Archive for the ‘Histórias’ Category
Domingo de emoção na Maison du Paul.
Eu estava arrumando algumas coisas em casa, coisas típicas de se fazer domingão. Colocando uma lâmpado no corredor do quintal, trocando uma torneira na cozinha, essas coisas. E como sempre, para esses momentos de lazer, chamo alguém com capacidade manual para tais afazeres maior que a minha. Que pode ser qualquer um, na verdade, já que sou um zero à esquerda para essas coisas, mas meu alvo predileto é o meu pai.
Depois de sofrer por mais de hora para descobrirmos como está funfando a instalação elétrica de casa para conseguir ligar a tal da lâmpada, ele (o pai) estava parafusando os fios no interruptor e eu sentei na rede para observar. Sentei, não deitei. Ainda bem. Senti alguma coisa cair na rede. Era pesado demais para ser uma folha, mas ainda não tem nenhuma fruta nas árvores de casa. Olhei para o lado e lá estava ele. Um rato. Olhando prá mim. Se eu estivesse deitado, teria caído na minha cabeça. Levantei da rede tão rápido que nem eu sabia que era possível.
Enquanto o rato voava, fruto do tranco que dei na rede para levantar, corri prá pegar uma vassoura. A Dé, de dentro de casa, correu para fechar as portar. Voltei com a vassoura procurando o danado e meu pai me avisou que ele estava escondido atrás de uns enfeites do jardim. Cutucou os enfeites e o rato saiu. Primeira tentativa de vassourada e ele desviou. Correu para o corredor que vai para a rua, onde estávamos instalando a lâmpada.
E eu, vassoura em punho, correndo atrás dele. A hora que ele viu, lá na frente, os dois cachorros, mudou de rumo e voltou correndo para cima de mim. Errei outra vassourada, pulei o rato que vinha em minha direção. Esquema Matrix, Jet Lee, Kung Fu Panda. Virei e pimba, outra vassourada. Essa foi certeira. E o rato, tadinho, morreu.
Meu pai, que até o momento só ria, me falou: dá outra, que ele tá só fingindo. Fingindo nada. O bicho tava até com tremilique, já. Recolhemos o corpo do danado e voltamos à vida normal.
Antes de voltar para a rede, me certifiquei que a chuva de ratos tinha acabado.
Tem algumas coisas que a gente não sabe porque se lembra. São coisas tão pequenas, tão cotidianas, tão nada a ver, que não tem nenhum motivo especial para essa lembrança aparecer. Mas ela tá lá, guardada. Às vezes é um treco pentelho, às vezes é uma coisa engraçada, mas na maioria das vezes é só uma coisa que só faz sentido para você, mesmo.
Esses dias eu tava vendo a varanda de casa, olhando para o quintal, e lembrei de uma história que aconteceu justamente numa varanda, olhando para um quintal.
Quando entrei na faculdade, lá no clube de regatas Mackenzie, logo fiz um monte de novos amigos. Alguns deles perduram até hoje, outros sumiram na vida, alguns confesso que nem lembro mais que existem e a recíproca deve ser verdadeira. E tinha o Danilo, vulgo Danilão. Gente finíssima (apesar de palmeirense), que estava mais ou menos na mesma situação que eu. Calouro de Marketing, com uma irmã veterana em desenho industrial, já conhecia uma galerinha de lá e acabamos ficando bem amigos. Talvez ele nem saiba disso, mas ele é um puta cara. Era meio low profile, mas tava sempre agitando alguma coisa com a galera. E todo mundo aparecia. Era jogo de futebol, show, boteco, balada e, a preferida da galera, reuniõezinhas para tocar, cantar e tomar cerveja na casa dele.
Primeiro, porque a casa dele (dos pais, na verdade) era do caralho. Salão de festas, piscina, churrasqueira… Depois, porque a gente sempre se dava bem, ou armava a ponta para rolar sem platéia.
Numa dessas, tava lá a galera, a nossa de marketing e a da irmã do Danilão, de desenho. Ocorre que uma das amigas da irmã dele era um espetáculo. Mulherão de, se existisse na época, sair em site de ensaio sensual, sem photoshop. Acho que era Milena o nome da figura. Sol, verão, galera no auge dos hormônios na piscina, aquela coisa de faculdade. E eis que o Danilão desaparece. Dias depois, a história do sumiço.
O cara tava na varanda, com uma filmadora, digamos, detalhando a tal Milena para análise posterior. Nessas, aparece o pai dele, sem saber que ele tava filmando, cola do lado dele e manda: “Puta gostosa essa Milena, hein?”.
E o vídeo dele terminava com a própria voz: “PORRA PAI!!!!”.
Hoje saímos para almoçar, eu, China e Mau. Fomos em um Lig Lig aqui perto da Band. Depois de muito arroz chop suey, filet lig lig e biscoitinho da sorte, estávamos caminhando de volta para o escritório quando vimos, parado em frente ao supermercado, um carrinho distribuido biscoitos do Daltony. Claro que, imediatamente, paramos para tirar umas fotos.
Aí vimos uma baita galera do supermercado olhando para a gente e rachando de rir. Nisso, um senhor de cabelos brancos vem em nossa direção e foi imediatamente reconhecido pelo China, que exclamou: CARALHO! É O DALTONY!
Me aproximei calmamente e iniciei o seguinte diálogo:
Paul – O senhor é o Daltony?
Daltony – Sou.
P – I make it myself?
D – ahahahahahah, isso!
P – Caramba, somos fãs do seu site.
Aí ele começou a rir e nos contou várias histórias. Que dá entrevistas para US&A e Japão por causa do site, perguntou com o que a gente trabalhava e tudo mais. Disse que a gente trabalha com internet e ATENÇÃO: Ele disse que em janeiro vai procurar alguém para desenvolver o novo site dele. Uhu! \o/
Perguntou se a gente só conhecia o site, se já tínhamos experimentado os biscoitos, que são uma delícia. E aí já nos contou sobre seu novo produto: biscoitos de polvilho em formato de castanha de caju! Mandou o funcionário pegar um pacote para cada um de nós. Contou que uma vez estava no avião e deram uma castanha para ele, mas estava passada, com gosto muito ruim. Aí ele disse que teve essa idéia, mas que não foi nada fácil, porque ele deve que desenvolver o bico para que a máquina pingasse direitinho no formato.
Depois de alguns minutos de puxação de saco descarada, nos despedimos. Nós voltamos para a Band e ele seguiu seu caminho, não sem dar uma buzinadinha para a gente.
Dia 18 de novembro de 2008. O dia que conheci o homem, a lenda, o mito. O Daltony!
Hoje foi um dia estranho. Mas num sentido bom. Foi um dia muito legal e, apesar de não ter nada a ver, meio Ferris Bueller, não pelas situações, mas por como começou o dia. Na verdade, cabulei o trabalho hoje. Tava com uma baita dor de ouvido, dormi mal prá cacete de noite e acordei ainda zuado. Tanto que a Dé e o Pedro foram lá me acordar e eu não consegui nem olhar direito para os dois. Estava totalmente grogue, de ficar acordando a noite toda com umas pontadas no ouvido. Depois que consegui levantar, tomei um banhão, tomei uns remédios, liguei para o pessoal avisando que não ia para o escritório hoje, mas que ia trabalhar de casa.
Peguei meus e-mails, mandei outros tantos, pedi para fazerem para mim o que eu não poderia fazer lá pessoalmente e lá por umas 11 da matina a Dé veio me pedir para a gente ir ver uma escolinha para o Pedro. Chegamos na escolinha, que é na rua da nossa casa. Não da casa que a gente mora, mas na rua da casa que a gente vai morar. Aí pedimos para conhecer a escolinha, veio uma senhora e disse que nem a diretora e nem a coordenadora estavam, mas ela ia mostrar a escola para a gente.
A escolinha, mesmo, não tem nada demais. Aliás, se for para ser bem honesto, ela é até meio feinha. Mas o entusiasmo da mulher que tava apresentando a escola para a gente era louvável. Depois de mostrar a escola toda, paramos na salinha da diretora para ver preços e tudo mais. Primeiro descobrimos que ela é de Uberaba. Ao perceber o sotaque de Minas, eu perguntei de onde era. Aí a diretora da escola chegou e ela é a filha da senhora que estava mostrando a escolinha para a gente. Que fala que não é nada, mas é a dona da escolinha. Que ficou olhando o Pedro até a hora que pediu para ficar com ele no colo. E eu dei o Pedro prá ela segurar, feliz da vida, por um motivo muito simples. Além de todas as crianças da escola chamarem ela de vó e gostarem dela, ela chama Ivone. Tá, e daí? Daí que a MINHA babá quando eu era pequeno também chamava Ivone. Claro que a gente vai ver outras escolinhas, mas o clima dessas já deixou a gente pendendo para o lado dela. Ainda mais porque a outra escolinha que a gente foi nem deixou a gente entrar.
Aí, no meio da conversa, a dona Ivone fala que só vai fechar a escolinha 10 dias durante as festas, porque tem umas reformas para fazer, mas que é rápido e que o pedreiro é o irmão dela. Rá. Na hora, eu falei que estou precisando de um pedreiro, que morava na mesma rua da escolinha e que era coisa simples. Marcamos para o final do dia de ir lá com ele. E no fim, o que o último filho da puta pediu 8 paus prá fazer, sendo que 6 mil era mão de obra dele, esse pediu um preço totalmente justo. E fechamos de fazer a reforma que a gente queria para poder mudar para a casa nova.
No fim, um dia que começou todo errado, com dor de ouvido e falta no trampo, acabou legal, com grandes chances de termos achado uma escolinha para o Pedro e com a reforma da casa, pelo menos o que a gente queria prá começar, parecendo que vai sair. Legal!
Tem uma história que aconteceu a pouco tempo, mas que para mim virou um exemplo de otimismo. Ou falta de noção, mas que é uma história batuta, é. Meu avô, de quem herdei o nome (mais sobre isso depois), estava conversando com a minha irmã no casamento da minha prima mais nova, que os dois foram padrinhos juntos. Como o véio só tem neta puxa saco, ele foi padrinho das três, e era justamente esse o assunto da conversa.
Minha irmã falou para ele: “Aí Vô, padrinho das três netas, agora acabou, não tem mais nenhuma para ser padrinho!”. E ele, do alto de seus noventa e dois anos, aponta para a bisneta, de 5 anos e manda: “Nada, ainda falta a Luiza.” Cara, isso que é otimismo. Claro que ele falou como piada, que me deixa ainda mais orgulhoso do véio, que nessa altura da vida tem um senso de humor melhor que o de muita gente por aí. Até melhor que o meu, atualmente, mas esse não é o caso.
Sobre o nome, que herdei do véio, muita gente pode perguntar “ué, mas seu pai também não tem o seu nome?” Tem, mas pelo que me consta, o dele também é por causa do avô dele, não por causa do pai. Se eu não estiver falando nenhuma besteira, acho que ele é o único Paulo na família que não tem um neto Paulo. Pelo menos por enquanto! ;o) A história que eu lembro de ouvir é a que diz que só sou Paulo em homenagem ao meu avô, porque senão ele não teria um neto com o nome dele e tal. E como neto homem mais novo, é verdade. Se não fosse eu, não era mais.
Agora é juntar o otimismo e presença de espírito do véio e fazer jus ao nome. Como eu sempre digo, tem duas coisas que ninguém nunca vai poder tirar de mim. Meu nome e meu conhecimento. E com isso, dá prá conseguir todo o resto.
Um dia eu recebi um e-mail da AMEX falando que como eu sou um cara legal que tem o cartão deles, eu seria um dos primeiros caras a comprar o iPhone 3G da Claro, com condições especiais e o yada yada yada de sempre e que era só eu ligar 1052, digitar a opção 3 e meu código de 8 dígitos do e-mail que PUMBA! Eu seria o feliz proprietário do objeto de desejo do momento.
Claro, liguei. Deu pau. Não existia a opção 3. Falei com outro cara que recebeu a mesma coisa e ele disse que também tinha dado pau. No dia seguinte, liguei de novo, só prá reclamar que merda era essa de receber uma promoção que não existia. Só que aí ela existia. Só que pegaram meus dados e ficaram de me ligar depois, em até 60 dias, com preços e condições de plano e tal. Até perguntei para a menina: minha filha, como vou ser um dos primeiros, se começa a vender amanhã e eu só vou receber o contato em 60 dias. Isso é propaganda enganosa. É só porque eu sou preto! Claro que ela deu 1500 desculpas, falou que não era nada disso, que era a rotina da venda do aparelho e tal e beleza, ficou por isso mesmo.
E não é que me ligaram hoje? Me passaram as condições e até que era legal. Resultado? Comprei a porra do iPhone 3G. Mas beleza. Pelo menos agora vou ter um chip 3G, prá usar tanto com o iPhone como com o N95. Que é claro que vou ficar com o N95, que tem uma puta câmera e um GPS batuta.
Ou vendo o iPhone para o Persio, com um pequeno ágio!
P
Está inaugurada a Agência de detetives Esblogo-Doo, graças ao talento nato deste que vos escreve para elucidar mistérios sem solução.
Aconteceu em Passo Fundo:
Numa noite fria de terça-feira, um gaiato aproxima-se de um Monza estacionado próximo a um bar, arromba a porta e leva o carro. Minutos depois, estaciona o carro e liga para a polícia. Mas não, não era para se entregar.
Guarda: – Delegacia de Polícia de Passo Fundo, boa noite!
Ladrão: – Tchê, eu acabei de roubar um carro, e eu não tinha visto, mas tem um piazinho dormindo no banco de trás. Então eu deixei o carro do lado do posto do fulano, perto sei lá de onde.
Guarda: – Ah é?
Ladrão: – Isso, tá lá. Manda alguém buscar, mas EU NÃO TINHA VISTO A CRIANÇA, viu? E avisa o filho da puta do pai que a próxima vez que ele deixar o piá no carro para ir no bar eu mato ele.
Guarda: – Tá, vou mandar buscar o carro.
Ladrão: – Mas avisa o pai, que na próxima eu vou atrás e mato ele.
Guarda: – Tá.
A polícia de Passo Fundo encontrou mesmo o carro, com o menino, de 5 anos, dormindo no banco de trás. Durante toda a “aventura”, o menino não acordou. Troféu Morfeu para ele. A mãe, que estava com o padrasto do menino vai ter que se explicar para as autoridades. E a polícia ainda não tem pistas de quem é o ladrão. Mas eu sei quem é.
Prendam o Assistente Social.
Mistery Solved!
PS: Imagina o susto dessa cretina dessa mãe a hora que chegou no lugar que o carro (e o filho) deveria estar e não achou nada. Bem feito.
PS2: Essa história é real, aconteceu mesmo essa semana em Passo Fundo, apesar de parecer sacanagem minha.
PS3: Imaginem, vivemos num país em que os ladrões tem mais ética que muita gente.
Velhos tempos de muito trabalho e muita canseira, relembrados essa semana. Tudo começou na semana passada, quando, de susto, o pessoal negociou um pocket show do Bryan Adams aqui na Band. Me chamaram e deram a missão: inventa uma promoção agora prá trazer 11 pessoas (porque o disco novo do cara chama 11) para o show do cara. Essas 11 pessoas, mais duas do Vale do Paraíba (onde a Band é BEM forte) e mais 7 sorteados por programas de TV, serão os únicos 20 fãs que verão o cara no Brasil, porque ele só vai tocar aqui.
Bom, missão dada, missão cumprida. Quinta de noite, a promoção entrou no ar na Band FM, no site da Band e no provedor de internet grátis que a gente montou, o iBand. Até terça feira eu tinha que arrumar 11 ganhadores para a promoção, passar para a divulgação na rádio e na quarta, ontem, de noite, todo mundo aqui para ver o show do cara.
Cheguei aqui ontem 8:30 da manhã, liga prá todo mundo, confirma, desconfirma, muda de ganhador até que, finalmente, perto de 9 da noite, eu tinha embaixo da minha asa 13 pessoas para assistir o show. Recomendações, instruções e lá vamos nós. Preciso confessar que me surpreendeu. O show foi legal, o cara é carismático prá cacete, tratou o pessoal da promoção super bem, entre uma música e outra sempre conversou com os caras, dedicou música para alguns deles, foi muito bacana. No final, segurar a turma no palco, tirar fotos com o cara e a hora que ele olhou para a minha cara, a única coisa que me passou na cabeça dizer foi: “Thank you very much. These guys really love you”. Ele apertou minha mão e respondeu: “So, they gotta thank you, too.” Levei a turma para uma sala fechada, entreguei os CDs que ele autografou para cada um deles e fiquei esperando com eles enquanto pais, mães, caronas, namorados e namoradas vinham buscar a turma. Eram mais ou menos 23:40 quando eu fui embora. Cansado, com fome, com sono, com dor no pé…
Mas com a mesma sensação que eu tinha há 13, 14 anos atrás, quando estava na 89: a de que, mais do que ter cumprido a minha obrigação, fiz parte da vida de 13 pessoas, que quando lembrarem desse dia, vão olhar as fotos e pensar no cara que fez acontecer.
Priceless.
Tava lendo os caras que eu sigo no twitter e tinha um post do Forlani, falando que ele recebeu um SMS por engano. Aí lembrei de uma história que aconteceu comigo, também de SMS por engano. Até a hora que a Dé pegou o meu celular e acabou com a palhaçada.
Tava tranquilão no escritório um dia, apita o celular com um SMS. Abri:
“Meu amor, a noite de ontem foi ótima. Te amuuuuuuuu.”
Eita! Nem a noite tinha sido ótima (pelo menos não por minha causa) e nem a minha mulher me manda uns “te amuuuu” emo desse jeito. Ela só me manda SMS em Português, não em “miguxês”. Contei para o pessoal e todo mundo meteu pilha prá responder. Respondi um singelo “Eu não!”. Maldade pura. Coração peludo. Chega outro SMS:
“Pq vc quer me fazer sofrer? Depois de tudo lindo, faz questaum de estragar td.”
Esse eu não respondi. Achei melhor parar de palhaçada. No começo da noite, outro:
“Pq vc sumiu? Naum faz assim.”
Também não repondi. Prá ver se ela se ligava que tava mandando errado, ou se pelo menos procurava o cara para ver o que estava acontecendo. Doce ilusão, Na manhã seguinte, mais um SMS:
“Naum sei pq me faz mau, pq qd quer, me faz muito bem. Te amuuuuuu!”
Ai caralho. Eu não estou aqui prá isso. Vou acabar com a palhaçada. Respondi: “Presta atenção. Sou o cara errado.”
Além de ser o cara errado, escolhi as palavras erradas. O duplo sentido foi mal interpretado. Ela entendeu que tava levando um fora e o miguxês voltou com tudo, revelando toda a mágoa da dor de corno.
“pq vc faz assim?
“
“depois de td, so quer me fazer sofrer.”
“vc é certo siiiiim.”
Aí minha mulher pegou o celular. Com sua habitual classe e calma, resolveu a questão:
“Sua imbecil, não percebeu que tá com o número errado. Para de mandar merda!”.
Parou.

