Esse sou eu. Feliz da vida. Aliás, se um dia alguém fosse escrever uma biografia minha, seria a coisa mais fácil do mundo. É só escrever que eu era um feliz. Aque deve ser o que estará escrito na minha lápide o dia que a inevitável vier trocar uma idéia comigo: “Aqui Jaz Paul – Nasceu, cresceu, viveu e morreu feliz”.
E ultimamente, eu ando feliz. Sabe quando parece que tem uma nuvem negra em cima da sua cabeça, que tudo está dando errado, você olha, procura, fuça e não consegue ver nenhuma perspectiva de melhorar? Pois é. Eu tava assim. E nem tem muito tempo, não. Mas agora, parece que as nuvens estão dissipando e eu já começo a ver uma luz indicando os caminhos que eu posso seguir e onde eles vão dar.
Muitas das coisas que eu sempre quis fazer, estão acontecendo. Em doses homeopáticas, por enquanto, o que é ainda melhor. Porque coisas boas tem que acontecer sempre. As ruins, essas sim, devem acontecer é uma vez só e olhe lá.
E a melhor parte das coisas boas é que parece que quando elas começam a acontecer e engrena, não para mais. Bem que dizem que a vida acontece em ciclos. E, thanks God, parece que o meu ciclo de merdas passou!
Semana que vem, por exemplo, vou fazer um negócio que eu sempre quis. Vou fazer uma viagem a trabalho (e um pouco de lazer, claro) que é ótima para a minha vida e, por que não, para o meu currículo. Todo dia ouço alguma coisa boa, um elogio, um agrado, e isso, por frescura que possa parecer, é ótimo para a auto-estima. E quando a auto-estima está alta, a confiança aumenta, a gente fica mais disposto, enfrenta melhor as dificuldades e tudo parece ficar mais fácil. É o famoso círculo virtuoso.
Sei que, assim como a fase ruim acabou, a boa também pode acabar. Mas, assim como a gente trabalha para reverter a ruim, tabalha para manter a boa. E como já sabe como é a ruim, trabalha o triplo para a ruim não voltar. Sai, capeta!
E, como diz meu brother Boss, a gente é nego preto e espanta a zica na bolachada se precisar!


E o melhor de tudo é que você merece, e muito!
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