O primeiro Final Fantasy que eu joguei foi o X. Depois de anos ouvindo todo mundo falar de Final Fantasy, filme e tudo mais, resolvi ver como era o negócio. E comecei pelo que eu, honestamente, acho ser o melhor FF de todos os que eu joguei. Tem uma história espetacular, personagens envolventes, jogabilidade de RPG de verdade e um final verdadeiramente surpreendente. A primeira cena do jogo, com o Tidus relaxando antes de um jogo de Blitz Ball me assustou. Nunca eu tinha visto “água” em um jogo que parecesse água, como nesse. E os Aeons, pelamor, o que era aquilo? Overdrive do Anima, Oblivion. Quem jogou sabe.

Depois tentei jogar o VII, VIII e IX, mas não rolou. Joguei o X-II, mas também não era nada demais. Apenas OK. O XI, online, nem vi. O XII eu gostei, mas acho que o principal, que é a história, não funcionou. Para um jogo desses você tem que se envolver com os personagens, afinal, vai passar algumas horas ali com eles. No FFX, por exemplo, joguei duas vezes. Uma deu 80 horas e outra 120.

Eis que esse final de semana comecei a jogar o Final Fantasy XIII, o primeiro para essa geração de vídeo games, o primeiro em HD. E nunca vi nada mais HD na minha TV. É algo tão completamente superior a qualquer outra animação que não sei nem com o quê comparar. A primeira impressão, até por causa disso, é ótima. O jogo começa e, como sempre, leva tempo para enteder a história e os novos termos relativos à ela e ao mundo onde se passa a trama toda. Em pouco mais de uma hora de jogo, somos apresentados mais a alguns dos personagens e menos à história.

Como sempre, o sistema de batalha é controverso. É uma mistura do ATB, conhecido da série, com o que se usava em Kingdon Hearts, em que você controla diretamente as ações do líder e apenas programa o comportamento dos demais. Achei bem interessante, mas até encarar algum BOSS prá valer e entender como dá prá combinar a estratégia das coisas, ainda é cedo para dar um parecer concreto sobre o sistema.

Até agora, está tudo lindo. Os personagens são carismáticos, a história parece ser engajante e o sistema de batalha, por mais que ainda novo, não é nenhum absurdo. E o visual é impecável. A Square sabe como criar um mundo como poucos por aí.

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