Archive for the ‘Filmes e Séries’ Category

Todo mundo que assiste Heroes vê, que mesmo com uns furos no roteiro, os caras que escrevem a série planejaram as coisas. A história está montada e vai sendo executada, muito bem, por sinal. O episódio dessa semana, Landslide, mostra isso. Mostrou porque o Linderman pegou o Micah, a menina que o Parkman salvou está com o Mohinder (não o lagarto), a Nicki/Jessica e o DL servem para alguma coisa, o Sylar é foda mesmo… Ou seja, tudo dá toda a pinta de estar sendo planejado.

Já quem assiste Lost vive com a dúvida: será que os caras sabem o que estão fazendo? Será que essa porra tem um final? Será que vão conseguir explicar porque acontece de tudo nessa ilha?

Claro que essa semana, no Greatest Hits, a gente não viu nenhuma resposta para as coisas ainda, mas que o episódio foi lindo, isso foi. Finalmente uma história foi meio que completada dentro das muitas histórias que tem na série. Os flashbacks do Charlie foram muito bacanas e ele anotando cada uma das lembranças (seus greatest hits) para deixar para a Claire foram demais. Ele deixando o anel dele para o Aaron mostrou que ele realmente considera o menino como filho dele. O episódio todo foi legal e a Lookig Glass deve ser uma bela adição na história. Arrisco a dizer que esse foi o melhor episódio da série até agora.

Semana que vem as duas séries devem ter os melhores episódios de suas temporadas. Estou curioso com o final das duas…

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Eu fiquei um tempo “separado” de um vício dos últimos dois anos. Não me pergunte por quê, mas mesmo tendo gostado, e muito, das duas primeiras temporadas de Lost, eu não me interessei muito em ver a terceira. Sei lá se foi porque teve muita gente falando que ela é muito pior que as duas primeiras, se é porque eu achei que esse papo de ter seis episódios, parar algum tempo e depois voltar meio imbecil, sei lá, mas o fato é que eu não interessei muito em ver.

Mas, esses dias comecei a ver de novo e prá falar bem a verdade, estou gostando da terceira temporada, sim. Acho que muita coisa é pegação no pé da série que, verdade seja dita, não mantém mesmo o pradrão das duas primeiras. Só que continua batuta, sim.

Esse negócio de que a gente ainda não sabe nada o que acontece na ilha, que toda hora aparece um mistério novo e não se explica, que tem muita perna solta e não vão conseguir fechar nunca, eu acho que um pouco é coisa de quem não entende (ou não vê as pistas) ou frescura mesmo. É tipo o charme da série.

Eu “vou estar spoilando agora”: Eu acho que o confronto Jack/Sawyer perdeu força, mas em compensação, o Jack/Locke/Ben tem tudo para ficar animal. Locke arrogante que só, Ben manipulador e o Jack besta-que-quer-ser-esperto é muito batuta.

E uma coisa que eu achei legal prá cacete. Eu sempre reparei que todo mundo chama a Ilha de “ailan”, com um baita sotaque jamaicano ou australizano, mesmo tendo um escocês, um inglês, uma coreana, vários americanos e até brasileiros na parada. Aí um amigo meu esses dias chamou a atenção para isso e emendou: “Já reparou que a cor dos olhos dos personagens muda de um episódio para o outro?”. E mais: “Os episódios começam sempre com um close no olho (eye) de alguém!”. Island, Eye Land, ailan… Ilha ou Terra do Olho?

Eu nunca reparei, passei a prestar atenção e continuo não reparando se muda ou não. Você já reparou? Muda mesmo? É isso que é legal em Lost. Tem umas coisas doidas que só os mais doidos percebem. Mas eu gosto! :o )

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Fala sério, o que é o Five years gone????

Passei mal. O Peter, que era uma mala emo, virou o cara mais bacana do planeta. O Hiro é o melhor e a gente vai descobrindo que até o Ando é um cara importante para a série. Aos amigos, tudo, até mudar o passado. Para os inimigos, o rigor da lei.

Se continuar assim, daqui a pouco vou ter que dar o braço a torcer e admitir que Heroes é a melhor série de TV da atualidade. Mesmo com os furos que tem de roteiro. Como disse o Yabu, é difícil demais fazer histórias de viagem no tempo sem se complicar. Até o De volta para o futuro tem suas pisadas na bola.

Agora vou lá ver a reprise de Roma, que domingo eu ainda tava sem Sky e não vi.

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O que telhas tem a ver com feriado e DVDs? No meu caso, tudo! Isso porque deu uma ventarola (quando venta que nem o capeta) aqui perto de casa, umas telhas de um vizinho voaram e detonaram a minha antena da Sky (é mudei da Directv para a Sky, mas eles que mandaram). Aí liguei para lá na quinta feira e me avisaram que arrumar, só na segunda. Contando que ia dar merda e não iam mandar ninguém arrumar nada, passei na locadora para pegar uns filminhos, que ando meio atrasado em matéria de cinema. Vamos a eles:

Happy Feet, o Pinguim: Se arrependimento matasse, eu tava lá, no chão da locadora, estirado. Puta filminho sem vergonha. Dá impressão que nego pensou “bom, pinguim todo mundo gosta, vamos fazer qualquer coisa com um e vai dar ibope”. A história é perdida, os personagens sem carisma e parece que o negócio era só pegar uma carona no “A Marcha dos Pinguins”, esse sim muito bom.

Os Sem-Floresta: Não é ruim que nem o Happy Feet, mas também não é nenhuma maravilha. Tem uns lances engraçadinhos, mas é filminho para sessão da tarde. Das animações, de um modo geral, fica abaixo da Era do Gelo (o primeiro) e Procurando Nemo, que já são os mais ou menos dos outros estúdios…

Missão Impossível III: Achei o melhor dos 3, mesmo parecendo um episódio gigante de Alias. Até acho que seria melhor se eu não tivesse (como de costume) descoberto a pegadinha do filme mais ou menos na metade. Apesar de que eu achei bem óbvio. J.J. Abrams tentou fazer uma mistura de Alias com as reviravoltas do Lost, mas ficou só no Alias, mesmo.

Hoje ainda vou assistir A Dama na Água, que eu nem ia assistir, mas o Yabu disse que é bom, então vou dar um voto de confiança para o Shananan, que dos filmes dele eu só gosto do Unbreakable.

E para não ficar falando mal da Sky, não só o técnico veio no horário que combinaram, como enquanto eu escrevo isso aqui eles me ligaram para saber se estava tudo ok e se o atendimento do técnico tinha resolvido o meu problema. Que coisa, queimei a língua.

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Caceta, os negos estão mesmo aprendendo a fazer série de TV. Os episódios de ontem de Criminal Minds e Supernatural foram qualquer coisa!!!!

Criminal Minds é animal. Tá mais legal que CSI e olha que CSI é da hora. Pena que a gostosinha com cara de latina saiu da série, mas ainda tem a JJ, então estou feliz. Se você não sabe quem é JJ, dá uma gugada em AJ Cook, a atriz que a interpreta. E aí você também fica feliz.

Agora, Supernatural está surpreendendo. Era prá ser uma sériezinha daquelas bem clichê, cheia de sustos à la Resident Evil e mistérios de filmes de vampiro na sessão da tarde, mas os caras conseguiram se ligar que tavam no caminho errado e transformaram a série num baita drama de ficção, que, apesar de drama, é bem humorado. Ontem, quando os caras conversavam sobre o comportamento de um lobisomem, um diz que ele pode ser do bem e o outro, tirando onda, pergunta: Since when you became a “dog whisperer”?, tirando onda com a Ghost Whisperer! :o ) E o final do episódio de ontem, “Heart”, tocando Silent Lucidity e não mostrando mais nada, só dando a entender, é um dos melhores que já vi em qualquer série!

Ah, mudando de mala prá saco: Terminei o God of War II e já sei qual será o melhor jogo do PS3. ;o)

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Minha sorte é que o Yabu está na França e não vai ler isso, mas a verdade é que Heroes é a segunda série mais legal da TV mundial. A primeira é ROMA! Domingo estreou a segunda temporada e eu passei mal. Os cenários, as personagens, a história, o embassamento na história de verdade, é tudo perfeito.

Prá quem não sabe, ROMA mostra a história da cidade perto de 40 a.C., na época em que a aristocracia romana se degladiava entre república e império. A primeira temporada mostrou a ascenção de Caio Júlio César, ou só César, mesmo, ao poder, depois de conquistar a Gália (terra do Asterix) e voltar triunfalmente para Roma. Isso porque ele tinha sido declarado inimigo do estado e da república, mais por estar podre de rico e ser amado pelo povão (que ganhava dele um monte de presentes) do que por estar fazendo alguma coisa que os romanos desaprovassem de verdade. E a primeira temporada terminou com aquilo que a gente já sabia: César morrendo, esfaqueado em pleno senado Romano. Nesse meio tempo, o cara fez de tudo: conquistou a Gália, virou ditador em Roma, acabou com o exército do Pompeu Magno, comeu a Cleópatra, matou o irmão dela e virou rei do Egito também.

A segunda temporada começa com esse “lack of power” em Roma, com Marco Antônio e Brutus (não é o do Popeye) disputando o poder após a morte do ditador. Além disso, César deixou tudo para um sobrinho e Cleópatra quer que o filho dela, em tese com César (a gente sabe que não é), seja declarado filho dele e herdeiro de tudo que o cara tinha.

Uma das coisas mais legais de Roma é tirar o glamour da cidade, mostrar que tem um monte de gente doente, aleijada, vivendo em condições ridículas, contrastando com a aristocracia, que vive em grandes casarões, entulhados de escravos e riquezas, além da maior putaria. Várias vezes o sexo é abordado na série, mostrando que a galera queria mesmo era vadiar, fosse com a esposa, com a amante, com uma escrava que estivesse por perto, ou sei lá, com a irmã, o primo ou o vizinho! :o )

Mas o melhor de Roma é a abordagem que deram para a série. Em vez de simplesmente mostrar como era e o que aconteceu, a história é “vista” por dois personagens que são secundários na história real, mas que assumem o principal na ficção: Lúcio Voreno e Tito Pulo, dois legionários que foram comandados por César e Marco Antônio na 13a. legião e acabam, cada um de uma maneira, sendo importantes nos fatos que ocorrem na série. Por exemplo (ATENÇÃO: SPOILERS): César só é assassinado porque o Voreno tava brigando com a mulher e o filho de César com Cleópatra é, na verdade, do Pulo.

Essa mistura de história com ficção já deu muita história boa e Roma é uma delas. O orçamento da série é milionário e a série faz jus ao dinheiro que foi investido ali.

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Sexta, feriadão, fui assistir 300. Cara, é o filme mais bonito que eu já vi! Sem exagero, o filme é bonito demais. Gostei de V de Vingança, gostei muito de Sin City, mas saí do cinema com uma sensação de que agora sim o Frank Miller ficou feliz. Mesmo com as partes que não tem no quadrinho, tipo aquele papo da rainha falar no conselho e tal, ficou animal. Tinha que ter mesmo uma side story prá quebrar um pouco o ritmo, senão eu ia sair do cinema cansado.

O Yabu ainda pergunta qual a frase do filme que é mais bacana, entre tantas. Eu acho que é da própria rainha, quando o emissário do Xerxers pergunta pro Leônidas porque ele permite que uma mulher fale na frente deles. E ela mesma responde: Porque só mulheres espartanas dão à luz a homens de verdade! Bwahahahahahahahahahahahahahah! Adorei.

Aí chego em casa e quem me espera: Kratos, o espartano que lutou com o Deus da Guerra. Terminei God of War (meio curtinho) e já deve ter passado da metade do God of War II, que não é tão curto quando o primeiro mas também não é assim nenhuma epopéia!

Mas tá valendo. Afinal, qual é a profissão dos espartanos?

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Coisando o Código da 20

Bom, depois do sucesso do livro, foram lançados incontáveis caça níqueis do tipo “decifrando o código”, “quebrando o código”, “desmistificando o código”… Só que ninguém coisou ainda, então eu vou coisar.

Fui ver o filme e achei mais ou menos. Como sempre acho nesses casos (À Espera de um Milagre é a excessão que comprova a regra), achei o livro melhor. Porque muita coisa que é insinuada no livro, no filme é afirmado descaradamente. Tom Hanks está o maior Tom Hanks no filme! Não tá com cara de Langdom. Aliás, acho que quem não leu o livro, não atinou nem o nome dele. Já Silas e Sir Leigh Teabing, vou te contar. Os caras dão show. Eu só achava que o Teabing era mais engomadinho, como ele aparece descendo do jato na Inglaterra. No filme é meio avacalhado e tal. Já Silas, para a história ficar perfeita, só faltou explicar mesmo um pouco mais a história dele, de albino órfão, delinquente juvenil, salvo pela igreja e transformado em fanático religioso.

Bezy Fache merece um parágrafo à parte. É o melhor do filme, na minha opinião. Também ficou um pouco mal explicado, com uma frase solta da Sophie para o Langdom (ele é o Touro, não para até prender quem acha que é culpado) e o fato dele ser da Opus Dei, que ficou meio jogado no roteiro.

No mais, muito bacana todos os franceses falarem francês (e não inglês, como é normal em filmes americanos) e Silas, Aringarosa e o Mestre falarem em latim. Mesmo que eu não soubesse, ficaria na cara que o diretor é o mesmo de “Uma Mente Brilhante”. Os “puzzles” com o efeito “light and drag” para serem resolvidos e eu achei que até a trilha sonora é muito parecida entre os dois filmes, em vários momentos.

Somando-se os prós, os contras e noves fora, achei que é um filme mediano. Se eu não tivesse lido o livro, sairia puto do cinema, perguntando “mas no fim, qual é a polêmica toda dessa história?”. Achei, inclusive, que no final, o filme dá uma arregada, com o Langdom falando para Sophie: “Não importa se Ele foi ou não sagrado. Ele inspirou e inspira os homens até hoje. O que importa, de verdade, é o que você acredita. É a sua fé!”. Ou seja, não importa o que diz o filme. Importa o que você acredita.

Arregou!

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Hoje termina a segunda temporada do Lost nos EUA. Um episódião de duas horas (que aqui a AXN vai dividir em dois, que nem o final da primeira) que promete explicar algumas coisas. Uma é porque o avião caiu. Outra coisa que já falaram é que morre mais um dos personagens ditos principais. Sem nenhum Spoiler, estou apostando que é o Sayd. Se for mesmo, é uma pena, porque eu acho que é um dos melhores personagens da série.

Outra promessa da noite é dar uma pista “conclusiva” do que são os Outros. A teoria que tem ganhado mais força ultimamente é que os caras estão todos mortos e no puragatório, mesmo, justamente por causa dos Outros. Com essa história de que eles aparecem para “raptar” os bons e as crianças, que seria porque os bons e as crianças tem lugar garantido no céu. :o ) Mas, aí entra uma coisa que eu não atino: se já estão mortos, o que acontece com os que morrem? Tipo o Boone, a Shannon e os que morreram mas quem vê a AXN ainda não sabe? Os caras ressucitam? Fazem a massagem cardíaca neles, eles saem do coma e tal? Vai saber.

O fato é que hoje se espera uma audiência de mais de 20 milhões de americanos nessa parada e, algum tempo depois, mais sei lá quantos mil downloads do episódio na internet afora.

Não vejo a hora!!!!

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Não fiquei rico dessa vez. Que pena.

Ou será que não? Olha só os números que eu joguei:

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