Toca o meu telefone. Atendo. Segue o diálogo inusitado:

Eu: Alô?
Ela: Boa tarde, meu nome é Fulana e sou da operadora Claro. O senhor é o titular da linha oito nove dois pé 8 xis meia meia?
Eu: Sim, sou eu.
Ela: A Claro precisa de algumas informações sobre a sua linha, o senhor pode me confirmar o seu nome completo?
Eu: Não.
Ela: Senhor? Seu nome completo?
Eu: Não vou falar. Se você é da Claro, tem meu nome no seu monitor aí. Me fala que eu confirmo ou não.
Ela: Não posso fazer isso. É uma informação de segurança.
Eu: Sim, para minha segurança. Como é que eu vou saber se você é mesmo da Claro? Eu sei que a linha é minha, mas não sei se você é da Claro.
Ela: O senhor não vai passar o seu nome?
Eu: Não!
Ela: Então o senhor ligue para 1052, que é número da Claro, para saber do que se trata.
Eu: Eu não! Não quero falar nada com a Claro.

E ela desligou! Não falou nem tchau! Apesar do barulho de Call Center e eu até achar que era mesmo da Claro, não quis dar mole. Vai que é golpe.

Na pior hipótese, valeu uma história para o Esblogo…

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