Archive for the ‘Games’ Category
Eu disse, eu disse. A minha vida acabou. Depois que peguei o meu Memory Stick de 4 giga, já joguei Daxter, Death Jr, Ape Academy, Cars e, o melhor, maior e mais fodão, Lumines II.
Lumines é legal, mas Lumines II é ainda mais legal! Não tem a originalidade do primeiro, já que é basicamente o mesmo jogo, mas tem mais modos de jogo, mais opções, mais níveis, mais músicas, mais tudo. Até agora, a skin (música + background) mais legal é Heavenly Star! Foi feita só para o jogo por uma banda “do futuro”. Pela história, a vocalista da banda terá 17 anos daqui a 30 anos. Ou seja, ela só vai nascer daqui a 13! Mas, eu já conheço e gostaria de apresentar as Genki Rockets e sua vocalista Lumi, performando Heavenly Star, para Lumines II! Enjoy!
Minha vida acabou de vez!
Depois do Memory Stick de 4 giga no meu PSP, Daxter, Death Jr., agora funfaram Lemmings, o clássico maior dos games de puzzle, e Lumines 2. Lumines 2 não dá nem prá falar nada. É o único jogo que poderia ser melhor, maior e mais legal que o Lumines.
Mais: Peguei os 12 primeiros episódios de Heroes com o Yabu. E ele tem razão: quem nunca viu, não pode ser feliz. Eu, e olha que sou eu, hein, já acho que é melhor que Lost. E muito. Vai comeãr a passar na Universal. Se você tem o canal em casa, não perca.
O Esblogo mudou para o new blogger, porque o google mandou!
P Não sei o que vai acontecer. Capaz dos arquivos sumirem, como eu já li que rolou com outros que migraram. Tipo o Kibeloco. Well, veremos.
Rapaz, descolei um Memory Stick DUO de 4 Giga para o meu PSP. O de 512M ficou para a câmera!
Não sei o que é mais legal: poder ter 4, 5, 6 jogos no PSP, sem contar contar uma cacetada de MP3, memória para ver uns dois filmes no danado, ou se é poder jogar todos os jogos que tem mais de 512 mega e que eu não joguei até hoje. Acho que tudo, na verdade!
)
Nesse exato momento, por exemplo, estou descarregando (porque é em espanhol) Daxter, que o que eu tinha estava pela metade. E logo depois, LUMINES 2!!!!! Mais de 1 giga de Lumines! U-hu!
Mas uma coisa deve ser dita: é complicadinho esse PSP, não vou mentir. Como deve ser bom morar no Japão, Canadá, Europa, México e até no US&A, onde a Sony lança as coisas dela, originais, a um preço justo. Ir no loxinha e comprar um UMD, botar prá rodar e sair feliz, sem problemas com seus joguinhos, por 19, 30 ou mesmo 50 doletas. E não 300 reais, que nem é aqui! Fala sério. Com 3 jogos, compra outro PSP!
Resolvi criar vergonha na cara e tive um ótimo final de semana no mundo gamístico (gamístico de games, não de gay místico.
P). Terminei o FFXII! E, meu amigo, minha amiga, que jogão. Primeiro porque é grande, mesmo, 101 horas da primeira ligada até tirar o DVD sábado, depois de ver o filminho do final. Já sei o que você vai pensar: chorou no final, o coió. Não, nesse não rolou uma choradeira, não. É batuta, mas não achei emocionante. Deve ser porque, apesar de ser maravilhoso, revolucionário, bonito e xananan, os personagens não tem tanta empatia com o jogador como nos outros FF. Mas sei lá.
Aí, já que terminei mesmo, coloquei o Mortal Kombat Armaggedon para ver, que tava com ele fazia tempo, mas não tinha jogado ainda. Não gostei. Estranho, eu falar isso de um MK, que é disparada a série de games que eu mais gosto. Mas achei que ficou estranho, sei lá. Sobra jogador, mas falta alguma coisa que eu ainda não sei dizer o que é. Vou jogar um pouco mais, para ver se não estou exagerando na avaliação, mas por enquanto, não gostei mesmo.
Como quero dar um tempo de FFXII até voltar para fazer as side quests, tasquei o Sands of Time no PS. Uma vergonha eu não ter terminado esse jogo, então, bora resolver isso. Ontem fiz, segundo o save, 10% do jogo. Melhor que nas primeiras vezes que eu tentei, que só tinha feito 2% e encalacrado. Mas agora vai! Chega de ser zuado porque tomei coro da cunhada.
P
A única coisa que ainda estou devendo, é o Lumines no PSP. Ainda não tirei o japa das primeiras colocações no ranking. Só lembrando, ele fez 63 mil pontos. Eu tinha feito 48, ficado em nono, agora fiz 53 e 51, estou em sexto e oitavo. Pelo menos já tirei dois nomes dele de lá. Vou recuperar a minha honra no PSP!!!!!
Agora é esperar prá baratear PS3 e Wii, prá ver se rola de ter um ou outro, ou os dois!
Bom, ainda não terminei o FFXII. Tá feia a coisa. Tentei ir para o que supostamente é a última “dungeon” do jogo, mas tomei um coro forte. Aí fui fazer umas side quests, melhorar o level dos personagens e tal, ainda não tentei voltar. Mas tá divertido fazer as quests, então vou fazendo. E parece que eu não estou lá com muita vontade de terminar logo o jogo. Tá gostoso de jogar, a expectativa de um final batuta é grande, então vamos embaçar um pouco mais.
Mais uma de vídeo game: Emprestei o meu PSP para o Yabu e o japonês me faz 63 mil pontos no Lumines! Os 8 primeiros lugares no Ranking são dele! O nono é meu. O décimo é ele de novo!!!!! que falta de educação fazer 63 mil pontos no Lumines dos outros. Claro que eu posso apagar os recordes dele, mas isso é a mesma coisa que puxar o fio da tomada quando o teu primo de 7 anos vai te dar um fatality flawless victory no MK. Tem que tirar o nome do japonês de lá na raça.
E a última derrareira, ainda sobre games: a Carol, minha cunhada, veio em casa e começou a jogar um Prince of Persia, acho que o Sands of Time. Foi mais longe que eu tinha ido. Realmente, estou zuado. Sem moral. Mais prá baixo que joelho de anão.
Um dia eu escrevi aqui que Final Fantasy X era o jogo mais legal que eu já tinha jogado. Que era o que eu mais jogava, mesmo depois de já ter terminado o danado pelo menos três vezes. Mas é porque eu não tinha jogado Final Fantasy XII. Meu, esses japas da Square Enix sabem fazer jogo, PQP!!
Ele é totalmente diferente dos Final Fantasy que eu estou acostumado, mas é um absurdo. Parece que a Square conseguiu achar o equilíbrio, que eles procuraram com o Kingdom Hearts, entre as mecânicas de RPG e jogo de ação. Você tem duas opções de como controlar a party: controlar as ações do líder da party e fazer com que os outros personagens executem ações automáticas ou controlar um por um, o que, aqui entre nós, é bem mais complicado. Mas não é impossível.
O lance das ações automáticas não quer dizer que elas sejam aleatórias. Você “programa” as ações dos personagens através de “gambits”, de dois tipos: um para amigos e um para inimigos. Então, você pode colocar ações de cura para membros da party com menos de 50% do HP e atacar o mesmo inimigo que o líder a party. Mas a ordem dos fatores, aqui, altera o produto: se você manda o cara atacar antes de curar, ele só cura depois que o inimigo morrer. Se manda curar antes, ele primeiro cura, depois volta a bater. O que é mais útil, aqui entre nós. Conforme você vai evoluindo, por abrir novos “slots” para os gambits de cada personagem. Isso significa programar mais ações. Por exemplo, além de curar e bater, você pode programar o personagem para remover status ruins, como o blind, confusion, oil e outras.
Como nos MMOGs (aliás, FFXII parece muito um MMOG), você depende muito mais de armas, armaduras, escudos e acessórios para os status de seus personagens do que nos jogos anteriores. E tem arma prá dedéu no jogo. Espadas de uma e duas mãos, lanças, adagas, arcos, aqueles arcos com gatilho que não sei como chama em português (crossbow em inglês. Tem que diga Besta, em português, mas eu acho escroto demais), revólveres (sim, rolam uns tiros), machados, martelos, socos ingleses… E você pode lutar de mãos fazias. Seu personagem parte para a troca de socos, literalmente, com os monstros. Mesma coisa para os outros equipamentos, em grande variedade, além de elementais, que aumentam ou reduzem o dano dado ou recebido de acordo com o elemento do equipamento e do monstro.
Não seria Final Fantasy se não tivesse mágica. Muita mágica. Mais que os outros que eu me lembro. E agora, em mais categorias. O que antes era só White ou Black Magic, agora é subdividido. Haste, por exemplo, virou Time Magic. Protect e Shell viraram Green Magics. Dark é uma Arcane Magic, e por aí vai. E as thecniks, como Libra, que serve para ver mais detalhes do inimigo, por exemplo, substituindo o antigo Specials, que não consomem MP.
E para terminar, como todo bom Final Fantasy, tem que ter:
CHOCOBOS – e dessa vez você vai gostar. Os Chocobos estão sensacionais!
SUMMONS – seres poderosos que ajudam nas batalhas? Claro que tem!
ATAQUES ESPECIAIS – não tem mais overdrive, mas MIST vai te deixar de boca aberta.
CID – não existe FF sem um Cid. Ponto.
INIMIGOS GIGANTESCOS – demorou. Quanto maior, maior o tombo!
ROUPINHAS CURTINHAS – personagens femininas de roupinha curtinha, é nóis!
SIDE QUESTS – identifiquei umas 5, sem fazer força. Com certeza tem mais.
HISTÓRIA TRISTE DE JAPA – é da Square? Eles são japa? Então tem.
O relógio que marca o tempo do meu jogo já chega em 40 horas. Final? Nem sinal ainda…
Se eu fosse fazer um ranking dos melhores jogos de video game que eu já joguei, com certeza a maioria seria RPG. Acho que ficaria mais ou menos assim:
1 – Final Fantasy X
2 – Legend of Zelda – Ocarina of Time
3 – Mortal Kombat II
4 – ICO
5 – Resident Evil
6 – Kingdom Hearts (os dois)
7 – Oddworld – Abe´s Oddysee
Cada um por um motivo especial. Começando pelas plataformas mais antigas, Mortal Kombat II foi o primeiro MK que eu joguei e que me fez um apaixonado pela série. Depois disso joguei todos os MK até hoje, menos o Special Forces, que não faço a menor questão. Uma das melhores conversões de arcade para consoles caseiros de todos os tempos, o MKII para SNES. Sem dúvida. Resident Evil, o primeiro, foi um dos primeiros jogos que peguei quando comprei meu primeiro playstation. Não conseguia parar de jogar. Acho que foi o primeiro jogo que me deu o comichão de terminar, eu tinha que ver o final, tinha que ver como terminava aquela história, cheia de mistérios dignos de LOST. Como ICO, que foi um dos primeiros jogos (junto com GT3) que eu peguei para o PS2. E o jogo é lindo. Visualmente, claro, mas a história também é animal. Kingdom Heart é a mistura perfeita com ingredientes inusitados e Oddworld é a série mais engraçada dos vídeo games. No Oddysee, o Abe tem que salvar a raça dele de virar comida!
)
Ocarina of Time é um caso totalmente à parte. Foi o primeiro jogo que eu vi em tudo quanto é lugar especializado em games com nota 10 em todos os quesitos. E realmente é 10 em tudo. Desde a história triste do pequeno Link até o final empolgante em que temos que derrotar um daqueles super over powered enemies, passando por uma história linda que cria uma puta empatia entre o jogador e os personagens. Realmente um dos melhores até hoje.
Já, me desculpem os fãs ardorosos de FFVII, mas FFX é animal. Comprei meio no susto e já tem 4 anos que eu jogo. O jogo é simplesmente gigantesco, com inúmeros desafios e sidequests e, quando a gente enjoa um pouco, não tem problema. Deixa ele lá, que um dia dá vontade de fazer aquilo que você ainda não fez. Simplesmente seguindo a história, vai tempo para acabar esse treco. Fácil, fácil, mais de 40 horas. Prá fazer tudo o que eu quis, levei 70. E prá fazer o que ainda tem, estou com 90 e não cheguei ainda. Joguei duas vezes desde o começo até terminar e, ainda hoje, quando pego para jogar um pouco, dá vontade de começar tudo de novo. Uma história linda, CG´s de tirar o fôlego, Boss Battles inesquecíveis… Um roteiro perfeito. E, na minha opinião, o melhor esquema de batalhas de todos os tempos, que eu adoro turno e tenho minhas resalvas com o ATB, modo mais famoso dos FF.
E o que será que nos reserva o futuro? FFXII está na boca de sair, o Wii sai com uma nova aventura do Link, Mortal Kombat: Armaggedon promete trazer todos os lutadores que já participaram dos MK anteriores juntos em um só game, Resident Evil está sempre evoluindo (o 4 beira a perfeição) e a Sony sempre faz um jogo para mostrar a capacidade de seus consoles que acaba surpreendendo, como ICO e Shadow of Colossus.
Sem contar os clássicos, que sempre “inauguram” as novas gerações de consoles, como Mario, Sonic, Kong, entre outros.
O fato é: games são do caralho!
Imbuído no espírito natalino, que rareia a cada ano, tive uma idéia batutona para um jogo de vídeo game. Vê se não é da hora.
Com vocês, Christmas Rampage!!!
A história é a seguinte: os comerciantes querem ganhar mais dinheiro com o Natal, usando o Papai Noel como símbolo do consumismo. Para mais gente comprar presentes, eles tentam impedir o Papai Noel de entregar os presentes. Para isso, sequestraram as Renas, que são mantidas reféns, cada uma numa loja. Aí o Papai Noel fica puto e vai atrás das Renas e de salvar o espírito Natalino.
O Papai Noel tem que andar pela cidade, destruindo as coisas que tornam o Natal uma data comercial (tipo falsos papais noéis, anões fantasiados de gnomos e barangas fantasiadas de mamãe noel) e os capangas dos lojistas, até pegar os donos das lojas e salvar as Renas.
Ainda pode ter as Side Quests (como achar os enfeites da árvore de Natal da cidade ou os pedaços do boneco de gengibre) e os mini games, como ajudar o carteiro a separar as cartinhas das crianças!
Cada chefe de fase liberta uma rena. A última é a Rudolph, depois de encarar três chefes seguidos. A hora que salva a Rudolph, o nariz ilumina o caminho do Papai Noel e ele entrega os presentes! Cada chefe de fase derrotado se transforma num gnomo, que ajuda a construir mais brinquedos e espalhar o espírito natalino!
As armas do Papai Noel são: Gift Bag (dá uma sacada na cabeça dos caras) Beard Wip (Dá uma chicotada nos caras com a barba) e Sock Impale (coloca o cara dentro da meia de Natal). Tem uma barra de especial do Papai Noel, que quando carrega destrava o ataque master, o Big Bell Santa Stunning! Desce um sino gigante, que dá uma badalada que atordoa todo mundo! Aí ele pode derrotar todos rapidinho sem ninguém se defender.
E o jogo tem apelo para virar franquia, podendo ser lançada uma continuação todo ano, na época do Natal!
Christmas Rampage II – Santa´s back
Christmas Rampage III – Packed and Loaded
Christmas Rampage IV – Ghost of past Christmas
Christmas Rampage V – Elves up in arms
Só falta uma grande produtora comprar a minha idéia e a gente ficar podre de rico! Xi… Será que entrei na onda dos vilões, transformando o Natal em uma data mais comercial?
Mortal Kombat: Shaolin Monks é o sonho de todo jogador de Mortal Kombat. É MKII revisited, mas do jeito que deveria ser se na época já existisse a tecnologia que tem hoje para desenvolver o jogo. Os cenários de MKI e MKII reformulados em 3D, assim como todos os lutadores desses dois jogos, mais alguns que aparecem no III e IV! A história entre os dois torneios bem explicadinha, jogabilidade legal, muitos, muitos fatalities!
Claro que o modo Arcade é legal, e até tem no jogo. Só não sei dizer ainda como é porque eu ainda não consegui destravar para jogar. Outra coisa que eu ainda não testei é o modo cooperativo, com dois jogadores fazendo a história ao mesmo tempo, que todos os reviews que eu li falam que é o mais bacana. Uma hora dessas eu sequestro um amigo para a gente jogar! Estou lá, jogando que nem um alucinado. O jogo está com mais de 5 horas e eu acho que estou mais ou menos na metade. Devo acabar com umas 8 ou 9 horas jogadas.
E, só para constar, o CG Movie do começo, mostrando o primeiro torneiro, é muito melhor que os filmes de MK que já foram feitos! ;o)


