Depois de Las Vegas, Miami. Dois dias de passeio e trabalho.
Miami é legal. Bem aquilo que a gente vê em filmes e TV, mesmo. É legal andar por aqui e conversar com tudo mundo, principalmente os taxistas. Ao contrário de Las Vegas, onde andei com taxistas americanos, aqui são todos estrangeiros. Haiti, San Marteen e Nicarágua, os que eu andei até agora. E descobri que os Haitianos são doidos pelo Brasil e pelo futebol do Brasil. Um dos taxistas me disse que tem 4 sobrinhos: Ronaldo, Romário, Roberto Carlos e Robinho. E um filho, Edson, em homenagem ao Pelé.
Outra coisa que tem bastante em Miami. Adivinha? Brasileiro. O garçom da janta ontem era brasileiro, o do café da manhã hoje também. Estava no shopping ontem e comprei um Rock Band. Passa uma cara por mim e diz: Olha o cara, com o Rock Band… Estava na praia hoje e, do meu lado, um cara com a camisa do São Paulo.
A praia é legal, limpinha, água gostosa, sossego. A cidade é limpa, o povo é até que atencioso quando você precisa de alguma coisa, nada que justifique a fama de nojento do americano.
Agora, prá fazer compras, nem vou entrar no assunto. Tem de tudo que você imagina um pouco do que você achava que não existia. PQP. Tem que ter grana, mesmo, porque todo lugar que você entra, fica um monte de coisas te olhando com cara de “me leva para casa”. Video games, eletrônicos, roupas, sapatos… Tudo é legal e tudo é razoavelmente acessível. Com dolar a R$ 1,88, então… Já peguei o meu Rock Band, inclusive!
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Amanhã, último dia por aqui. Praia de manhã, aeroporto de tarde e aí, vôo para São Paulo, de volta para a nossa realidade.
Agora vou sair. Vou ver se acho a loja dos caras do Miami Ink! ;o)


