Confesso que comprei o PS3 preocupado. Afinal, o bicho ainda tem poucos jogos e, quando comprei, as grandes promessas para o console ainda não tinham saído. Tanto que o primeiro jogo que comprei, era um dos poucos com nota maior que 9 nos sites de games. Mas estava apostando em algumas coisas: o sucessor do PS2 não poderia decepcionar. O hardware do bicho é um absurdo, mais hora menos hora, iam sair jogos bons. E a Sony não ia arregar no terceiro round de um luta que ela vem ganhando.
Aí joguei Genji – Days of the Blade. Legal, mas faltava alguma coisa. Resistance: Fall of men. Bacana, melhor online. Need for Speed Carbon, que é uma merda. Formula 1, que é legal, mas não empolga, parece. Oblivion sim, esse é legal. Mas tem que jogar com parcimônia, senão enjoa.
Aí comprei o Heavenly Sword. Coisa mais linda. O jogo mais bonito que já vi em muitos anos, mas com um defeito de fazer chorar: é muito curto. Dá prá terminar (como eu fiz) em uma tarde de jogatina. Junto, comprei o Dirt. Uma delícia. Para jogar até cansar de dirigir.
E semana passada, ganhei um Assassin’s Creed do Ballona. PQP, se faltava um jogo para convencer que o PS3 é foda, não falta mais. O jogo é um absurdo, daqueles que dá vontade de jogar e não parar mais. Cenários de tirar o fôlego, jogabilidade deliciosa, história legal, milhares de NPCs nas cidades que você visita, um espetáculo.
Sábado tive que desligar depois dos meus olhos começarem a arder até parecer que não iam mais parar da minha cara. Haja colírio!
Claro que o visual impressiona, que as missões no jogo são legais, mas a ambientação é o que mais chama a atenção. Cidades lotadas de gente, que reagem ao que você faz, param para conversar, te param na rua para pedir esmolas, te agridem, tentam te segurar, seguram guardas para você atacá-los, vários tipos de reação.
Como eu não sou desenvolvedor de games (nem de nenhum tipo de programa de computador), sempre fico imaginando como isso é possível. Imagino que num jogo, você determinar as reações de um personagem que você controla é até fácil, mas as reações de milhares de personagens diferentes em um mesmo jogo deve ser um trabalho e tanto.
E esse, pelo menos aparentemente, não se termina em uma tarde. Longe disso. Até porque, ficar simplesmente andando pelas cidades é uma delícia, só prá ver o que acontece.


ISSO é o que eu mais gosto no jogos. Não importa pra mim missões, o que devo ou não fazer. Se o gráfico é bonito e você pode caminhar no cenário, já me divirto pra burro!!
Como em Gta por exemplo. Nao há coisa mais relaxantre que pegar um carro e sair dando umas voltas na cidade. Ou em FarCry, o jogo se passa numa ilha, então sair por aí dando uma de aventureiro é demais!
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