Archive for the ‘Filmes e Séries’ Category
Assistindo a segunda temporada de LOST, algumas coisas ficaram um pouco mais claras, mas outras ficam ainda mais zuadas.
Uma coisa é certa: 37 episódios depois do início da série, aconteceu uma cacetada de coisas mas ninguém ainda sabe o que está acontecendo. E como uma série com 37 episódios que não dizem nada faz tanto sucesso? Boa pergunta, mas eu acho que é exatamente por isso. Todo mundo quer dizer o que está acontecendo antes do amigo. Quer ter a sacada final antes do final. Quer dar um apavoro nos amigos!
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Eu nunca fui de ficar elocubrando teorias sobre as séries, mas, mesmo tendo o meu lendário talento para descobrir o fim das histórias quando elas estão na metade (nunca sente perto de mim no cinema), LOST tá foda.
Os desgraçados dos números: se você não vive nesse planeta, a sequência de números mais famosa da TV atualmente é 4 8 15 16 23 42. O que isso quer dizer? Sabe-se lá. Só sei que com esses números o Hurley ganhou US$ 156 milhões na loteria. Com esses números, o “Brotha” Desmond reseta um contador num computador que parece um Apple II dentro da escotilha que o Locke achou, que volta a ter 108 minutos para ter que resetar de novo.
Ainda dos números: 108 é a soma deles. O vôo era 815. Ou 8 15 (eight fifteen) como eles falam. Quando o Michael pergunta para uma loirinha quantos sobreviveram do lado deles, ela fala 23. Quando eles entram no “esconderijo” dos caras, tem 4 pessoas. Quando a lorinha pergunta quantos sobreviveram do lado do Michael, ele fala “uns 40″. Seriam 42?
E os tais dos Outros? PQP, quem são, onde estão, prá que servem? Por que sequestram os meninos? São uma seita que adora o Michael Jackson? Mas aposto que os Outros são umas… 16 pessoas!
) E falando em Michael e meninos, que capeta é o Walt? O menino detestava o pai (que ele nem conhecia), ficou amigão, tocou fogo no barco que o pai tava fazendo, contou que foi ele, pediu desculpas, foi junto com o pai em um novo barquinho, foi sequestrado em alto mar e agora aparece molhado, com cara de louco, falando ao contrário e só para a Shannon, que ficou com o cachorro dele. Que moleque assombroso!
Sei que cada episódio explica alguma coisa, mas essa explicação confunde um pouco mais. Assim mesmo, é animal. Vale a pena assistir. Desde os primeiros passos de CSI que não tinha alguma coisa tão bacana na TV.
Arrisco a dizer que é a melhor série da TV de todos os tempos, depois de American Chopper!
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Ontem eu fui lá ver o Harry Potter e o Cálice de Fogo.
Legal. Batutão. A hora que começa a copa do mundo de quadribol eu quase caí da cadeira. Pensei: “Eita, que esse vai ser fodão!”. E até é. O Prisioneiro de Askaban é melhor, aqui entre nós. Mas esse é mais bem feito. Sei, é uma coisa estranha de se falar, mas é verdade.
Como esse livro (e o “ordem”) é grande prá dedéu, muita coisa teve que ser cortada / adaptada para caber no filme, e algumas acabaram ficando sem sentido. E tem muita piadinha que acabam com a tentativa de deixar o clima do filme mais “pesado” e sombrio, como todos diziam. Afinal, não dá prá um filme ser horripilante com o Hagrid tentando passar a mão na Madame Maxime!
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Na minha opinião, essas são as coisas que ficaram estranhas no filme:
Na Copa de Quadribol: um puta show de imagens no começo, mas não mostra o jogo. E no final, pegue alguém que não leu o livro e pergunte quem ganhou, se foi a Irlanda ou a Bulgária.
Quando os Comensais da Morte aparecem, cacete, de onde eles saíram? Cadê a Wink? E porque capeta o cara que conjura a marca negra aparece? (Não vou falar o nome dele para não estragar a “surpresa” de quem não assistiu).
Na prova do dragão, sei que cinema tem que ter ação e tal, mas perde-se tempo demais com bobagens que não fariam falta, e que nem aparecem no livro. Tipo o Harry pendurado numa janela e tal…
A relação Snape – Karkaroff – Moody não é explicada.
A relação Krum – Herminone – Rony é mal explorada.
Quem matou o Bartô? Ninguém entendeu.
A Penseira é mal explorada. Podia ter sido melhor usada.
E o climinha de final feliz??? Cacete!!!! O Lord das Trevas, Você sabe quem, Aquele que não deve ser nomeado, o Voldemort em pessoa voltou!!!!! E ninguém tá nem aí? Fala sério!
Mas tem as coisas legais!
O baile de inverno e seus preparativos.
O Cálice de Fogo. O bicho é bem loko!
Pela primeira vez os gêmeos Weasley tem um papel um pouco mais participativo na história. Apesar da Dé ter até me perguntado “quem são esses??”, visto que eles nem aparecem muito antes.
O Olho-Tonto Moody. Eu só imaginava que ele era mais magro, mas ficou show de bola.
A cena do duelo do Voldemort com o Harry é animal. Para a cena ser perfeita, faltou só uma coisa. Os comensais da morte tinham que estar com mais medo dele. De resto foi animal.
Entre pontos bons e não tão bons, se você gosta da série, é imperdível. Se tanto faz, vale a pena prá saber do que se trata. Se odeia o bruxo e seus amigos, não perca seu tempo. Mas isso é tão óbvio que eu nem deveria ter te falado!
P
Assisti um filminho na HBO ontem, que é desses que tem tudo para ser besta, mas que é muito legal. Estava classificado como comédia, já que é com o Adam Sandler, mas acho que se enquadra com folga no que se convencionou chamar de comédia romântica. Gostei muito do filme, porque mostra que um flime romântico pode ser legal sem ser chato. Geralmente filme romântico é um dramalhão chato que só a porra. E geralmente comédia romântica não tem nada de comédia. O filme chama Como se Fosse a 1a. Vez (50 First Dates).
O argumento é bem legal. A mocinha da história (Drew Barrymore) sofre um acidente de carro e perde um pedaço do cérebro, que é responsável pela formação da memória recente. Então todo dia, quando vai dormir, ela esquece o que aconteceu no dia anterior. É como se ela vivesse todo dia o mesmo dia. Aí aparece um cara de fora da cidade (Adam Sandler), que cuida dos animais de um parque aquático, que se apaixona pela moçoila. Só depois de alguns percalços ele descobre o problema dela e resolve que vai conquistar a moça todos os dias a partir daquele. As situações que ele inventa todo dia para conquistar a moça são divertidíssimas, que vão desde se fingir de sequestrado até o uso de um pinguim para fazer a garota parar o carro. E um dia ele resolve tentar curá-la para que ela se lembre dele. Mas tem que continuar conquistando a moça todo santo dia!
Mais do que um filme engraçadinho e gostoso de assistir, ele faz uso da velha máxima que o homem tem que conquistar a mesma mulher todos os dias. E eu, que estou com quase dois anos de casado (fazemos 2 anos mês que vem), adorei a mensagem. Acho que tudo que nos lembre de que não podemos cair na rotina, que não podemos deixar nosso amor de lado, que tem que parar de vez em quando para conquistar de novo. De preferência todo dia. Porque isso sim mostra se é amor mesmo, se é prá sempre.
No aniversário da Dé, as amigas do trabalho dela falaram para ela, que com a gente é tudo diferente. Porque a gente casou na praia, que eu a levo para jantar, fiz uma comemoração surpresa com os amigos no bar, que toda hora a gente inventa alguma coisa. E eu acho que não estou conquistando mais a Dé todos os dias. Foi um ótimo lembrete. Não interessa o quanto a vida está complicada. Interessa o tanto que amo minha mulher e o tanto que eu preciso mostrar isso para ela. Para nós! Porque eu disse um dia que seria para sempre. E vai ser. Hoje faz 701 dias que está sendo para sempre!
O festival do filme ruim atacou em casa no final de semana de novo!!!! Assisti filmes consagrados, que todo mundo gostou, a crítica elogiou, ganharam prêmios por roteiros, direção, atores, atrizes, tudo maravilhoso… E eu achei uma merda.
O primeiro foi Ray, com a história de Ray Charles. Não é ruim, mas eu não achei tudo isso que falam, também não. A história pode ser linda, do menino pobre que ficou cego com 7 anos e milionário graças a um raro talento musical, mas a tentativa de tornar um preto drogado em um grande responsável, ético e tudo mais, me parece aquela conversa de boteco de que “você é o meu amigo, te considero prá caralho…”. Mas é inegável que o cara era bom, músico maravilhoso, virtuoso e que aprendeu na marra e com a vida a superar a deficiência e ser esperto. E o cara que faz o Ray Charles merece todos os elogios que já recebeu. O cara tá igualzinho, principalmente, como diria Fausto Silva, por causa do gestual!
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O outro foi “O Aviador”. Ah, vá prá puta que pariu! Quase 3 horas da história de um cara louco, xarope, maluco, pirado, que nasceu rico e por várias vezes na vida quase perdeu tudo o que tinha por causa de uma paixão insana por aviação e cinema. Puta filme chato, não gostei, achei uma nhaca.
Aliás, o último filme que eu realmente gostei foi o “Em busca da Terra do Nunca”, do cara que escreveu Peter Pan. Esse eu recomendo!
Cara, o Chaves está com tudo mesmo!!!!
Além do Festival da Boa Vizinhança que teve em São Paulo (olha o Banner no post abaixo), tem mais duas notícias essa semana sobre o mexicano mais conhecido do Brasil!
A primeira é que a Televisa (mais ou menos a Globo mexicana), está preparando a série de animação (ou desenho animado, como era chamado na minha época) do Chaves! Sim!!!! Já que os caras estão meio velhacos, vão meter os caras em desenho animado. Os dubladores serão, na sua maioria, os próprios atores que encarnavam os personagens na década de 70 (é, nego, Chaves é véio que só), tirando, claro, os que já morreram, como é o caso do seu Madruga. Quem está encarregado pelo projeto é o Filho do Roberto Bolaños, que é o Chaves em pessoa! Ou seja, vai fazer de tudo para que seja um projeto legal.
A segunda notícia foi da Veja dessa semana. Dá conta que o Chaves é uma das maiores audiência do SBT, dando coro em Ratinho, Galisteu, Ana Paula Apagão, Hebe… A reportagem diz, ainda, que é uma grande facilidade para o Silvio Santos, que usa o programa como “muleta” de audiência para outros programas, que entrando no ar depois do Chaves “herdam” uma audiência relativamente alta. Entre outras vantagens, cita o fato de que o Chaves é muito barato para a empresa (custa R$ 3,5kk/ano contra R$ 18kk/ano do Ratinho, por exemplo) e que ninguém do programa reclama de ser realocado na tabela de horários da TV!
) O SBT exibe Chaves desde 1984 e tem mantido índices de 10 pontos no IBOPE, reprisando os 150 episódios que foram filmados na década de 70 por Bolaños e sua trupe! Sim, 21 anos passando os mesmos 150 programas, toscos, com montagens de 30 anos atrás, mas que por abordarem temas genéricos e comédia pastelão, são atemporais! Além disso, outro dado curioso. A maioria dos admiradores da série tem mais de 18 anos!
Sem contar que é umas das comunidades mais populosas do Orkut!
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E agora tem o filme com a história do Zezé de Camargo e Luciano. O pior é que já me falaram que o filme é bom prá dedéu! Todo bancado pela iniciativa privada (ou o próprio Zezé), parece que a produção é realmente bem batuta. E o mais legal de tudo é que o pessoal parece que chama o Zezé pelo nome de batismo. Mirosmar!
Faz um tempinho que o cinema nacional tem lançado bons filmes. Tenho que admitir que eu nunca imaginei que eu fosse viver para ver bons filmes nacionais…
Mas, enfim, isso é legal. Tomara que a gente faça mais e melhores filmes mesmo. O cinema ainda é um dos maiores divulgadores de cultura que temos na Terra. Prova disso é que o processo de “americanização” do mundo, por causa da indústria do cinema por lá. Outra prova são países que preservam muito da cultura local e tem uma indústria de cinema muito forte, como China e Índia.
Lembro quando eu tava naquela empresa de games que eu trabalhava, que tinha filial na Índia, os próprios caras falavam: a gente tem que fazer ações nos cinemas, porque é onde os indianos vão! Os caras tem centenas de produções por ano. E que eu saiba, quase não se exporta filme indiano!
) Na China a mesma coisa, mas parece que agora os chineses estão exportando mais. Depois que os estilos e efeitos que eles inventaram foram popularizados em Matrix (tudo bem, elevados a “N”), parece que os caras começaram a ser mais requisitados. Aí vem os Tigres e Dragões da vida, Adagas Voadoras e tal.
Ainda acho que o cinema nacional tem muito a melhorar. Estamos em um tipo de limbo, que fica entre as chanchadas e filmes cabeça de outrora e um cinema que realmente ressalte a nossa cultura, traga bons valores para nosso povo e contem histórias bacanas, despretensiosas…
Por incrível que pareça, eu acho que o filme do Mirosmar pode ser um marco nesse caminho. Afinal, conta a história de personagens populares de nossa época, que insistiram num sonho e venceram na vida. De uma maneira ingênua, até, eu acho que isso pode fazer muito a diferença…
PS: Eu não sou fã da dupla!
PS2: É o amoooooooooooooorrrrrr!!!!!
PS3:
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Ontem eu assisti Johnny English, com o Rowan “Mr. Bean” Atinkson. A idéia até que é boa. O cara faz as macaquices Mr Bean dele e tal, tem uma cara engraçada prá cacete e, como a história é uma paródia dos filmes tipo 007, o cara é inglês e o papel até que cai bem. Mas tem UMA pequena falha que deixa o filme muito chato. TODAS, eu disse TODAS e são TODAS mesmo, as piadas são anunciadas. Como assim? Explico: Os caras roubam as jóias da coroa e ele tem que desvendar o mistério. Aí, tipo, uma hora ele fala para um cara: Esse é o lugar mais seguro da Inglaterra. O lugar explode. Depois ele tem que seguir os ladrões, que esconderam as jóias num caixão e tão fugindo num carro fúnebre. Num cruzamento, eles encontram outro carro fúnebre. O que acontece? Ele segue o carro errado e paga o mico durante o enterro de um cara. Depois o assistente dá um GPS para ele encontrar o prédio que eles vão invadir, que são dois iguais. Ele recusa o GPS e? E? E? E? Invade o prédio errado. Não sei se eu, que sou o master piadista ninja plus 2 – a missão, que estou ficando bom demais em prever as piadas, ou se todas as piadas eram mesmo muito óbvias e anunciadas. Mas o filme até que é divertido. E tem uma frase, que um dos bandidos tem tatuada na bunda, que é de cagar de rir:
Jesus is coming back! Look busy!



