Archive for the ‘Eu por mim mesmo’ Category

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É, feriadão é prá quem pode e eu achei que não podia, pelo menos nesse.

Queria ficar em São Paulo no feriado, a Dé quis ir viajar e aí a gente resolveu que todo mundo estava certo. Ela foi viajar e eu fiquei por aqui. E já que fiquei, mesmo, e hoje tá um tempinho que inviabilizou tudo que eu queria fazer em casa, vim trabalhar.

O que não impede de ser relax, porque até trabalhar pode ser relax, quando não é no stress de um dia normal. Dei uma volta na empresa hoje e não tinha uma alma em vários lugares que eu passei. O telefone não toca, os e-mails não chegam e dá prá aproveitar prá adiantar o que tava atrasado.

Em casa, aproveitei para alugar um filminho e um joguinho. Já vi o filme e já estou jogando. Aproveitei também prá tocar um pouco de violão e hoje estou pensando até em pegar a guitarra.

Mas, depois de muito tempo sem atualizar, desde o dia do meu aniversário, vamos às novidades, que quase não existem! :o )

Primeiro as não tão boas: quebrei o meu iPhone. Deixei cair, ficou um rachado no vidro que parece uma cicatriz. Tudo funfa, normal, não sei nem se vou mandar arrumar tão cedo. Por causa disso, fui a primeira pessoa no mundo a ter o iPhone 3G S, sendo que o S, no meu caso, é de Scarface.

O Pedro teve que parar a natação, por ordens médicas. Ele teve, seguido, uma roséola, uma laringite e uma bronqueolite. Aí a médica achou melhor, enquanto o tempo tá frio, ele não nadar. Aí, como já está pago, mudamos a matrícula dele para mim e agora que faz natação no lugar dele sou eu. Que coisa, não?

De bom, é que acho que no mês que vem eu devo tirar uns dias para ficar de bobeira, estamos planejando o aniversário de um ano do Pedro e a vida continua. Se bem que não temos a mais pálida idéia do que fazer no aniversário do Pedro, porque a grana não tá nem curta. Tá inexistente, mesmo.

Mas tamos aí na atividade.

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…parabéns para mim, porque eu sou legal!

Atingi a maioridade. 18 anos! Em cada perna. Agora sim.

Viva eu, viva tudo, viva o Paul Barrigudo, que sou eu também.

Primeiro aniversário que acordo com o Pedro dando risada do meu lado, como se soubesse que dia é hoje. Que dia feliz, que do caralho, que tudo. É nóis, queiróis, albatróis, não gostou pega nóis.

\o/

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É tanta coisa prá fazer, mas tanta coisa prá fazer, que às vezes o Esblogo fica meio parado. Mas jamais esquecido.

Aliás, uma coisa que eu acho que nunca escrevi, apesar de ter deixado nas entrelinhas várias vezes. A época que eu menos atualizei o Esblogo foi em 2004, ano que eu passei boa parte sem trabalhar e boa parte trabalhando na Level Up. O tempo sem trabalhar, obviamente, tira a vontade de qualquer um fazer qualquer coisa. É muita incerteza, é muita merda, é muita gente te tratando como bosta porque você não tem emprego, muita gente tentando te dar o golpe porque você está desesperado… É uma situação de merda, que eu abstrai, tirei as coisas boas e simplesmente apaguei as ruins. Ainda estão “fisicamente” gravadas, claro, mas o “arquivo lógico” não está mais indexado no cérebro, vamos dizer assim.

Agora, o tempo de Level Up e a vaca loca que era minha chefe, não esqueço jamais. Ali lembro só das coisas ruins, porque de bom mesmo, só o dia que eu pedi a conta. Espero nunca mais ver nem ouvir falar dessa mulher. Não desejo nada de mal prá ela, até porque não precisa. Feia, ruin, mal (ou não) comida, véia, morando com os pais, descota a frustração de não ter uma vida tratando subordinados que nem lixo. A única coisa que eu tenho que agradecer é que deve ser por causa dela que eu sou um chefe, modéstia à parte, tão bom. Pode perguntar prá qualquer pessoa que trabalhou comigo e vai ver que não estou de sacanagem.

Outro dia uma funcionária veio me contar de uma conversa que estava tendo com uma amiga aqui na empresa, com a amiga desancando o chefe dela. E aí perguntou para essa funcionária quem era o chefe dela. Ela respondeu que era eu e ouviu a seguinte frase: “O Paul??? Ai, que sonho, que delícia!” Eu ser chefe, não eu, seus mente poluída da porra! Fui chefe do irmão de um amigo. A gente foi almoçar um dia e perguntei do cara. Esse meu amigo, que é doido prá me sacanear, não perde uma chance, ficou sério prá caralho e disse: “Ele vai ficar feliz prá caralho de saber que você perguntou dele. Ele não fala porque, mas sempre conta em casa que você é o modelo de chefe que ele gostaria de ter sempre”.

A coisa é bem mais fácil do que parece, na verdade. É só tratar todo mundo como gente. Os que não entendem a diferença, trate com o mesmo respeito que eles tratam. Se acharem que estão sendo mal tratados é ótimo, porque você pode estar conseguindo mudar uma atitude hostil mostrando a “regra do espelho”. Aqui mesmo já mandei um à puta que o pariu, com todas as letras e sílabas combinando, aí ele mudou. Percebeu que estava sendo escroto com a pessoa errada, vai ver.

Ultimamente, mesmo com tudo que tem de pressão e porradaria, até que a coisa tem andado bem. A falta de posts diz mais respeito à falta de tempo do que à de vontade. Acha-se tempo, dirão alguns. Mas se eu achar algum, quero aproveitar é prá ficar com o Pedro. Ou dormir. Mas ainda escrevo bem no twitter, porque é mais rápido!

Prá terminar, cabe o reconhecimento de que esse foi um post que advoga em causa própria, comigo, ridiculamente, falando bem de mim mesmo e de minhas habilidades profissionais. Mas, como dizem por aí, se eu não fizer, quem vai fazer? Acho que esperei demais que fizessem e, se não fizeram ainda, não farão mais, certo?

Além do quê, algumas coisas tinham que ser vomitadas, mesmo. Vocês sabem como é.

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Claro que eu adoro feriado. Mas ultimamente, parece que eu me canso mais nos feriados que nos dias normais. Não sei se é porque, ultimamente, todo feriado significa visita em casa, se é porque o Pedro não deixa mesmo a gente dormir como antigamente ou se é porque eu estou simplesmente ficando velho.

Uma coisa sou obrigado a admitir: eu já não durmo mais como antigamente. Eu era faixa preta, oitavo dan, ninja pós graduado em matéria de dormir. Já teve vez que eu dormi mais de 18 horas. Tipo ir dormir depois do almoço, pedir para me acordar prá sair 10 da noite e acordar só 10 da matina do dia seguinte. Coisa de louco. Hoje se durmo muito, acordo com uma dor de cabeça do inferno. E mesmo quando eu quero dormir um pouco mais, chega uma hora que os olhos estalam, não fecham mais e nem mesmo aquela preguiça na cama dá vontade. Tem que levantar, mesmo. Isso que eu costumo dormir tarde. Digo, costumava. Com os novos horários na casa, 11 horas já estou caindo de sono.

Outra coisa que eu não fazia e agora faço é a soneca no meio do dia. Antes se eu dormisse um pouco de tarde, ficava meio zuado de noite. Agora não. Durmo de tarde, na rede, sossegado, acordo legal quando alguém me chama e durmo de novo de noite normal. Estou “fracionando” o sono. :o )

E o susto do feriadão ficou por conta do meu computador. Estava eu tranquilamente deitado na rede (prá variar), assistindo Fringe (prá variar) com o micro no colo (prá variar). Acabou o episódio que eu estava vendo, fechei o VLC e dei uma olhada prá ver como estava a bateria, que estava em 17%. Foi eu olhar isso e o danado desligou. Estranhei, tentei ligar de novo, ele fez o UÓÓÓÓM característico do mac ligando e pumba, desligou de novo. E não ligava mais. Liguei na tomada e nada. Tirei a bateria e nada. Liguei na tomada sem a bateria e nada. Quando tava na tomada, piscava a luz da bateria carregando. Deixei um pouco, desesperado dele ter ido para o mundo dos mortos, e fui tomar banho. Depois do banho tentei ligar de novo e… LIGOU! Desliguei, deixei carregando, depois da luzinha verde indicar que carregou eu desliguei tudo e deixei ele quieto. Não me assustou mais. E isso que eu já Fringe na rede de novo! :o P Vai ver eu tava fedido e ele se recusou a ligar enquanto eu não tomasse banho.

A hora que ele ligou de novo eu olhei bem prá ele e disse: “Welcome back, to the land of the living”. E acrescentei: “Nunca mais me assusta desse jeito”!

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Tirei a semana passada de folga. E folga, para mim, significa usar menos o computador. Por isso o Esblogo também ficou de férias.

Mas voltei e, sei lá, parece que eu nem tenho tanta coisa assim para escrever dessa semana que fiquei sem trabalhar.

O bom é que eu fiquei com o Pedro um pouco mais do que de costume, mas nem fiz muita coisa. A maior parte do tempo, na verdade, não fiz nada, mesmo. Afinal, para isso servem as folgas!

De novidade em casa, o Fallout 3, que aluguei e não aguentei, acabei comprando. Que jogão. O esquema é o mesmo do Oblivion (o jogo também é da Bethesda), mas acho que a história e a ambientação são muito mais legais. Sei que tem coisa prá cacete para fazer, porque tem troféu que só ganha depois de achar 100 localidades no jogo, e eu acho que só descobri umas 30.

E, a melhor novidade de todas, na sexta nasceu o Theo, segundo filho da Dê e do Pelvin, um sobrinho novinho em folha para eu estraga! U-hu!!!!!!

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Sábado a gente foi levar a Dé prá trabalhar (eu e o Pedro) e depois fomos para Aguaí, conhecer o Henrique, que acabou de nascer. Eu achei ele a cara do Tom, aqui entre nós. Batemos uma pizza em São João e domingo ele foi prá casa. E tava metade de Poços de Caldas para ver ele. Legal! Como eu disse, nossa família anda ocupando as cegonhas! :o )

Voltamos domingo mesmo e a conclusão é uma só: estou véio. Antes eu fazia isso todo final de semana e tava sussa. Cheguei em casa podrão ontem, muita gente na estrada, complicado demais.

Outra indicação que estou ficando véio: a já citada ODM, a banda que montei com uma galera. Pô, duas horinhas de ensaio e um dia inteiro de surdez… Até comprei um protetor auricular prá ver se melhora. Ainda não usei, mas já comprei.

E antes que eu me esqueça, do tamanho do Sagaz tá a véia! Eu ainda não cheguei nos 3 dígitos na balança, não. Tem uns 13 kilos de folga ainda!

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Uma semana corrida, mas bacana. Muitas novidades.

Uma delas é que agora o Pedro foi para o berçário, porque a Dé voltou para o trabalho. E a gente já causou na escolinha / berçário, mas acho que é mais porque somos marinheiros de primeira viagem do que qualquer outra coisa. Até agora, que ele está com 5 meses, só a gente ficou com ele. E agora que a gente tá deixando ele com outras pessoas, acho que estamos sentindo mais o golpe do que ele. Mas não tem muito o que fazer, infelizmente. É da vida.

Outra é que o Henrique, primo do Pedro, está chegando. A gente já deve conhecer ele no final de semana. Eu estou bem ansioso para conhecê-lo, não vou mentir. Para mim, ele é o primeiro sobrinho do lado de lá da família. Os outros 3 sobrinhos da Dé não consigo considerar que são meus, por uma série de razões que não dá nem prá tentar explicar, mas acho que é principalmente porque eles já existiam antes de eu namorar a Dé. O Henrique não, esse eu acompanhei desde o comecinho, então parece que é meu, também, que nem o Caio é da Dé. Difícil de entender, mas é assim que eu me sinto.

A pergunta que não quer calar: Cadê o Verão desse ano?

E nasce um mito: ODM! Em breve, esclarecimentos sobre isso, aqui mesmo.

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Aqui nóis é xik, rapá! Retrospectiva é coisa de Globo Repórter. Aqui a gente faz um review, olha que animal.

Palhaçadas à parte, 2008 foi um ano bom, mas difícil. Se tem uma coisa que ele não foi, é medíocre. Teve, isso sim, altos bem altos e baixos que mais ameaçaram do que conretizaram, mas que assustaram bastante. Com momentos de extrema alegria e de profunda preocupação, se fossemos medir esse ano íamos precisar de um osciloscópio (se é que isso ainda existe).

Do lado ruim, prá variar, a questão financeira é a que sempre aperta. Mesmo quando tava com uma boa reserva, sabia que ela estaria comprometida. Mas como sempre, os imprevistos comem uma grana alta. As realizações foram grandes e ótimas, mas caras! :o ) Sem contar a tensão que rolou no trampo, com o chefe, que é mais que chefe, sendo demitido por telefone e a equipe tendo ficada meio largada até pouco tempo atrás. Tudo bem, é mais um sinal de crescimento estar no meio dessa merda toda, mas foi difícil demais. Com um filho recém nascido e uma casa recém comprada, o risco de ficar desempregado estava perto demais e em alguns momentos pensei, mesmo, que ia ter um piripaco qualquer do coração ou alguma coisa assim.

Mas se colocarmos na balança, o ano ainda foi muito mais legal do que tenso. Foi um ano de colher muitas coisas que foram plantadas em 2007, como a primeira coisa batuta do ano. Fiquei sabendo em 2007 que ia para uma das cidades que sempre quis conhecer. E dia 06 de janeiro embarquei para Las Vegas. 3 dias lá, 3 em Miami, dias que não esquecerei. Apesar de ter esquecido a câmera e ter voltado de lá sem nenhuma foto! :o P Mas o Ballona me filmou em Miami fazendo um cornholio depois de tomar um fraputino no café da manhã!

Em abril, depois de muito negociar, ir e vir, encher o saco geral, assinamos o contrato de compra da casa. Ficou um tempão aqui, fechada e sozinha, até que a gente resolveu dar um jeito nela. Tínhamos combinado que se não desse jeito até o final do ano, vínhamos de qualquer jeito. Viemo e até conseguinho dar uma arrumadinha nela. Ainda tem muito o que fazer, mas é nossa, minha e Dé. Se quisermos, podemos furar, quebrar, tampar, qualquer coisa. Se der merda, depois arruma, mas podemos fazer qualquer coisa, porque é só nossa.

E claro, é minha, da Dé e do Pedro. Se não vou esquecer o dia que compramos a casa, ou o dia que conheci Las Vegas, o que dizer do dia que meu filho nasceu. Lembro claramente cada momento, da hora que o médico me falou “é amanhã, pode ir para o hospital duas da tarde, que às cinco ele nasce”, até a primeira noite que ele passou com a gente, do lado de fora da barriga da Dé. Lembro do que pensei a hora que vi ele saindo, a hora que vi a Dé com ele, lembro de cada cena, de cada minuto e o mais importante, de cada sentimento. Toda vez que me sinto meio zuado, meio deprê, lembro daquela hora.

De lá prá cá, todo dia é uma aventura, cheia de novidades e coisas novas. É a primeira fralda cheia prá trocar, a primeira corrida para o médico, o primeiro sorriso, a primeira risada, as primeiras vezes dele, também um pouco as nossas, tudo delicioso e emocionante. Se eu tivesse que definir 2008 em uma frase, seria fácil: O ano que virei pai!

Que 2009 seja um ano de plantarmos de novo, bom como 2007 e também de colhermos, bom como 2008.

Meus já tradicionais obrigados de fim de ano:

Dé e Pedro – meus amores, minha vida. Tudo que sou, são vocês que fazem.
Pai e mãe – tudo que sou, vocês que começaram.
Dê, Pelvin, Caio e Theo – Tudo porco mamão!
Ballona – Sensei, master, waste management.
Sandro, Lilica, Lurds – sempre perto, mesmo longe.
Yabas – agora também meu compadre.
Mau, Julis, China – Gente nova e boa. Menos o China, que é véio e não presta.
E você, que caiu aqui sem nem saber porque, que me conhece ou não, que nunca me viu nem mais gordo e nem mais magro, ou que me vê todo dia. Tenho certeza que você fez alguma coisa legal esse ano. E vai fazer mais ano que vem.

Tchau 2008. Eu vou lembrar sempre de você.

Oi 2009.

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Cara, que dezembro corrido, cheio de coisas para fazer. E não é só por causa do Natal, não. É tudo. Arrumando casa, pintando, limpando, carro que vai prá oficina, trabalho prá cacete na Band e claro, o Pedrão. Que aliás, tá cada dia mais bonito. E agora que ele é só risada para todo mundo, onde a gente vai ele vira atração turística.

E mesmo essas duas semanas antes de acabar o ano não me parecem que serão das mais calmas não. Mas pelo menos com dia 25 e 01 sendo quinta, rola aquele emendão, isso já é bom.

De qualquer jeito, estou por aqui, chutando tudo no MK vs DC. Que aliás, é um baita jogo, só podia ser mais fiel às raízes sangrentas da série.

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É isso. Esse final de semana eu mudei. Saí da casa onde passei pelo menos 20 dos últimos 22 anos. Tirando o tempo em que morei em Petrópolis, coisa de um ano, mais ou menos, passei a maior parte da minha vida nessa casa. Era criança quando mudei para lá com os meus pais e foi enquanto morava lá que saí da escola e entrei no colégio, mudei desse colégio para outro, entrei na faculdade, conheci a Dé, me formei, comecei a trabalhar e foi morando nessa casa que vi nascer o Pedro.

Só não me casei enquanto morava nela, porque estava nesse tempo em Petrópolis.

É uma sensação ruim, mas boa. Ruim, porque estou deixado o que me é extremamente conhecido. É uma casa que eu andava com tudo escuro, com os olhos fechados, de costas. Conhecia cada centímetro da casa, cada taco no chão, cada dobradiça, cada parede, cada prego que segurava cada um dos quadros. Quase tudo que passei na vida, desde que me lembro, foi nessa casa.

Mas é uma sensação boa, de estar indo para a minha casa, que eu batalhei para comprar, para reformar, para deixar do jeito que eu queria para a minha família. E sei que vou passar por muita coisa nessa nova casa também. Afinal, é a casa que eu escolhi para ver o meu filho crescer.

Se pensar que só para pagar a casa são 20 anos, é bom eu sossegar por lá um tempinho…

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