Archive for October, 2009

Faz tempo que eu não invento nenhuma história por aqui. Ultimamente tenho andado com muito vontade de escrever um daqueles meus contos malucos, mas tá um negócio estranho. Manja quando você sente a cabeça trabalhando, mas não sabe dizer exatamente em quê? É o que está acontecendo comigo. Parece que estou “dissipando” a energia da cabeça e não estou conseguindo canalizar para o que eu quero.

Também tenho ouvido muito mais música do que o normal, uma vontade de juntar uma galera para tocar e fazer muito barulho. Hora boa de agitar isso, para fazer uma graça no final do ano.

Preciso só canalizar a inspiração para as coisas certas. E relaxar um pouco, que acho que vai sair alguma coisa legal.

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Quando eu mudei o esblogo para o WordPress, achando que ia tascar um tema e tudo bem, estava achando que não ia ser bem assim. E não foi mesmo.

Em uma semana eu já achei um tema mais a minha cara ainda. O outro era bacana, mas tinha duas coisas que tavam me incomodando. Primeiro, o violão da foto não é igual o meu. Isso faz muita diferença, acreditem. A outra, é fonte branca em fundo preto. Na boa, nem eu gosto de ler em sites assim, gosto de fonte escura e fundo claro. Parece que cansa menos a vista. Ainda mais de quem não enxerga lá essas coisas, que nem eu.

Aí fuça daqui, dali, acho um template de Les Paul, com duas opções: vermelho, Les Paul Standart e um cinza, com uma Gold Top igualzinha a minha. Se não acredita, dá uma olhada nas fotos! Aí, ferrou. Template novo, primeira mudança do Esblogo depois da migração para o domínio e o WordPress. Sem contar que é tão fácil mudar que dá vontade de fazer toda semana.

Espero que gostem e que também achem que está mais fácil de ler as minhas bobagens.

Daqui a pouco eu dou um jeito de ficar mudando o modelo da Lespa ali em cima, vamos ver…

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Sim, sei que já não é mais novidades para ninguém que o Batman: Arkham Asylum é um puta jogão. Mas agora que eu terminei a história e já joguei boa parte dos Challenge Modes, resolvi postar o meu review do jogo.

A primeira coisa a se destacar é que a história do jogo é animal, algo que faltava em jogos que são adaptações de quadrinhos ou filmes de super heróis. Inclusive, porque trás personagens novos, criados para o jogo, mas que se encaixam perfeitamente à mitologia do personagem. Resumindo, o Coringa foi preso (de novo) pelo Batman e está sendo levado de Batmóvel para o Asilo Arkham, o reformatório para os bandidos malucos que habitam a pobre Gotham City. Chegando lá, supresa! O Coringa se deixou prender para levar Batman até o Arkham, que está especialmente preparado com uma série de armadilhas e emboscadas para o Morcego, com vários de seus inimigos doidos por uma chance de ter a vingança por estarem ali.

Se o argumento é bom, o desenvolvimento é melhor ainda e vamos descobrindo que o plano do Coringa vai muito além de simplesmente dar uma coça no Cavaleiro das Trevas. A essência dos personagens também está toda ali. O comportamento sombrio e solitário do Batman, o senso de humor doentio do Coringa, a paixão maluca de Harley Quinn pelo palhaço e por aí vai. Além de encontrar inimigos e aliados no jogo, você também coleciona os perfis dos personagens e, no caso de alguns “habitantes” do Arkham, as fitas das entrevistas com os pobres psicólogos da instituição, que tentam dar jeito nas cabeças desses malucos. O que torna, aliás, a história ainda melhor.

O jogo tem, além da história principal, pequenas side quests, sendo que a solução das 240 charadas espalhadas através do jogo pelo (guess who?) Charada é fácil a mais divertida. Simplesmente não dá prá resistir em procurar as pistas espalhadas pelo jogo, até desvendar todas, que além de aumentar a porcentagem de jogo completa, ainda libera mais segredos e novos desafios. Alguns dos Challenge Modes só são destravados quando se encontra determinada pista ou charada.

O sistema de combate, as armas e os gadgets vão tendo up grades durante o jogo. Do Batarangue normal, por exemplo, você chega ao Batarangue com controle remoto, além de Bat Ganchos e até Bat Decrypters, para abrir portas eletrônicas criptografadas. Mas a porradaria é legal e os movimentos durante os combates são alucinantes. Tem soco, pontapé, contra golpes, saltos, rolamentos, enfim, Batman mostra que está pronto para a briga.

Mas nem só de briga vive o Morcego. Determinados momentos o melhor é ir na surdina, como Snake de Metal Gear Solid, e tranquilamente detonar os inimigos com take downs estratégicos, seja se aproximando sorrateiramente dos inimigos ou se pendurando em gárgulas, cercas ou escadas. As reações dos inimigos também são bem engraçadas, ainda mais quando vão vendo que os comparsas estão sumindo e eles vão ficando mais nervosos.

Aliás, para analisar inimigos e ambientes, Batman tem o Detective Mode, em que descobre paredes que estão a ponto de cair, dutos para se esconder, inimigos espalhados pelo cenário e, claro, para desvendar algumas pistas do Charada.

Depois de terminar a história (ou enquanto a faz), o negócio é cair nos Challenge Modes. São dois tipos: porradaria, em que o objetivo é derrubar seus inimigos com os maiores combos possíveis e fazendo muitos pontos com isso, e os Stealth, em que o negócio é detonar os capangas do coringa sem ser visto e de diferentes maneiras. O conteúdo disponível para download inclui fases como o Challenge Mode, além da possbilidade de jogá-los como o Coringa, não como Batman.

Por fim, para quem joga no PS3, tem os troféus que o jogo dá. Alguns são moleza, vão sendo ganhos conforme se avança na história. Outros são bem pentelhos, como fazer um combo de 40 hits ou um que envolva todos os movimentos de combate possíveis.

Enfim, é um jogão. Uma mistura de ação, stealth e uma pitada de Resident Evil, até. Um jogo daqueles que vale a pena detonar e mais de uma vez. Dos melhores do console e, certamente, o melhor já feito para um personagem que merece um jogo desse nível.

Agora que terminei o danado, posso dar mais atenção ao The Beatles: Rock Band. Logo dou uma idéia dele por aqui.

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O esporte favorito do brasileiro não é futebol, nem vôley e nem F1.O esporte favorito do brasileiro é cornetar o próximo. Seja porque o time dele perdeu, porque o pneu furou ou simplesmente porque tem inveja do que está sendo cornetado.

O cara mais cornetado do Brasil, faz tempo, é o Rubinho Barrichello. Injustamente, diga-se de passagem. Pense uma infinidade de brasileiros que passaram pela F1 e não fizeram metade do que ele fez. Há quem dirá que é porque não tiveram tempo, que é porque o Barrichello tá lá há dez anos e por aí vai. Bom, então, primeiro ponto favorável a ele. Ninguém fica mais de 1o anos numa categoria como a F1, e vivo, sendo ruim. Se ele está lá esse tempo todo, tem méritos. Não foi campeão, é verdade, mas pode ser um baita acertador de carros, se entenda com os engenheiros do time, enfim, sabe o que fazer para a equipe ter um carro legal. E que eu me lembre, só três brasileiros foram campeões do mundo e, sem demérito nenhum ao Barrichello, os três eram pontos fora da curva mesmo.

E não adianta falar que ele cagou tudo ontem e tudo mais, porque ele não perdeu o campeonato ontem. Lembremos que nas 7 primeiras corridas, o Button ganhou 6. E ele, no resto da temporada, ganhou duas. Das duas uma: ou ele tinha que ter ganho também 6 corridas, ou o Button não ter mais feito ponto nenhum o resto da temporada.

Agora, o mais engraçado, é que muito dos corneteiros gostaria de estar no lugar dele. Ou será que ganhar a vida viajando o mundo dirigindo um F1 é um trabalho tão ruim que mais ninguém quer. Sei que muita gente toparia e ainda faria uma ressalva, que é “ah, mas eu seria campeão”. Rá! Então tá, porque será que ele está lá e você não?

Outro cornetado, o Joel Santana, foi demitido do cargo de treinador da Seleção da África do Sul. Esse é outro que foi cornetado por conta da entrevista em “inglês” na copa das confederações. Aposto que metade (para ser modesto) da galera que riu do inglês dele, não entendeu a piada. Ou será que a população brasileira resolveu aprender inglês e eu nem percebi?

Cornetar é legal? Até é. Sempre saem piadas boas. O que não é legal é ser injusto. E nesse final de semana, que São Paulo, Corinthians e Santos, todos perderam, pelo menos não tem muito corneteiro à solta por aqui…

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Pois é. Depois de 8 anos de blogger, me rendi ao wordpress. O Esblogo original continua por aqui, por tempo indeterminado, mas as atualizações só serão feitas no endereço novo.

Então, atualizem aí os bookmarks, RSSs ou sei lá o que vocês tem aí. O novo Esblogo novo está aqui. Como diria o Yabu, NÃO PERDA!

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Cada dia a gente descobre um lance legal no WordPress. O de hoje é o aplicativo dele para o iPhone. Simples, fácil e muito legal de usar.

Ah sim, e funfa no widescreen do iPhone, para ajudar a escrever mais rapidinho. Esse post, claro, escrevi nele.

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Depois de tirar férias (aleluia!), voltar e já entrar na rotina, eis que o Esblogo volta a ser atualizado.

Nesse tempo, coisas boas, coisas ruins, coisas, enfim, aconteceram na vida. Estou tentando ficar zen. Como disse para o Yabas dia desses, entrei no projeto carbono zero.

E ainda por cima, resolvi fazer um Extreme Makeover no Esblogo. Depois de 8 anos de Blogger, me rendi ao WordPress, que já usava para fazer o site da Dé. Não sei se vou ficar mudando o tema do blog como mudava as cores toda hora no Blogspot, mas vai saber. O ócio é o maior amigo da internet!

Espero que gostem da cara nova. Eu, pelo menos, achei que é bem mais a minha que antes.

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