Archive for the ‘Filmes e Séries’ Category

Demorei para ver o final de Lost. A expectativa, admito, não era das melhores. Me parecia, sério, que em duas horas não seriam fechadas tantas hitórias, tantos buracos, tanta coisa que tinha prá ser explicada. Mas eu também já não queria explicação nenhuma. Prá ser bem honesto, queria só o fim, mesmo.

Daqui prá frente, atenção. É o Spoiler Festival da Macadâmia!

Avisados que estão, vamos lá. Qualquer um que acompanha Lost com um pouco mais de atenção, procura ler o que tem publicado sobre a série e tudo mais, sabe que os produtores sempre falaram: não é sobre a ilha. É sobre as PESSOAS! E, vendo dessa maneira, o final foi extremamente satisfatório.

As histórias, de todos os principais personagens, foram encerradas. Quem morreu, quem ficou na ilha, quem saiu da ilha, tudo isso. E acho que todos os finais foram muito coerentes com cada personagem. Para mim, alguns foram mais emblemáticos. Jin e Sun, por encerrarem sua jornada juntos. Ben, que depois que apareceu na segunda temporada se tornou o melhor personagem da série, teve um final simples e avassalador. Hurley, que todo mundo gosta, foi o personagem (e o ator) que mais evoluiu na série. Saywer, que sempre foi um sobrevivente e sempre quis sair da ilha. Jack, o cara que, mesmo quando acredita, tem dificuldades em acreditar.

Teve um festival de clichê. Eu te amo, luta na chuva, fuga de caverna com tudo despencando. Faltou uma explosão, mas foram tantas na série que não seria novidade nenhuma. Mas no fim, as histórias foram contadas. Sabemos o que aconteceu com cada um dos personagens. Fim!

Por outro lado, é sobre as pessoas, OK, mas a ilha se tornou um personagem importante, uma entidade, quase uma das pessoas. A ilha de Lost tinha uma personalidade própria. Virou comum ouvir diversos personagens da série dizerem “A ilha quer”, “a ilha não quer”, “a ilha escolheu”, e várias outras referências à ilha como se ela tivesse vontades, como se ela fosse mais uma pessoa.

E por esse lado, o final deixou a desejar. Beleza, as histórias estão contadas, mas e a história da ilha? Por que a Fundação Hanso foi parar lá com a Iniciativa Dharma, por que os outros estavam lá, por que a ilha tinha templos e estátuas gigantes, por que a ilha tinha essas vontades e, o mais importante, porque a ilha, considerando que tinha essas vontades, queria justamente aquele grupo de pessoas lá. E se a ilha quisesse o Costinha, e ele não estava no vôo 815 da Oceanic? Ou a ilha era tão foda que se ela quisesse o Costinha ele estaria voltando da Austrália para o Brasil, por Los Angeles, só para estar no vôo? E se era, por que era tão foda?

Faltou algo que amarrasse as histórias das pessoas com a história da ilha. Seis anos criando uma mitologia que, em seu último ato, não se mostrou útil. Jacob, seus candidatos, o monstro de fumaça e a ilha acabaram apenas como elementos jogados, fumaça de palco. No caso de Lost, a história do cenário era tão importante quanto as histórias das pessoas que estavam lá. Para alguns, a história da ilha era até mais importante.

Apesar de previsível, a útlima cena da série foi perfeita. No mesmo lugar onde, em desespero absoluto, tudo começou, calmamente, terminou.

Discuta-se, critique-se, ame ou odeie, acabou.

Parece que tudo que tinha para ser dito sobre Avatar já foi. Dito, escrito e filosofado. Mas ainda assim, vou escrever o que eu achei. Afinal, o Esblogo está aqui para isso.

Confesso que, depois de tudo que li e ouvi, fui esperando um show visual numa história medíocre.

O show estava lá. O tal planeta Pandora é tudo que já escreveram e um pouco mais. Perfeito é pouco. Tem horas que você fica imaginando o que daquilo que vê é real, o que pode ser real e como pode nada daquilo de fato sê-lo. Animais, vegetação, montanhas, cachoeiras, montanhas flutuantes e, claro, os Na’vi. Tudo é perfeito e harmônico de tal forma que o exagero visual fica equilibrado e deslumbrante. O 3D não é mais um exagero, é só um complemento. Não foram poucas as vezes que quis esticar as mãos e tocar as plantas de Pandora.

Mas a história medíocre, bem, sei lá. Acho que analisar a história por um prisma isolado e fora do contexto visual e do universo criado pelo filme é uma bobagem sem tamanho. Qualquer história fica ruim se analisada desse jeito. Pense no seguinte roteiro:

“Jovem solitário descobre que possui grande poder e, enquanto é guiado por um grande mestre, descobre que deve salvar o mundo de uma grande mal. Tudo piora quando o mestre é morto por seu inimigo, mas o jovem, resoluto, salva o mundo e vinga seu mestre”.

Quem não pensar em pelo menos 5 filmes, daqueles que os nerds mais gostam, com um argumento desses, pode me dizer que o roteiro de Avatar é zuado. E azar de quem achou isso, na verdade.

A verdade é que Avatar é um deleite. Entretenimento no melhor sentido da palavra. É apaixonante, é uma delícia e vai ser lembrado para sempre. Já está na história do cinema, seja por quanto custou, quanto tempo demorou, pela tecnologia que desenvolveu ou pelo tanto de gente que arrastou para os cinemas.

Sinceramente, esqueça o hype, livre-se de qualquer preconceito e veja o filme.

Não tinha assistido ainda. Vi esse feriado. Não é o melhor filme da série, porque não é melhor que o Prisioneiro de Askaban, mas depois do Cálice de Fogo e da Ordem da Fênix, é um alívio ver que voltaram a fazer um filme, e não filmar um livro. É também um filme para quem conhece a história do livro e está com a cabeça aberta para aceitar que o filme é uma adaptação do que está escrito para outra linguagem.

Todos os elementos principais do livro estão no filme, menos um, que considero um dos mais importantes: a angústia de Harry, de saber que tem pela frente a maior de todas as obrigações, saber que vai ao menos tentar, mesmo que possa morrer por isso e que esse é o seu destino mais provável, já que seu adversário é mais experiente, mais poderoso e não tem o menor problema em matar quem quer que seja, inimigo ou aliado, para conseguir o que quer.

É o mais sombrio de todos os filmes da série, mas ainda é recheado de “alívios cômicos”, para não perder as crianças que acompanham. Isso quebra o ritmo e tira muito do clima pesado que a série deveria ter no final.

E o pior de tudo, que é uma coisa que eu não consigo entender: por que nos filmes o Dumbledore não usa óculos? A descrição favorita da autora (pelo menos acho que é, pelo tanto que ela repete isso) é “bondosos olhos azuis atrás dos óclinhos de meia-lua”.

Mas a rápida constatação, depois de assistir Twilight é que Harry Potter é muito melhor.

Tava eu reclamando que a minha TV foi para o conserto (sim, minha LCD pifou) e tava vivendo dos filmes e séries no micro, quando a Anacris que trabalha comigo falou: “Tu já viste Flash Forward?” Já tinha ouvido falar, lido uns tweets a respeito, mas não estava curioso de ver. Já ela falou e eu estou mesmo precisando de conteúdo, bora lá.

Puta que pariu, é muito bom. Vi o primeiro episódio e é um espetáculo. Claro que para o resto da temporada eu já baixei a expectativa, por um motivo muito simples: série nenhuma, nem Lost, nem Bg Bang Theory nem nenhuma, tem todos os episódios espetaculares. É estranho falar isso, mas não tinha como melhorar esse primeiro episódio. Ficou na cara que os episódios depois iam dar uma caída.

Pois é. Hoje assisti o segundo episódio e, mesmo com a queda, já esperada, é bom demais. É uma série que promete, daquelas para gerar teorias e discussões, mas ainda acho que não dá prá comparar com Lost. Claro que é esperada uma comparação, porque se não me engano, o próprio termo “Flash Forward” nasceu no Lost, para dar uma dinâmica narrativa diferente do que a série tinha até então, baseada em flash backs. Mas felizmente a história não tem absolutamente nada a ver e, o único ponto em comum nas duas séries, além do termo, é que uma das protagonistas do Flash Forward, a Olivia (mesmo nome da mina do Fringe, do JJ Abrams, do Lost) é interpretada pela mesma atriz que faz a Penny Widmore, do Desmond, do Lost.

Pois é. Mais uma série para o caderninho de vícios. Depois de ter desistido de algumas, tipo Heroes e Prison Break, Flash Forward veio em boa hora. Juntou com The Big Bang Theory, Two and a Half Men, Fringe e Lost, minha preferidas.

Aliás, no meu Flash Forward, eu tava com uma camiseta vermelha, preta e branca, que trazia uma inscrição misteriosa: 7-3-3 ;o)

Quando é muita, o santo fica com o pé atrás.

Hoje me liga a mulher da Claro para “confirmar” o número do meu cartão. E aí pede de 5 a 7 dias úteis para eu receber o iPhone. Ou seja, se realmente chegar, só na semana que vem. Bom, foda-se. É só mais um exemplo a se relatar de como as operadoras são ruins. Nem quando te ligam para vender o negócio conseguem vender direito.

E só para falar da incompetência alheia (a minha eu escondo, óbvio), a Warner Channel se mata de divulgar os Sopranos, a série que mudou a história da máfia (?), sem cortes, coisa linda de Deus, melhor que avaiana de pau e na hora de exibir dá um pau atrás do outro? Pelo menos pela Sky tava impossível de assistir. Legendas zuada, falta de legendas, travando a imagem e ficando só com som, sem imagem nenhuma um monte de vezes.

Teve uma hora que o Tony e o Chris vão espancar um cara e a tela fica toda preta. Eu, que perco a série mas não a piada falei para o meu pai, que tá em casa e tava assistindo comigo: “Ainda bem que é sem cortes, senão a gente não ia ver essa violência toda…”

Sem contar que as legendas que você baixa na internet são melhores que as da Warner. Acho que os caras estão baixando as legendas e prá disfarçar estão “piorando” o trabalho dos caras que fazem de graça.

Eu tenho uma mania que muita gente não entende. Assistir o mesmo filme várias vezes. Mas é que tem algumas histórias que é impossível não querer ver de novo, assim como algumas mensagens que é sempre bom reforçar.

Esse final de semana, passaram dois filmes que eu adoro (e que preciso comprar o BluRay) e, claro, assisti de novo.

Um é 50 First Dates, com o Adam Sandler e a Drew Barrimore. Cara, puta mensagem espetacular. A história do cara que tem que conquistar a mesma mulher todo dia, porque ela sofreu uma lesão no cérebro e toda vez que dorme apaga a memória recente, é comovente e faz a gente pensar muito sobre o que é o amor. Conquistar, além da mesma mulher, as mesmas pessoas todos os dias. Acho que a mensagem do filme é essa: temos que nos esforçar todos os dias para conquistar as mesmas pessoas. E o filme tem uma piada que eu adoro, já que o problema da moça foi causado por uma acidente de carro, ao tentar desviar de uma vaca. Depois de saber do problema dela, ela pergunta: “E a vaca?” e o cara responde: “Está igual você. Todo dia a gente tem que provar prá ela que é uma vaca!”

O outro é um dos melhores filmes que já foram feitos e garanto que para muitos é o melhor: Forest Gump. Cheio de ensinamentos e lições para uma vida toda, outro filme que mostra o que é o amor. O da mãe de Forest por ele e o dele por Jenny. E também o fato de tudo quanto é esperto ficar pelo caminho e ele, assumidamente limitado, sempre se dar bem. Lembro sempre de uma frase que o Mandic acabou se apropriando: “Sem saber que era impossível, ele foi lá e fez”. É o espírito do filme. Ele faz tudo que para qualquer pessoa, seria impossível. Uma frase que todo mundo lembra quando se fala do filme é “A vida é como uma caixa de chocolates”. Para mim, a frase que melhor ilustra o filme é “Idiota é quem faz idiotices”. E se pensarmos bem, ele não faz nenhuma o filme todo.

Alguns filmes, como esses, me dão a sensação que eu poderia levantar do sofá e conquistar o mundo…

Só se fala de Tropa de Elite. Também, pudera. Até eu que sou contra todos os hypes do mundo, entrei na onda. Aliás enquanto escrevo isso, estou usando uma camiseta do BOPE, que meu chefe mandou trazer do Rio!

É disparado o melhor filme nacional que eu já vi. Melhor que Cidade de Deus, melhor que os 2 Fi du Chico, melhor, melhor, melhor!

E mercadológicamente, não tinha hora melhor para sair. Num momento que nem o que a gente atravessa hoje, cheio de insegurança, corrupção e com a constante sensação de impunidade que a gente tem no Brasil, um filme que mostra um policial incorruptível que faz justiça tinha tudo para se tornar um sucesso.

É meio assustador ver um cara que nem o Capitão Nascimento ser erguido ao patamar de herói nacional. Afinal, o cara é violento, torturador, paranóico e faz justiça com as próprias mãos, matando e mandando matar os bandidos como se não existissem os sistema judiciário e penal do país. Mas, é o retrato do pensamento brasileiro.

Para o cidadão médio, que nem eu, por exemplo, a idéia de ter uns capitães nascimentos por aí, enchendo bandido de bolacha e bala, em vez de estar levando bola para proteger os próprios, chega a ser reconfortante. Para quem vê na TV bandidos condenados em liberdade, curtindo a vida com a grana que ganhou ilegalmente, enquanto o advogado dele apela pela miléssima vez da sentença que condenou o desgraçado, é como um ópio ver um personagem que mata os bandidos sem perguntar quem é, quanto ganha ou quanto ele vai levar para poupar a vida dele.

Ver um bandido, mesmo que de mentirinha, apanhar na cara, ser sufocado, tomar tiro e morrer é até engraçado. Tanto que tinha gente brava comigo no cinema porque eu não parava de rir.

O filme é facista, dizem alguns. E se for? A tal da liberdade de expressão só vale quando o filme endeusa bandidos? E eu acho que não é. Não percebi, em momento algum, o filme tomar o partido do personagem principal, defendendo seus atos e dizendo que o certo é fazer o que ele faz. Quem julga os atos dele é o público e as reações são as mais diversas. Vai desde reações como a minha, que adorou o filme e adorou ver bandido apanhando e morrendo, até a dos caras que acusam o filme de facista ou de apologia a violência.

Quer saber quem seria um herói maior que o Capitão Nascimento? Um justiceiro que em vez de espancar, torturar e matar bandidos, fizesse isso com políticos corruptos. Aí sim, eu ia querer ver as reações do país. Eu, com certeza, iria adorar.

E antes que alguém reclame, estou falando de uma obra de ficção, é claro.

No final de semana vi um monte de filmes, em casa e no cinema. No cinema eu vi o Shrek Terceiro que, apesar de eu ter gostado, confirmou o que todo mundo tem dito: é legal, mas é o pior dos três. É a maldição das terceiras partes que saíram em 2007. O Burro ainda é o mais engraçado e os filhotes dele também. Mas o mais legal mesmo é a hora que os filhotinhos de Shrek aparecem e absolutamente todas as mulheres do cinema fazem “oooohhhhhh…”. :o )

Em casa vi o Casino Royale, Os Infiltrados, Minha Super Ex-Namorada e ainda tem o Snakes on a Plane para ver hoje.

Casino Royale é muito legal, e olha que eu nem sou fã do 007. Mas o filme vale a pena.

Minha Super Ex-Namorada é uma nhaca, filminho besta, com um ótimo argumento que se perde no meio de um festival de piadas frustradas. No fim, não é um filme com ação, nem com romance e nem uma comédia pastelão. É o famoso filme “quis ser tudo mas não é nada, mesmo”.

Já Os Infiltrados, fala sério. Que filmão. Matt Damon é o cara. Com aquela cara de Baby Johnson fazendo papel de bandido, fica animal. Jack Nicholson, no papel de Jack Nicholson, o cara malvado, no mercy, chefão, pegador e engraçadinho, é o Jack Nicholson, não tem como dar errado. E (podem me zuar) até o Leonardo DiCaprio tá mandando bem. Claro que eu não vou contar o final, mas pensei “porra, prá ser perfeito, só acontecendo ISSO”. E não é que ISSO acontece???

E hoje tenho que ver Serpentes a Bordo, o famoso Módafóquinsneiques ona módafóquinplein. O Yabu gostou, mas o Yabu é o único japa que eu conheço no mundo que queria ser negão.

Ou adiantados, depende do ponto de vista. Mas o fato é que ontem eu assisti os finais de temporada de Heroes e de Lost. Gostei das duas.

Heroes é sem dúvida a série que mais promete na TV atualmente. Promete porque pode ser uma série daquelas que terão anos e anos de duração, a capacidade de renovação de personagens é altíssima, novas crises e vilões podem surgir todo ano, enfim, é inevitável a comparação: Heroes pode ser um X-Men. O episódio final não foi o melhor da série (o da história do pai da Claire ainda é o melhor), mas foi muito bom. Os erros que aparecem na série eu ainda acho que é um pouco da ingenuidade que a série passa. Os pontos baixos: esperava mais da luta de Sylar, Peter e Hiro. Foi meio broxante o cenário armado para o pau comer, o Sylar todo fodoso levando paulada da Nikki, parando tiro do Parkman e de repente: Olha, um gato! Onde? Fuch! A-há, enfiei uma espada nas tuas costas!!! YATA!!! E o Peter tem uma crise EMO no meio da briga, fala sério! Já de pontos altos: Molly Walker (que coisinha mais fofa!) falando que tem algo pior que o Bogeyman, Nathan Petrelli, o Quércia Voador, aparecendo para salvar o dia e, claro, ele, Hiro Nakamura, no Japão feudal bem no meio de um quebra. A segunda temporada tem tudo para ser melhor que a primeira.

E Lost? todo mundo me dizendo que tava meio caída, que não era mais a mesma… O episódio com o Charlie já foi animal. Mas o final, conseguiu superar o final da primeira, quando os Outros levam o Walt (Waaalt!) da jangada e da segunda, quando os Outros capturam Jack, Kate e Sawyer, com a escotilha explodindo. “We have to go back!” é a frase do episódio. Charlie, mais uma vez foi o melhor personagem, mostrando que, quando quer, o ex-hobbit trabalha direitinho. E o russo highlander, que toma tiro, atravessa cerca matadora, arpão no peito e não morre? Mas o destino do Charlie foi, até agora, o mais bonito da turma da ilha. E o Desmond? Disse que não teve mais nenhuma visão. Será que não teve no dia ou não vai mais ter? O Jack socando o Ben, o Sawyer fazendo justiça com as próprias mãos também foram muito legais, mas nada foi melhor que Hugo Heyes, o Hurley, detonando os outros com uma Kombi e ainda avisando os Outros pelo Walkie Talkie. O flash-forward também foi uma puta novidade. E o Flash-Forward do Jack? Quer saber quem eu acho que está no caixão? O Jacob! Minha dúvida se os produtores sabem prá onde vai a série parece ter diminuído. Os caras são os Reis da Esquiva. Tão sempre despistando, mas parece que eles têm, sim, o controle da história.

E os prêmios para as melhores frases vão para:

Jack Shephard, por: “We have to go back!” para Kate
Hugo Heyes, por “Attention, Others. Come in, Others. If you’re listening to this, I want you to know that we got you bastards, and unless the rest of you wanna be blown up,you best stay away from our beach.”
Rose, por: “If you say ‘Live together, die alone’ to me Jack, I’ll punch you in your face” para Jack

Mais três temporadas. Curtas, com 16 episódios cada, o que é legal, porque não dá tempo para embromar. E aí ficaremos sabendo se eu estava certo ou errado. Se os caras tem uma explicação para essa série do inferno!

Eu fui ler a crítica do Forlani antes de ir ver Piratas do Caribe – no Fim do Mundo. E ele desceu o cacete. Na hora, eu pensei: “Cara, o Forlani é uma mala. Tá se achando o crítico de cinema, mesmo, fala mal de tudo, que coisa!”. Eis que venho, publicamente, pedir desculpas. Tá certo que ele nem sabe que eu pensei isso e se eu não escrevesse aqui ele talvez nunca soubesse, mas fiz mau juízo de um amigo que estava certo.

PQP, eu esperava tanto do filme, saí decepcionado do cinema. O filme é confuso, não tem metade do charme e apelo que os outros dois tem, as gracinhas são sem graça e geralmente em horas nada a ver, personagens que não acrescentam em nada… Prá que serviu aquela desgraçada daquela mulher/deusa? E aquele bando de Jack Sparrow? Ele tá se achando o agente Smith? Sem contar que, se você não lembrou de assistir o Baú da Morte em DVD no dia anterior, não vai entender metade das referências do filme ao segundo episódio da trilogia. Realmente, quase que o último filme estragou a série.

A única coisa “legal”, mais porque não é óbvia do que por ser realmente legal, é o destino do casalzinho apaixonado. E o filme termina com um cliffhanger bacana, ainda mais porque já sabemos que o Johnny Depp falou que não faz mais o Sparrow.

Tô vendo que esse não é o ano das terceiras partes. Homem-Aranha a turma disse que não é tudo isso, Piratas é ruim… Shrek que se cuide.

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