Archive for the ‘Web afora’ Category

Com o perdão do trocadilho, o Submarino, a loja virtual que eu mais confiava e usava até hoje, está indo para o buraco.

Nunca, nem em lojinha online de fundo de quintal, Mercado Livre e tudo mais, eu tive TANTO problema. Vamos à história:

Dia 12 comprei um HD externo de 1TB no site. Paguei no cartão de crédito. Recebi um e-mail que a compra estava aprovada e receberia o produto no dia 13. Dia 14 ainda não tinha recebido. Hoje, dia 15, me ligam da recepção do prédio que tinha uma encomenda para mim lá, do Submarino.

Terminei uma ligação e fui lá buscar a encomenda. Cheguei lá e o cara não estava. Perguntei para a menina da recepção e ela me disse que o entregador disse que eu demorei demais para ir buscar o produto, que tinha mais o que fazer E FOI EMBORA, tipo, pau no cu do cliente que paga o meu salário.

Liguei para o Submarino e contei o acontecido. Óbvio, ninguém resolveu nada. Falaram que iam entrar em contato em até 24 horas para TENTAR ENTENDER o que tinha acontecido. Eis que acabo de receber um e-mail falando que como eu RECUSEI o pedido, ele voltou para o estoque e vão entrar em contato comigo para ver como cancelar a compra.

Tentei ligar de novo agora e desligaram na minha cara, antes de me atender.

Acabei de ligar para um diretor de lá que eu conheço, prá ver se resolve. Senão, nunca mais.

Todo mundo sabe que a Dé faz um monte de artesanato, que eu já contei por aqui. E uma coisa que ela sempre quis era mostrar para todo mundo as coisas que ela faz.

Com o tempo, ela começou a ver um monte de blog, fotoblog, site, whatever, de gente mostrando os artesanatos, alguns muito piores dos que as coisas que ela faz. E além de mostrar, a turma toda vendendo ou aceitando encomendas das coisas que mostravam.

Aí a Dé tomou coragem, me botou prá trabalhar e montamos os site dela. E eu acho que ficou bem legal.

Então, larga de ser folgado, pega esse mouse ensebado aí e clica aqui prá conhecer o Coisas da Dé, e vê se contribui para o orçamento doméstico.

E é o primeiro site com a assinatura da 5150, minha empresa de internet! Ó que xik!

Tudo era bom, e azul, e calmo como sempre, até que um nego inventou o Orkut. Criaram-se conceitos para explicar, ferramente, rede, inovação, vamos todos pagar pau para o Orkut, afinal, o Google vai comprar. Comprou. Sucesso escandalizante. Não existe outro assunto no mundo.

Qual o seu orkut? Tá na comunidade do Chaves? Vi a foto do seu perfil e gostei de você. Pode me add? Vamos todos dar as mãos e brincar de Orkut. O sucesso gerou clones. Melhores, piores, diferentes, iguais, my space, tagged, facebook, sei lá mais quantos e com que funcionalidades. Era o boom das redes sociais. Um dia eu tava vendo The Big Bang Theory e um nerd pergunta para o outro: quantos amigos você tem? E ele: 478 no My Space! E quantos você já viu pessoalmente? Pausa e risadas da claque.

Meu círculo de amizades conta com umas 40 pessoas. Bem menos que Orkut, Twitter, Facebook ou whatever. Isso porque eu não entro em todas as redes que me convidam e nem participo ativamente das que já estou. Porque eu acho que é exatamente isso que o nerd fez piada. Amigo prá mim é o que vai comigo no boteco, pede ajuda quando precisa ou me ajuda quando eu preciso, que a gente se vê, se fala, sabe como é a cara de ver ao vivo, e não pela foto no profile.

Eu acho que o cara que está trancado em casa, abduzido na frente de um computador, mesmo que seja em uma rede social, é um cara anti-social. Então, se é a rede que faz isso com ele, é uma rede anti-social. Nesse caso, a melhor coisa é aproveitar o conselho do Ballona e ter uma vida!

Eu sempre fui contra o que se convencionou chamar de inconsciente coletivo. O que a maioria do pessoal usa, eu não uso. O que a maioria gosta, eu (geralmente) não gosto. Na alardeada guerra dos browsers, sempre foi assim. O que a maioria usava, eu não usava. Todo mundo usava o Netscape e eu usava o Opera. Todo mundo no IE e eu no Firefox. Agora eu estou meio puto com o Firefox. O bicho anda dando uns paus nada a ver, fechando do nada.

Aí, comecei usar o Safari, que eu acho meio lento. Mas entre estar um pouco mais lento e muito mais estável, vou no mais estável.

Quando o Firefox fizer a próxima atualização, eu volto prá ver como está.

Sim sim, estou polêmico.

Não contente em escrever o post abaixo, ainda deixei um comentário no blog de um amigo com a opinião a respeito.

Ele é meu brother, mas não sei o que vai achar da minha opinião (ainda mais que falei que essa coisa de blogueiro e mídia ficarem se estranhando é uma babaquice), mas pelo menos o blog dele é sério e resolvi falar o que pensava.

Tomara que sirva para alguma coisa.

Eu pensei num post gigante, falando de como eu acho que blogueiro que se acha empresário da internet é uma besta quadrada, com razões científicas, fatos econômicos e modelos de negócio para comprovar minha tese, mas aí desisti e vi que não vale a pena.

Quando o cara transcende o próprio propósito do blog (ou de qualquer outro meio ou veículo, na verdade) e passa a usar esse espaço para se vangloriar de como ele ou o blog que ele faz é chique, da moda, útil, valoroso, o melhor dos melhores, ele perde a razão de ser.

Existem vários blogs que eu adorava ler. Desencanei depois que começaram a se achar mais do que realmente eram. Enquanto eram engraçados, informativos e úteis, eu lia. Quando passaram a ser uma ode ao próprio umbigo, fui embora. Afinal, queria ler a piada, a informação, e não alguém se vangloriando de como eu e meu blog somos os geniais centros do mundo.

“Mas você tem um blog!”, diriam alguns. Sim, tenho. Como já disse várias vezes aqui, não sei nem se tem alguém lendo. Faço para me divertir, para desabafar, até para fazer as minhas gracinhas, mas mesmo fazendo isso desde 2001 (caceta, quase 7 anos de blog) não acho que sou um pioniero da blogosfera (outra palavra que odeio) ou sei lá que merda.

Só me vanglorio, sim, de ser o melhor Blog sobre nada, desde o começo. Não tem nenhum tema específico, não tem censura, não tem periodicidade… Como bem defende o título que eu mesmo me dei, não tem nada! :o )

Aliás, já gastei espaço demais nesse assunto. Deixa prá lá.

Prá quê ter um site da sua empresa, se ela não vai usar o site para nada? Essa é uma pergunta que eu me fiz depois de comparar duas empresas do mesmo ramo e o atendimento que as duas me deram pelo site.

Eu tenho um violão da Del Vecchio, que na verdade é do meu pai e que eu queria restaurar. Entre no site dos caras, mandei um e-mail para ver se eles mesmos fariam a tal da restauração e nada dos caras me responderem.

Aí um dia desses, quebrou uma das tarraxas o meu outro violão, da Crafter. Procurei em tudo quanto foi loja da Teodoro Sampaio a danada da tarraxa e nada. Aí eu mandei um e-mail para a Crafter lá nos Estados Unidos pedindo a tarraxa. Os caras me responderam onde achar em menos de um dia.

Resultado: eu, que adorava a Del Vechhio por causa do violão, peguei bode por causa do site…

Vejam essa declaração, que li hoje na Computer World:

“O Brasil sofre falta de banda larga. O que existe é um sistema discado sofisticado, com 500 Kbps de velocidade, para o qual as operadoras só garantem 10%”.
Luis Cuza (Presidente da TelComp)

Não conheço nem o cara nem a empresa que ele preside, mas já virei fã dele. Finalmente alguém resolveu tratar a bnda larga no Brasil como ela é. Uma enrolação.

Esse papo mesmo dos 10%, ninguém explica. Mas é o seguinte: isso é uma relação de compartilhameto de banda. Para cara 10Mbps que a empresa vende, ela compra 1Mbps. Logo, se você compra 1Mbps e está sozinho, a banda é toda sua. Se mais uma pessoa na mesma central que você conectar, sua banda é dividida por 2 (considerando que os dois estão usando ao mesmo tempo, claro). E assim vai. Quando todas as pessoas que tem comprados os 10Mbps conectam e usam ao mesmo tempo, estarão, na verdade, compartilhando 1Mbps, ou seja, 100Kbps para cada um. Considerando que a velocidade média da banda larga vendida no Brasil é de 500Kpbs, a velocidade garantida é de 50Kbps, sendo que a velocidade de uma conexão discada é de 56Kbps.

Como aumentar a banda que temos no Brasil? Bom, como tudo que tem que ser popularizado, gerando demanda. Quanto maior a demanda de banda do varejo, mais barata ela deve ser no atacado, pelo menos é o que nos diz a teoria econômica. Quando uma pessoa precisa de banda de 50Mbps, as empresas tem que cobrar muito para viabilizar a instalação desse tanto de banda, equipamento e tudo mais. Agora, se 1000 pessoas querem 50Mbps, os custos são diluídos entre as 1000 e o preço para cada um deles tem que ser menor. Com o perdão do trocadilho e da rima zuada, gerar demanda vai gerar mais banda! Certo?

Talvez. Não custa lembrar que em 1999, 2Mbps dedicados custavam cerca de R$24K. Hoje quando custa mais de R$2,2K, a operadora tem dificuldades de vender. É o exemplo factual do que eu falei: quando só UOL, Bradesco, Mandic, Petrobrás e o Banco Central tinham 2Mbps de link, custava R$24K. Hoje, qualquer empresa tem 2Mbps, custa R$2,2K.

Mas entra aí uma relação ovo-galinácea: Não temos aplicações que demandem banda porque não temos banda o suficiente, ou não temos banda porque não temos aplicações que a demandem? Para quem gera o conteúdo, uma aplicação que demande muita banda é um risco, pois tem que contratar mais banda no IDC para suprir a necessidade dos usuários que, sem banda suficiente em casa, deixam de utilizar o serviço pela percepção ruim do mesmo, e não por conta da banda baixa contratada da operadora. Ou seja, é um risco que não é compartilhado com ninguém.

A solução para o problema? Mobilização dos usuários, pedindo mais banda, maior garantia dessa banda para que, no futuro, possam utilizar as aplicações que demandem minimizando o risco dos empreendedores. Mas não sei se essa mobilização é possível. Ainda mais que, dos 32 milhões de internautas que temos no Brasil, apenas 5 milhões tem a banda “pseudo” larga.

Eu já faço isso, infernizando a Telefonica. Se todo mundo fizer o mesmo, quem sabe essa história não muda rápido, e chegamos a, pelo menos, ser como EUA e Europa, em que conexões domésticas de 1,2Mbps e 1,5Mbs são comuns. Olha que eu nem quero ser como uma Coréia, que os caras tem 50Mbps em casa…

E eu nem estou falando da bebida energética. Estou falando do time de F1 principal deles, o Red Bull Racing Team, carinhosamente chamado pela Globo de RBR, para não falar o nome da bebida no ar (o que me deixa puto, já que os caras pagam uma baita grana para divulgar a marca, mas isso é outro papo).

Eles fizeram uma promoção para o GP da Inglaterra, que é amanhã, que todo mundo que doasse 10 Libras teria o direito de colocar uma foto no carro dos dois pilotos do time. 30 mil pessoas colocaram fotos lá e a grana vai para a fundação Wings For Life, que é uma entidade que apóia pesquisas para problemas de lesão na coluna.

Parece que tem algumas coisas interessantes nas fotos, que não são só dos doadores da grana, como também imagens de ultrassom de bebês que ainda não nasceram, fotos do pai do David Couthard e até alguns jumentos que o Mark Webber cria em uma fazenda dele, na Austrália.

Dá prá ver o carro no GP, amanhã, ou no site da Red Bull Racing, que é bem legal, diga-se de passagem.

…computador novo!!!

Cara, como eu adoro tecnologia. Acabei de pegar meu micro novo aqui na Band, e é legal demais. Um Sony Vaio com 2G de RAM, 200G de HD, coisa linda de Deus. E etou curtindo demais o Windows Vista. Realmente, parece que com máquina para aguentá-lo, ele é legal.

Até achei que ele parece muito (visualmente) com o Mac OS, mas as frescurinhas é que são legais. Janelinhas transparentes, widgets, várias coisas inúteis, mas que são legais demais.

Só que tem que aprender de novo a usar o Windows, que apesar de legal, o Vista é bem diferente do XP. Mas é batuta.

E vamo que vamo.

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