o show dele conquistou a galera que tava lá. Tomara que a carreira roqueira dele vá bem, porque o cara é gente boa e merece, porque gosta mesmo da parada! Acabou o show dele e corri para o backstage. Queria ver de perto.

Fecharam com umas grades, tipo aquelas de fila do playcenter, o caminho entre os camarins e o palco. Ali, só passava de fosse da produção dos barbudos. Logo chega Dusty Hill. Baixinho, meio gordinho, já dando os sinais que a idade está chegando. Frank Beard. Sério, tem pinta de caminhoneiro americano, daqueles de filme. Mr. Billy Gibbons, bem mais magro do que eu imaginava que ele fosse. Os roadies colocam os transmissores sem fio para o retorno. Alguém grita de perto do palco: “ALL SET”. Frank está sentado em uma caixa de equipamentos. Billy e Dusty chegam perto. Os três fecham as mãos e as juntam. Não falam. Não precisa. O jeito que um olha para o outro diz tudo.

A meio metro deles, eu tremia como se estivesse na neve. Era parte da história da minha vida, ali, no dia a dia deles, sem sequer imaginar como era importante para mim. Mas eu vi.

Desci correndo e fui para frente do palco. E pelas próximas duas horas eu estava de novo na estrada, ZZ Top estourando meus tímpanos e a vida era de novo só rock’n'roll.

Não vou escrever como foi o show. Já fiz isso, aqui, mas foi difícil. Uma coisa é fazer uma crítica de um show. Outra é falar como músicas que fazem parte da sua vida foram tocadas ao vivo, a alguns metros de você.

Foi perfeito. Foi para mim.

Presentaço antecipado de aniversário!

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Alguns sonhos são tão vívidos, ficam tão claros e marcados na cabeça que parecem que eu realmente vivi aquilo. E como o Morpheus explica para o Neo, se a realidade nada mais é do que sinais elétricos interpretados pelo seu cérebro, então eu vivi, mesmo.

Essa noite sonhei que eu estava editando uma passagem de um filme. Contextualizando o sonho: Eu era tipo o Tarantino. O filme era todo meu. Eu que escrevi, digiri e editei. Quem sabe um dia, né? Tem um absurdo no meu roteiro / sonho. A música. O Led Zeppelin até hoje só liberou uma música para trilha sonora de filme. Mas isso é outra história. Bom, contextualizados que estamos, AÇÃO!

Mais uma história de amor que não aconteceu

Ele dirige seu carro pelo trânsito da grande cidade. No rádio, Robert Plant canta “All My Love”. Ele acompanha a letra, obviamente pensando nela. Lembra dos momentos juntos.

Se conheceram por acidente. Ela estava numa visita profissional e esqueceu um cartão na empresa em que ele trabalhava. Ele, por engano, ligou para ela achando que era outra pessoa e passou uma baita vergonha no telefone, depois de algumas piadas achando que ela era outra pessoa. Depois, formalmente apresentados, tiveram um certo convívio profissional. Um dia, até conversaram sobre o primeiro contato. Divertido para ela, vergonhoso para ele. Ela diz que nunca imaginou que um começo daqueles viraria uma intimidade como as que ele tinham.

O convívio profissional ganha uma certa cumplicidade, até o dia em que ela passa a trabalhar para outra empresa. Uma despedida emocionada. Um tempo sem contato. Um encontro despretensioso, para falar da vida. Um beijo. Uma revolução.

A música vai acabando. Ele continua cantarolando, ainda pensando nela.

Pega o celular. Acessa os contatos. Para no nome dela.

Parado no trânsito da grande cidade, fita o celular, admirando o nome na tela, cantando com o Led Zeppelin.

“Sometimes… Sometimes…”

A música acaba. A cena também.

Não sei como o filme termina. Não sei nem como começou…

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Tem algumas coisas que a gente não sabe porque se lembra. São coisas tão pequenas, tão cotidianas, tão nada a ver, que não tem nenhum motivo especial para essa lembrança aparecer. Mas ela tá lá, guardada. Às vezes é um treco pentelho, às vezes é uma coisa engraçada, mas na maioria das vezes é só uma coisa que só faz sentido para você, mesmo.

Esses dias eu tava vendo a varanda de casa, olhando para o quintal, e lembrei de uma história que aconteceu justamente numa varanda, olhando para um quintal.

Quando entrei na faculdade, lá no clube de regatas Mackenzie, logo fiz um monte de novos amigos. Alguns deles perduram até hoje, outros sumiram na vida, alguns confesso que nem lembro mais que existem e a recíproca deve ser verdadeira. E tinha o Danilo, vulgo Danilão. Gente finíssima (apesar de palmeirense), que estava mais ou menos na mesma situação que eu. Calouro de Marketing, com uma irmã veterana em desenho industrial, já conhecia uma galerinha de lá e acabamos ficando bem amigos. Talvez ele nem saiba disso, mas ele é um puta cara. Era meio low profile, mas tava sempre agitando alguma coisa com a galera. E todo mundo aparecia. Era jogo de futebol, show, boteco, balada e, a preferida da galera, reuniõezinhas para tocar, cantar e tomar cerveja na casa dele.

Primeiro, porque a casa dele (dos pais, na verdade) era do caralho. Salão de festas, piscina, churrasqueira… Depois, porque a gente sempre se dava bem, ou armava a ponta para rolar sem platéia.

Numa dessas, tava lá a galera, a nossa de marketing e a da irmã do Danilão, de desenho. Ocorre que uma das amigas da irmã dele era um espetáculo. Mulherão de, se existisse na época, sair em site de ensaio sensual, sem photoshop. Acho que era Milena o nome da figura. Sol, verão, galera no auge dos hormônios na piscina, aquela coisa de faculdade. E eis que o Danilão desaparece. Dias depois, a história do sumiço.

O cara tava na varanda, com uma filmadora, digamos, detalhando a tal Milena para análise posterior. Nessas, aparece o pai dele, sem saber que ele tava filmando, cola do lado dele e manda: “Puta gostosa essa Milena, hein?”.

E o vídeo dele terminava com a própria voz: “PORRA PAI!!!!”.

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Não literalmente. Isso, só no sábado! ;o)

Mas hoje, quando li que Ronnie James Dio, com 67 anos, morreu hoje pela manhã por conta de um câncer de estômago, foi assim que me senti. Tudo bem que ele tinha 30 anos a mais que eu, mas e daí? Dio era uma referência do heavy metal. E mais um dos que me ensinou a gostar desse tipo de música. Já cansei de dizer, Iron Maiden e AC/DC foram as primeiras bandas que me lembro de ouvir e gostar. Depois acho que Scorpions, Twisted Sister (quem não gostava de Twisted Sister?), Ozzy e vamos que vamos.

Holy Diver

Holy Diver

E um dia um amigo me emprestou o primeiro disco que ouvi do Dio. Esse aí do lado. Holy Diver. Que discão. E mais, que baita música. Lembro que a primeira impressão que eu tive, ao olhar a cara do Dio na contracapa do disco (sim, era vinil, ainda não existiam os CDs) eu achei o cara muito bizarro. Achei que o cara tentava imitar o Ozzy, pensei, do alto da minha sabedoria dos 13 anos de idade, “não sei prá que me emprestou isso, deve ser uma merda”. E é claro que não era.

Ouvi Holy Diver quase até furar o vinil do meu amigo. O tal do Dio catava prá cacete. E mais, fiquei hipnotizado nessa capa. Ouvia a música e olhava para a capa, pensando quem teria criado uma coisa tão do mal que nem aquilo. Porra, um capeta gigante ia chicotear um padre com uma corrente!!!! E o Dio cantando, nem aí! Mas ainda assim, sempre achei que essa capa tem uma certa beleza. E é bem poderosa, isso eu não tenho dúvida.

Como sempre fiz, como sempre faço, fui tentar conhecer melhor o cara. Ouvi o que ele cantou com o Sabbath, a carreira solo e fui acompanhando, desde então. Nunca fui um fãzaço do cara, mas a história e a importância dele para o heavy metal eu não preciso nem falar. Mas confesso que acho mais natural Dio ter partido com 67 anos do que o Kurt Cobain com 27…

Minha última lembrança do Dio é ele no Tenacious D, quando o jovem JB olha para o poster dele na parede, junta as mãos e faz sua prece musical:

“Dio can you hear me?
I am lost and so alone…
I’m askin’ for your guidance,
Won’t you come down from your throne?”

Não sei o que acontece quando a gente vai, mas onde quer que Dio tenha chegado hoje, a Jam vai ser animada.

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Nasci, cresci e vivo em São Paulo, o que não é novidade para ninguém que vem aqui. Morei fora da cidade duas vezes, mas ela parece que me chama de volta, sempre. Estou mais do que acostumado com as coisas daqui, sejam elas boas ou ruins. Quem vive aqui aprende que horário marcado é mais uma referência do que uma obrigação, porque sempre acontece alguma coisa prá te atrasar ou adiantar no caminho. Sabe que tem que tomar cuidado sempre, porque sempre tem alguém te vigiando com intenções duvidosas. E sabe que qualquer coisa que você quiser fazer na cidade, você faz, seja correr de kart terça feira de tarde, seja comer cachorro quente na rua às 4 da manhã.

Mas uma coisa que eu não consigo me acostumar é a quantidade de gente que a gente não conhece, mas vê sempre, a ponto de criar um certo relacionamento, mesmo sem nunca trocar uma palavra. As pessoas que a gente não conhece, não sabe o nome, não sabe onde mora e nem o que faz, mas que sempre vê por São Paulo. Uma hora vê no ponto de ônibus, outra passeando no Shopping, outra caminhando no parque, às vezes simplesmente andando pela rua, perto da sua casa.

E não são, essas pessoas, aqueles com quem rotineiramente você tem contato, como o cobrador do ônibus, o porteiro de algum prédio. São pessoas aleatórias, que por algum motivo, a cidade coloca no seu caminho (ou você no dela). Eu tenho alguns exemplos que me lembro sempre.

Uma senhora, que aparenta ter por volta de 50 anos, sempre de tranças como maria-chiquinhas, que sempre vejo andando pelas calçadas, seja perto de casa ou perto de onde trabalho. Quando está frio, além das tranças-maria-chiquinhas, ela coloca um gorro rosa. Uma menina, que deve ter uns 25 anos (prá mim já é menina, rapaz) e que já encontrei em boteco podrão, restaurante mais ou menos e em livrarias. Lembro dela e sei que é sempre a mesma menina por causa de uma tatuagem de gato siamês que ela tem no braço direito. Um cara, mais ou menos da minha idade, que sempre que me vê fica me olhando intrigado. Como eu, deve pensar “eu sempre vejo esse cara e não sei quem é”. Já encontrei na Paulista, no Eldorado, em Pinheiros…

Acho que em qualquer outra cidade do país, em algum momento essas pessoas parariam e diriam “escuta, já reparou que a gente vive se encontrando?”, bateriam um papo e passarariam a ser, se não amigos, pelo menos, conhecidos. Em São Paulo, por algum motivo que ainda não entendo, são apenas rostos sem nomes. Parte do cenário. Aquele figurante que não pode ohar para a câmera. Parece que é mais divertido a gente simplesmente imaginar quem são aquelas pessoas, o que fazem, do que gostam, como vivem, do que efetivamente saber essas coisas.

A fantasia é um alívio, nessa cidade linda e cruel, onde a realidade nos atropela todo dia.

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De novo, o que não é lá nenhuma novidade, eu dei uma sumida do Esblogo. Muita coisa prá fazer, pouca disposição para escrever. Ainda mais para ficar se lamuriando que tem muita coisa prá fazer e pouca disposição para escrever, mas vá lá.

Mas ultimamente a coisa tem andado muito preta e branca na vida. Muito zeros e uns, poucas tonalidades, poucas variações. A cabeça muito cheia e não ter (ou não saber) onde despejar tanta coisa acaba dando aquela sensação de estar correndo atrás do próprio rabo. A impressão horrorosa de que fez, fez, fez e não fez nada, mesmo sabendo que fez para caralho. Saber demais e falar de menos, coisa que deixa a gente diferente.

Aliás, falar de menos. Quem me conhece sabe o quanto isso é difícil. E se está acontecendo, o quanto está difícil para mim. Mas é uma decisão que eu tomei e estou penando para seguir. Mas vou seguir. Me parece que às vezes eu passo a impressão errada. Meu jeito meio estabanado, brincalhão demais, se abre muitas portas e facilita muitas coisas, tem fechado outras e dificultado ainda mais para coisas importantes. Tem gente demais que confunde as coisas. Tem gente demais que acha que, por ser feliz, eu não sou sério. Não importa o quanto eu faça, o quanto eu trabalhe, o quanto eu me esforce, o quanto eu entregue, sou sempre visto, antes de tudo, como o cara legal, engraçadinho, dispensável. Infelizmente, vivo num mundo em que seriedade é sinônimo de chatisse.

O mundo (chato) em que vivo me deixou chato.

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O primeiro Final Fantasy que eu joguei foi o X. Depois de anos ouvindo todo mundo falar de Final Fantasy, filme e tudo mais, resolvi ver como era o negócio. E comecei pelo que eu, honestamente, acho ser o melhor FF de todos os que eu joguei. Tem uma história espetacular, personagens envolventes, jogabilidade de RPG de verdade e um final verdadeiramente surpreendente. A primeira cena do jogo, com o Tidus relaxando antes de um jogo de Blitz Ball me assustou. Nunca eu tinha visto “água” em um jogo que parecesse água, como nesse. E os Aeons, pelamor, o que era aquilo? Overdrive do Anima, Oblivion. Quem jogou sabe.

Depois tentei jogar o VII, VIII e IX, mas não rolou. Joguei o X-II, mas também não era nada demais. Apenas OK. O XI, online, nem vi. O XII eu gostei, mas acho que o principal, que é a história, não funcionou. Para um jogo desses você tem que se envolver com os personagens, afinal, vai passar algumas horas ali com eles. No FFX, por exemplo, joguei duas vezes. Uma deu 80 horas e outra 120.

Eis que esse final de semana comecei a jogar o Final Fantasy XIII, o primeiro para essa geração de vídeo games, o primeiro em HD. E nunca vi nada mais HD na minha TV. É algo tão completamente superior a qualquer outra animação que não sei nem com o quê comparar. A primeira impressão, até por causa disso, é ótima. O jogo começa e, como sempre, leva tempo para enteder a história e os novos termos relativos à ela e ao mundo onde se passa a trama toda. Em pouco mais de uma hora de jogo, somos apresentados mais a alguns dos personagens e menos à história.

Como sempre, o sistema de batalha é controverso. É uma mistura do ATB, conhecido da série, com o que se usava em Kingdon Hearts, em que você controla diretamente as ações do líder e apenas programa o comportamento dos demais. Achei bem interessante, mas até encarar algum BOSS prá valer e entender como dá prá combinar a estratégia das coisas, ainda é cedo para dar um parecer concreto sobre o sistema.

Até agora, está tudo lindo. Os personagens são carismáticos, a história parece ser engajante e o sistema de batalha, por mais que ainda novo, não é nenhum absurdo. E o visual é impecável. A Square sabe como criar um mundo como poucos por aí.

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E a Sony acabou de postar no blog oficial do PS3.

Para quem está com o inglês enferrujado:

“Como vocês devem estar sabendo, alguns usuários não estão conseguindo conectar à Playstation Network hoje. O problema está afetando os modelos que não o novo PS3 Slim.

Acreditamos ter identificado o problema e é causado por um bug na funcionalidade do relógio incorporado ao sistema.

Os erros incluem:

  • A data do sistema do PS3 pode ter sido alterada para 1 de janeiro de 2000.
  • Quando o usuário tenta logar na PlayStationNetwork, a seguinte mensagem é mostrada:  “An error has occurred. You have been
    signed out of PlayStation Network (8001050F)”.
  • Quando o usuário tenta iniciar um jogo, a seguinte mensagem de erro aparece na tela, e os dados sobre troféus porem desaparecer:  “Failed to install trophies. Please exit your game.”
  • Quando o usuário tenta ajustar data e hora do sistema pela internet, a seguinte mensagem aparece na tela: “The current date
    and time could not be obtained. (8001050F)”
  • usuários não estão conseguindo assisitir certos vídeos alugados na PlayStation Store antes de sua data de expiração.
Esperamos resolver esse problema nas próximas 24 horas. Enquanto isso, se você tem algum modelo que não seja o Slim, aconselhamos a não tentar usar seu PS3, porque isso pode resultar em erros em alguma funcionalidade, como a gravação de troféus e não conseguir recuperar certo tipo de dados.
Como mencionado acima, por favor esteja avisado de que o novo PS3 Slim não está sendo afetado pelo erro. Estamos fazendo o melhor para resolver o problema e nos desculpamos por qualquer inconveniência causada.

Para as últimas notícias sobre esse assunto, continue lendo o PlayStation.Blog ou PlayStation.com.”

Pois é. Agora é oficial. Foi o bug do ano bissexto no PS3.

Ou como diria o Marcelão, o estigário que programou o clock do PS3 está apanhando.

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Inúmeras são as teorias conspiratórias sobre o maldito erro 8001050F que os PS3 do mundo inteiro começaram a ter na noite passada.

A teoria mais aceita até agora é que o PS3 foi lançado em 2006 e esse é o quarto “28/02″ dele. Logo, interpretou como ano bissexto e ferrou tudo. O conflito de datas PS3/servers de troféus, DRM e PSN teriam causado o problema.

Mas ainda é tudo especulação. A Sony só se pronunciou oficialmente pelo Playstation Blog, mas não disse nada além do que a gente já sabia. PS3 “gordos” não funcionam, os Slim de 180 e 250 giga não estão sendo afetados.

Acredita-se que um update para arrumar o problema sairá essa semana, mas deverá ser baixado em um PC e instalado no PS3 através de um HD externo ou Pen Drive, visto que o bicho não consegue conexão com a PSN.

A boa notícia: no site da Sony ainda aparecem os troféus que sumiram do meu PS3. Pelo jeito, todo mundo que perdeu algum arquivo da PSN vai conseguir reavê-lo. Só troféus que não sincronizaram, aí ferrou, mesmo.

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Troféus no PS3
pauloegarcia
Passado