E a Sony acabou de postar no blog oficial do PS3.
Para quem está com o inglês enferrujado:
“Como vocês devem estar sabendo, alguns usuários não estão conseguindo conectar à Playstation Network hoje. O problema está afetando os modelos que não o novo PS3 Slim.
Acreditamos ter identificado o problema e é causado por um bug na funcionalidade do relógio incorporado ao sistema.
Os erros incluem:
- A data do sistema do PS3 pode ter sido alterada para 1 de janeiro de 2000.
- Quando o usuário tenta logar na PlayStationNetwork, a seguinte mensagem é mostrada: “An error has occurred. You have been
signed out of PlayStation Network (8001050F)”. - Quando o usuário tenta iniciar um jogo, a seguinte mensagem de erro aparece na tela, e os dados sobre troféus porem desaparecer: “Failed to install trophies. Please exit your game.”
- Quando o usuário tenta ajustar data e hora do sistema pela internet, a seguinte mensagem aparece na tela: “The current date
and time could not be obtained. (8001050F)” - usuários não estão conseguindo assisitir certos vídeos alugados na PlayStation Store antes de sua data de expiração.
Para as últimas notícias sobre esse assunto, continue lendo o PlayStation.Blog ou PlayStation.com.”
Pois é. Agora é oficial. Foi o bug do ano bissexto no PS3.
Ou como diria o Marcelão, o estigário que programou o clock do PS3 está apanhando.
Inúmeras são as teorias conspiratórias sobre o maldito erro 8001050F que os PS3 do mundo inteiro começaram a ter na noite passada.
A teoria mais aceita até agora é que o PS3 foi lançado em 2006 e esse é o quarto “28/02″ dele. Logo, interpretou como ano bissexto e ferrou tudo. O conflito de datas PS3/servers de troféus, DRM e PSN teriam causado o problema.
Mas ainda é tudo especulação. A Sony só se pronunciou oficialmente pelo Playstation Blog, mas não disse nada além do que a gente já sabia. PS3 “gordos” não funcionam, os Slim de 180 e 250 giga não estão sendo afetados.
Acredita-se que um update para arrumar o problema sairá essa semana, mas deverá ser baixado em um PC e instalado no PS3 através de um HD externo ou Pen Drive, visto que o bicho não consegue conexão com a PSN.
A boa notícia: no site da Sony ainda aparecem os troféus que sumiram do meu PS3. Pelo jeito, todo mundo que perdeu algum arquivo da PSN vai conseguir reavê-lo. Só troféus que não sincronizaram, aí ferrou, mesmo.
Parece que um erro bizarro está zuando todos os PS3 “gordinhos” do mundo. Quando o meu parou de conectar na PSN e vi que o erro vinha muito rápido, dei uma gugada no nome do erro prá ver o que acontecia. Fui parar no fórum da gamespot.com, que não parava de brotar mensagem.
Usuários do mundo inteiro reportavam os mesmos sintomas que o meu PS3 tinha: não conectava na PSN, não inicializava jogos mais novos com suporte a troféus, alguns troféus sumiram (no meu caso, todos os do Uncharted 1) e a data do sistema voltou para 31/12/1999. E o mais bizarro: consoles de 20, 40, 60 e 80 giga, do modelo original são afetados, mas os “slim”, não.
Além de várias piadas (como Bill Gates estar atacando para a galera migrar para a Live e uma idéia maluca da Sony para a galera comprar um PS3 Slim novo), algumas coisas começaram a surgir. Em um post, um usuário disse que tinha lido alguma coisa no Google News, mas que duas matérias já tinham sumido de lá. Um pouco depois, um usuário postou um link para o twitter oficial do PS3, avisando que já estavam cientes do problema e trabalhando nele.
Usuários do mundo inteiro continuaram a reportar o problema até que um perfil criado hoje mesmo, de um usuário DavePS entou no fórum e postou:
“Sosseguem e fiquem frios um pouco. Estamos vendo o que é. Sugiro que façam algo diferente pelos próximos dias. Fiquem de olho no twitter.com/SonyPlaystation para updates. Estarei vigiando esse tópico”. Depois disso, ninguém mais postou nada. Quando eu tentei postar, o tópico tinha sido removido. Não seu se a Sony, anunciante usual do gamespot, pediu para que fizessem isso, mas que o tópico foi fechado, isso foi.
Já que não podia nem jogar, nem reclamar de não pode jogar e nem rir com os nerds conspirando sobre o que estava causando o negócio, resolvi informar o pessoal do problema, através de uma matéria que escrevi para o portal da Band.
Por enquanto, sigo o conselho do tal DavePS: Sit tigh, shill out, and do something else for a couple of days.
Só espero que meus troféus do Uncharted voltem.
Parece que tudo que tinha para ser dito sobre Avatar já foi. Dito, escrito e filosofado. Mas ainda assim, vou escrever o que eu achei. Afinal, o Esblogo está aqui para isso.
Confesso que, depois de tudo que li e ouvi, fui esperando um show visual numa história medíocre.
O show estava lá. O tal planeta Pandora é tudo que já escreveram e um pouco mais. Perfeito é pouco. Tem horas que você fica imaginando o que daquilo que vê é real, o que pode ser real e como pode nada daquilo de fato sê-lo. Animais, vegetação, montanhas, cachoeiras, montanhas flutuantes e, claro, os Na’vi. Tudo é perfeito e harmônico de tal forma que o exagero visual fica equilibrado e deslumbrante. O 3D não é mais um exagero, é só um complemento. Não foram poucas as vezes que quis esticar as mãos e tocar as plantas de Pandora.
Mas a história medíocre, bem, sei lá. Acho que analisar a história por um prisma isolado e fora do contexto visual e do universo criado pelo filme é uma bobagem sem tamanho. Qualquer história fica ruim se analisada desse jeito. Pense no seguinte roteiro:
“Jovem solitário descobre que possui grande poder e, enquanto é guiado por um grande mestre, descobre que deve salvar o mundo de uma grande mal. Tudo piora quando o mestre é morto por seu inimigo, mas o jovem, resoluto, salva o mundo e vinga seu mestre”.
Quem não pensar em pelo menos 5 filmes, daqueles que os nerds mais gostam, com um argumento desses, pode me dizer que o roteiro de Avatar é zuado. E azar de quem achou isso, na verdade.
A verdade é que Avatar é um deleite. Entretenimento no melhor sentido da palavra. É apaixonante, é uma delícia e vai ser lembrado para sempre. Já está na história do cinema, seja por quanto custou, quanto tempo demorou, pela tecnologia que desenvolveu ou pelo tanto de gente que arrastou para os cinemas.
Sinceramente, esqueça o hype, livre-se de qualquer preconceito e veja o filme.
Hoje, se seu paradeiro fosse conhecido, Elvis faria a sua festa de 75 anos.
Digo isso porque é mais do que sabido que ele não morreu, apenas voltou para seu planeta de origem.
Elvis é a figura mais importante do Rock’n'Roll no mundo. Se não fosse por ele, branco, bonito e com um carisma gigantesco, muito provavelmente o rock seria uma coisa marginal, tocada por negros no interior dos Estados Unidos e sabe-se lá como seria sua evolução pelo mundo. Entre os muitos artistas que Elvis inspirou, estão ZZ Top e os Beatles, por exemplo. Dá prá imaginar um mundo sem Elvis e sem os Beatles?
Claro que ser branco e bonito, há mais de 50 anos atrás, ajudou o sucesso dele. Mas não seria nada se não fosse sua voz e seu carisma. A voz é inconfundível, largamente imitada pelo mundo todo. E, já falei isso antes, até hoje me impressiona quando vejo imagens do Elvis, já gordo, inchado de remédios e bebidas, com sua clássica roupa branca brilhante, fazendo shows em Vegas e as mulheres, suas fãs desde sempre, fazendo fila na frente do palco para beijá-lo na boca. É o mesmo carisma que faz com que ele tenha fãs até hoje, mesmo os que nunca sequer o viram vivo. Quando Elvis (dizem) esticou as canelas, eu tinha só 4 anos, não tinha a menor condição de entender o que ele era ou o que significava.
Comecei a ouvir Elvis quando tinha uns 14 ou 15 anos, quando comecei a minha busca pelo rock de raíz, prá entender melhor o que eu ouvia na época. Algo tipo “arqueologia musical”, por assim dizer. E é muito difícil escolher uma música dele como a minha favorita. Hound Dog, Jailhouse Rock, Heartbreak Hotel, a versão de Elvis para My Way, Always on my Mind, Don’t be Cruel, Love Me Tender, enfim, é muita música boa. Mas acho que se me apontarem uma arma e perguntar, eu diria é All Shook Up, que até onde sei, não é nem das mais conhecidas por aí.
Mas que um cantor, performer, artista, Elvis virou um ícone. Símbolo de um estilo, a cara de uma geração, o primeiro fenômeno da história do Rock.
Sou fã declarado.
É isso que dá falar que alguma coisa é o mais legal do ano antes do ano acabar. Depois você vê que outra coisa é mais legal e queima a língua.
E é óbvio que isso aconteceu comigo. É só ver que escrevi que o jogo do ano para o PS3 era o Batman e PIMBA! Lá vem o Uncharted 2 e me ferra.
Uma das minhas maiores vergonhas no PS3 é não ter jogado o primeiro Uncharted, que alguns amigos sempre me falaram que é muito bom. O problema é que eu não gostei do demo que estava na PSN, aí não empolguei com o jogo. Mas depois de jogar o segundo, descobri vários motivos para tentar jogar o primeiro.
Começando pelo carisma do personagem principal. Drake é o cara. Engraçado, briguento e extremamente azarado, ele conquista de cara, sempre com alguma frase irônica sobre a pessoa ou situação em que está envolvido. Mas um bom personagem não é nada sem outros bons personagens e uma história bacana. E os outros personagens também são bem legais. Chloe (ahhh…), Elena e Sullivan são cativantes, engraçado e até misteriosos. E como um herói não é nada sem um vilão, Lavazeric não deixa nada a desejar. Até o Flynn tem lá seu valor.
A história, basicamente, é: Marco Polo descobriu o caminho para Shambala, mais conhecida como Shangrilá. E Drake é convidado para descobrir o caminho para esse paraíso perdido, que guarda um segredo muito maior que somente sua localização. Durante a históra, Drake, seus amigos e seus inimigos vão descobrindo quais são esses segredos e cabe ao nosso herói descobrir como impedir que o vilão badass módafóca chegue em Shambala e complete seu plano de dominação mundial (UIA).
E para completar, a jogabilidade é muito boa. Tem umas falhas e algumas coisas que acabam enchendo um pouco o saco, mas no geral a experiência é muito satisfatória. Entre os desafios, puzzles, batalhas, muita escalada e a busca pelos tesouros escondidos em cada fase. O replay é quase que obrigatório, porque além do jogo ser bom, tem troféu a rodo para ganhar, e acho que pegar todos logo de cara é meio difícil.
Mas mesmo se você for ratão e pegar todos os troféus na primeira jogada, ainda tem o modo online! Rá! Vários modos de competição ou colaboração, bem divertidos mesmo com os estranhos na PSN, e muito mais legal quando joga com seus amigos conhecidos.
Se eu disse que o Batman era o jogo do ano (de 2009, claro), ele perdeu o posto para o Uncharted 2 aos 48 do segundo tempo. Altamente recomendável, ainda mais para jogar online comigo. E faltam só 4 troféus para eu ganhar o de platina! Go Pato!
Difícil. Essa é a melhor definição para o ano de 2009. Não posso dizer que foi um ano ruim, afinal de contas, eu e todos a quem amo estão vivos e bem. Mas que foi difícil, foi. Difícil, tenso e, até certo ponto, improdutivo.
Pela régua de um de meus melhores amigos, o ano se mede em realizações. E se em 2007 comprei minha casa, 2008 nasceu meu filho, 2009 não rolou nada. Não fosse o nascimento do Henrique e do Theo, meus sobrinhos, realmente seria um ano para esquecer.
Pela primeira vez, nos 8 anos de Esblogo, acho que os motivos para considerar o ano tão capenga são pessoais demais, até para mim, que sempre disse que aqui não tinha segredo. Não que seja. Mas não quero desfilar um rio de lamúrias por aqui. Os mais chegados sabem do que estou falando. Acontecimentos ridículos, que valeram a lição de uma vida: é ajudando os outros que a gente se fode. É tentando evitar os problemas que eles acontecem. A frase do ano veio de um filme de animação: Encontramos o destino no caminho tomado para evitá-lo. Mestre Oogway é um sábio.
Mas, como se sabe, sou um eterno otimista. Gosto de ver a parte boa de tudo. E de bom, além das lições, que se mostraram duras, mas sempre proveitosas, o companheirismo dos velhos amigos, além do grande apoio de alguns dos novos.
2009 se vai como um professor severo, daqueles que lembraremos sempre da lição e do mau humor, quase nunca da cara ou do nome.
2010 está chegando com todos os anúncios de ser um ano melhor. Diferente. E esse é o grande barato do ano novo. A renovação da esperança de que tudo vai se ajeitar, tudo vai dar certo. Tudo é novo, de novo.
Os meus já tradicionais agradecimentos de final de ano:
Pai, mãe, Vô, Vó, Dê, Persio, Caio, Theo. A família lindona que cresceu.
Sandro, Alê, Lilica, Lu. Amigos que, mesmo longe, estão sempre perto.
Leozito, de empurrar o carro a emprestar a guita. Esse é prá sempre.
Fábio e Gica. Um é desde sempre, a outra é de agora. Mas já são um só!
Dé, o amor de uma vida.
Pedro, claro, a maior prova de que amor é infinito, intenso, incondicional. Seu pai te ama mais que tudo.
Que 2010 cumpra a promessa de ser um ano melhor que 2009. Esses são os meus votos.
Feliz Natal.
É, esse Wordpress é foda demais, mesmo.
Agora rolou um plugin WPTouch, que assim que instalado no Wordpress, formata o seu blog para um formato adaptado, e até com um certo nível de customização, para o iPhone. Dá prá ver os títulos dos posts, clicando abre o danado, ver os comentários, comentar, navegar pelas categorias, uma alegria.
Não curtiu? Quer o bom e velho Esblogo na palma da sua mão? Sem problemas! É só rolar até o final da tela e desligar a opção Mobile Theme.
Legal, né? Não te faz pensar como você viveu sem até hoje?
Já escrevi a crítica do show do AC/DC no Brasil para o portal da Band (que está aqui). Mas queria escrever o que senti aqui, não o que vi, simplesmente.
AC/DC foi a segunda banda que ouvi e gostei, depois que comecei a gostar de rock. A primeira foi Iron Maiden. Por anos achei Angus Young o melhor guitarrista do mundo. Se as músicas são relativamente simples, são também muito poderosas. Riffs como os de Hell’s Bells e Back in Black não são compostos todos os dias por aí. Sem contar que é impossível alguém normal cantar qualquer música da banda. Li um dia uma declaração do Angus dizendo que “Brian Johnson canta como se alguém tivesse jogado um tijolo no pé dele”. É uma ótima definição e o mais interessante é que não seria legal em nenhuma banda, só no AC/DC, mesmo.
Outra coisa é que não dá prá imaginar o AC/DC tocando em um lugar pequeno. É o que se convencionou chamar de “banda de arena”. Suas músicas são feitas para multidões, shows com tiros de canhão, sinos e muita correria.
E ontem, tudo o que quem foi no show esperava, estava lá. Uma superprodução que não se espera de um show de rock, mas de um show pop tipo Madonna ou Michael Jackson. No começo do show, o vídeo de introdução mostra uma animação da banda andando num trem, fazendo merda e o trem perdendo o controle. A última imagem é o trem vindo em direção ao palco e aí o telão parte em dois, entra uma locomotiva de verdade e a banda começa tocando Rock’n'Roll Train, que já tem tudo para ser mais um dos clássicos deles.
Eu nunca tinha visto o Morumbi tão cheio na minha vida, e olha que eu já vi muito show lá. Era um mar de gente usando chifres piscantes, hipnotizados pela presença de Angus e de Brian Johnson em todas as partes do palco e da passarela que ia do palco até o meio do campo. Rock’n'Roll Train e Hell ain’t a bad place to be foram ótimos aperitivos, mas a terceira música do show foi só Back in Black. Para ser ter uma idéia de como foi a participação da galera durante a música, a hora que eles acabaram de tocar Brian Johnson dá uma risadinha, vira para a galera e diz: “Wow, that was cool”.
O show todo foi espetacular, com uma produção que não se vê sempre por aqui. Mas os clássicos foram algo de assustador. Dirty Deeds, The Jack, Thunderstruck faziam o estádio balançar. Aí Brian Johnson vai até o meio do campo pela passarela, olha para o palco e o sino começa a descer. Enquanto o povo faz muito barulho, ele dá um pique invejável para quem tem 62 anos, se pendura na corrente do badalo como um tarzan e enquanto ele está lá, tocando o sino, começa Hell’s Bells.
A sensação era a de estar em um DVD dos caras. Era tudo que se esperava do show. Depois de quase duas horas, o final de Let There Be Rock é o solo de Angus Young. Cara, ficar sozinho, tocado guitarra para 70 mil pessoas, a 10 metros de altura no meio do estádio lotado é para quem tem culhão. Ou 36 anos de carreira nas costas. E o cara tem os dois.
Acaba o solo, a música, se despedem, mas tudo mundo sabe que não era prá valer. Ainda tem o bis, com Highway to Hell e For Those About to Rock (We Salute You). As duas são emocionantes, ainda mais com a salva de tiros de canhão na última, mas o ponto alto do show, na minha opinião, foi You Shook Me All Night Long. Foi a música mais cantada e cantada mais alto na noite. Foi um negócio arrepiante, coisa de doido, mesmo. E ainda foi cantada adaptando a letra, já que o verso ficou “knocking me out with her brazilian thighs”.
Depois que a banda sai do palco, ainda tem uma queima de fogos, como se para lembrar a gente que não foi só um show de rock. Foi um evento, e um senhor evento.
Fazendo uma conta besta no fim do show, 70 mil pessoas a uma média de R$ 200 por cabeça, dá R$ 14 milhões por um show. É muito? Claro que é, mas acho que a produção leva tranquilamente metade dessa grana. Imagina quanto custa carregar essa infra toda por aí? Com locomotiva, sino, canhões e tudo mais.
Poucas bandas de hoje se preocupam com a produção de um show como eles. Dos que eu já vi, acho que só Iron Maiden e o Kiss chegaram perto. Mas o fator de diversão do AC/DC eu achei muito melhor. Me atrevo a dizer que é o melhor show que eu já assisti ao vivo na minha vida.
O verdadeiro blues não faz ninguém gingar. Se faz gingar, não é blues. Eles chamam de blues, mas não é. O blues é solitário. O blues é isso: quando você está sozinho e preocupado e não sabe o que fazer.
Son House
Só para constar, Son House foi o cara que inventou a história de Robert Johnson ter vendido a alma para aprender o blues, a história mais contada no mundo dos guitarristas. E ele também fazia coisas desse tipo. Responsa.

