O dia que eu esticar as canelas, quero que escrevam no pote de nescau com as minhas cinzas, antes de tacarem em algum lugar por aí: “Aqui estão as cinzas do Paul, que foi um cara feliz!”. Decidi muito cedo na vida lembrar só das coisas boas e, para mim, esse é o segredo da felicidade. Aprender com as coisas ruins, lembrar só das boas.

Nasci em São Paulo, numa tarde chuvosa de um já longínguo 22 de maio, morei em São Paulo praticamente a vida toda, com escapadas para Aguaí e Petrópolis. Apesar de ter morado só em três cidades, conheço umas seiscentas por aí. Do extremo sul do Brasil ao hemisfério norte, conheci cidades das mais lindas e outras nem tanto, mas todas sempre muito interessantes.

Toco guitarra desde os 15 anos. É uma daquelas coisas que um dia você descobre que não pode viver mais sem. Quando me imagino velhinho, é morando em alguma cidadezinha à beira do mar, acompanhando as ondas com o meu violão.

Casado desde 2003 com a Dé e pai do Pedro, a melhor coisa que já me aconteceu na vida. A gente ainda tem o Buster, uma Basset Hound folgado que só e a Duda, uma vira lata que protege a nossa casinha, que está sempre cheia de grandes amigos e muita alegria.

Meu hobbie mais antigo evoluiu comigo: o video game. Desde o Atari 2600 não largo essas coisas. O mais recente é o PS3, mas sei que daqui a pouco vem o PS4, 5, 18, sei lá, e com certeza estarei jogando. É outra coisa que sei que farei até quando for velhinho, morando na praia e tocando violão.

Esposa, filho, música, games, viagens e boa comida. Coisas simples que fazem uma vida feliz.